So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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Complacência é ato ou efeito de não se permitir, de ceder as vontades alheias, esquecendo de si.

"Lucidez não é perfeição; é permitir que o amor de Deus ilumine nossos passos e conduza nossa alma por caminhos que nos aproximem do bem."

"Aprendi sim a ser dura diante da vida para não permitir que ela fizesse de mim o que quisesse."
Haredita Angel
13.12.25

“A resistência do pensamento não está em negar tudo, mas em não permitir que qualquer coisa pense em nosso lugar.”

Conhecer novas paisagens nunca foi apenas mudar de horizonte. É permitir que os olhos aprendam um vocabulário que ainda não conheciam.

Uma instituição saudável precisa permitir que alguém diga: “Este procedimento está errado”.

Não tenha medo de viver o futuro, prepare-se para ele sem permitir que a inteligência artificial faça você esquecer quem você é, um ser provida de inteligência emocional

Se permitir que o seu país seja
chamado de qualquer coisa,
Não poderá se queixar quando
for tratado de qualquer jeito,
Serás lembrado como nada,
Porque o quê é tarde demais
sempre tem hora marcada.

Permitir ser tomada pelo absoluto,
ser guiada e guiar em pleno
domínio por nós construído,
e adorar de joelhos tudo isso;
Ser moldada pelas mãos fortes
e derreter-me em rendição,
servir na nossa amorosa alcova
caber dentro do seu coração.


Não me importar com rótulos
de outrora porque escolhemos
ser prisioneiros voluntários,
e escravos de luxo que o amor
sempre falará mais alto e por dois.


Escolher ser o teu troféu de saia,
ser o troféu pleno de salto alto,
e ser o troféu edênico descalço,
colhendo Jatobá e me ocupando,
só para viver imparável e amando.

Colocar-nos sob a testemunha
do Hemisfério Celestial Sul,
e permitir a licenciosa ternura.


Envolver-nos com carícias
da absoluta Seda de Tururi,
e pedir mais que sete vidas.


Render as selvagens primícias,
as empolgações, as delícias
os encantos e as doces malícias.


Erguer os marcos necessários,
estabelecer o território seguro
para o amor se manter e estabelecer.

Permitir todas as chances
dos três tipos de mangues
no peito se enraizarem
com várias coragens
da liberdade conhecer,
crescer, procriar e revoar:


Não permitir que nada
venha a te dominar.


Criar brio e asas de guará,
mescladas com as auroras
matutina e vespertina
do Hemisfério Celestial Sul,
sem preocupação se há
alguma rima óbvia ou não:


Resgatar com todo o coração,
o deslumbramento e a poesia
sempre a cada nova estação.

Permitir ser a tua mulher
sem pressa de viver.
o vital compromisso
com o amor no destino.


Com toda calma atlântica
no lugar que elegeste,
Na tua mão a alma austral
aceite plena, fiel e perene.


Para que o amor respire
sem que nada o sufoque,
o florescer que existe,
e nem o céu não o limite.


Assim as mãos se enlacem
na primavera que acontece,
no romance que floresce
e nenhum mau tempo alcance.

Fincar-se na terra, semear-se,
permitir-se crescer, florescer
e frutificar-se como o pomar
de frutas doces entre rochedos
e os ventos, para alimentar
o pavão em todas as estações,
é o meu mais ambicioso plano,
literal, secreto e paradisíaco,
para a celebração romântica
da revelação do seu colorido
entre as minhas montanhas.


Obedientes ao rito da primavera
e à maturidade que exige
de ambos os dois pés na terra,
embora estejamos flutuando
e o tempo esteja passando
como o rio entre as pedras,
nossas mentes e corações
todos os dias se encontram,
desde o primeiro dia em que nos
conhecemos, estamos namorando.


São inatos nas nossas veias
a dedicação, a consciência e o sacrifício,
à altura dos desafios, em nome
das conquistas grandiosas
que incluem a honra e a liberdade.


Por isso, tornarmo-nos o grande amor
um do outro é inevitável,
porque está escrito no Universo
que, em breve, despejados dos egos,
reuniremos nossos hemisférios
como águias que não temem
cruzar céus e montanhas.
Seremos espada e escudo —
vitoriosos diante das batalhas.

Se permitir ser
um Somorgujo,
Enquanto o mundo
afunda no orgulho.

Permitir que o amor tome
conta de cada escolha,
Trazer a beleza consigo
da Juçara-da-amazônia
recebendo o pouso bonito
do tucanuçu no destino,
E deixar que tudo tenha
igual o curso de um rio.


Sob a aurora matutina
manter o pacto silente
fortalecido com a vida,
com amazona convicção,
Mesmo que tenham
destruído uma ponte
de diálogo no caminho,
nasceste com asas
e a tua pacífica direção.


Não é preciso validação
de ninguém para ser
quem és e quem deseja
ser onde você quiser,
Até para escrever
os versos intimistas:
Para dar-se o luxo
de percorrer novas rotas,
permitir viver todas
as sonhadas escolhas.


Feitas sob medida
para o seu bem-querer
como as pestanas
são os parabrisas do ver,
Do jeito que o sol
está para o amanhecer,
De um jeito novo
todos os dias renasça
quantas vezes for
preciso para manter
o seu melhor para viver.

"Não permitir que os seus tenham opinião e vontade proprias pode ser fácil, mas tentar a mesma coisa com outros, pode se transformar em frustração e vergonha para você."
Texto Meu 0885, Criado em 2018


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

2341 📜 "Vou ali e já volto. Ah, volto... Mesmo se Minha Cuidadora não permitir. Aquela Minha Cuidadora (das Terças e Quintas), que me trata por (e me chama) Majestade. Aguardem, mas sem choro, ohquei? ohquei.top !"

Às vezes,
é bom nos permitir temer os que temem desbravar a nossa Casca de Proteção.


Porque há algo muito inquietante em quem recua diante da simples suspeição da profundidade alheia.


Não pelo medo em si — afinal, temer é humano — mas pela escolha de permanecer na superfície, onde nada exige entrega, onde tudo é seguro demais para ser verdadeiro.


Quem teme atravessar a casca do outro, muitas vezes também evita confrontar a própria.


Nossa proteção não nasce por acaso…


Ela é feita de silêncios acumulados, de experiências que nos ensinaram a medir palavras, de afetos que não vieram quando deveriam.


Não é apenas defesa: é memória estruturada.


E desbravá-la exige muito mais do que curiosidade — exige coragem, cuidado e, sobretudo, disposição para lidar com o que pode não ser tão simples.


Por isso, há um certo risco em quem não ousa ir além.


Não porque sejam perigosos em essência, mas porque podem tentar transformar o outro em algo raso, reduzido, confortável demais para caber na própria limitação.


E ser reduzido é, de certa forma, uma violência muito sutil: é ter sua complexidade ignorada em nome da conveniência.


Temer essas pessoas, então, não é fraqueza.


É um instinto que nos lembra do valor daquilo que guardamos.


É reconhecer que nem todos estão prontos para acessar o que há de mais sensível — e que isso não diminui o que somos, apenas revela onde não devemos insistir.


No fim, permitir-se esse temor é também um gesto de respeito consigo mesmo.


Porque nem toda presença merece travessia, e nem todo olhar está preparado para enxergar além da superfície.


E tudo bem.


Há profundidades que não foram feitas para qualquer um alcançar.⁠

Seu corpo é seu patrimônio biológico; preserve-o enquanto a vida permitir.

O salário mínimo brasileiro teve seu valor calculado de modo a não permitir a quem o recebe sair por aí, gastando a três por quatro. Pobre, quando tem, é um perdulário de marca maior.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO