So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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A grandeza humana talvez consista menos em vencer o destino do que em não permitir que ele determine inteiramente o significado de nossa passagem pelo mundo.

Filosofar talvez seja aprender a contemplar a morte sem permitir que ela transforme a vida em mera antecipação do fim.

O homem possui coisas, mas jamais deveria permitir que as coisas se tornassem a medida de seu próprio ser.

A tolerância é uma das formas mais difíceis da humanidade: exige permitir que o outro exista sem exigir que ele pense como nós.

É preferível sofrer a injustiça de um poder alheio a permitir que a injustiça transforme a própria consciência em instrumento de corrupção.

Uma sociedade justa precisa permitir que seus membros sejam reconhecidos em diferentes dimensões da vida.

Pensar por si mesmo é exercer uma das formas mais silenciosas de liberdade; permitir que o outro faça o mesmo é reconhecer que a liberdade não pode ser propriedade privada da própria consciência.

A maior forma de liberdade talvez seja não permitir que terceiros detenham jurisdição sobre nossa consciência.

Sou Tão Feliz e Grata a Deus Por Ele Não Permitir as Vontades de Ninguém Na Minha Vida❣

Enquanto a vida nos permitir, que sejamos inteiros em nossas imperfeições, atentos às pequenas belezas, generosos no amor e leves no caminhar. Que sejamos presença, acolhimento e luz, mesmo nos dias escuros, lembrando que viver é muito mais que existir: é deixar amor por onde a alma passar.

A dignidade de um homem não está em esconder suas lágrimas, mas em não permitir que a dor lhe conceda o direito de ferir aqueles que nada fizeram para merecê-la.

Não é errado se permitir sentir as dores da vida, fingir que elas não existem é ser hipócrita.

Tô aqui com dor, mas logo se Deus permitir tudo vai ficar bem.

Existe uma coisa que considero muito mais valiosa do que possuir todas as respostas:
não permitir que ninguém pense por você.
Nem uma igreja.
Nem um líder religioso.
Nem um livro.
Nem uma tradição.
Você pode ouvir, estudar, questionar, comparar e depois decidir aquilo que sua consciência consegue sustentar.
Porque, se existe um Deus que realmente conhece cada ser humano, talvez Ele também conheça a diferença entre alguém que rejeita Deus e alguém que simplesmente se recusa a fingir que possui certezas que não possui.
E talvez a pergunta mais honesta que você possa levar consigo não seja “qual religião está certa?”, mas:
“Se Deus realmente conhece meu coração, o que Ele encontra quando olha para a pessoa que estou me tornando?”

Compreender não é consentir. Perdoar não é permitir. E respeitar alguém não significa entregar a essa pessoa o controle sobre a sua vida.

Se tem algo que aprendi — e valorizo profundamente — é não permitir que o comportamento dos outros envenene minha mente, adoeça meu estado de espírito ou apodreça minha alma.

“Consciência sempre em alerta, gera muito desgaste. Vez ou outra, é bom permitir que ela fique na modorra, meio sonolenta.”

“Tornando-me amiga da névoa para me permitir ser guiada em novas direções.”

Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.

“Um conflito interno faz parte da experiência humana e não é um sinal de falta de fé. Permitir-se sentir a dor, o luto e o cansaço é um ato de honestidade, e não há necessidade de fingir uma "VITÓRIA" constante quando o que o coração precisa é de espaço para curar."


—By Coelhinha