So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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O homem fraco diz:


Primeiro isso… depois aquilo…
Ele vive adiando a própria evolução.
Mas o homem forte mentalmente entende algo poderoso…
O tempo não se organiza sozinho.
Você é quem organiza.
Ele estuda.
Ele trabalha.
Ele constrói relações.
Não porque a vida é fácil…
Mas porque a mente dele é disciplinada.
A diferença não está nas oportunidades.
Está na gestão.
Mentalidade forte não espera o momento ideal.
Ela cria o momento.”

Chamei de amizade aquilo que meu coração tinha medo de chamar pelo nome certo
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Teus olhos me hipnotizam;
Teus cabelos me seduz.

Sua gentileza me levanta;
Seu sorriso me encanta.

Querida, se você soubesse o que você faz em meu coração...

Se você soubesse o poder que tem! Nunca mais iria duvidar do seu valor, segurança e essência!

Dentre todos os poemas que já lhe escrevi, este é o mais sincero.

Pois, neles eu escrevi sobre teus olhos, sorriso, essência.
Mas neste, não somente.

Neste eu escrevo sobre quando percebi, apesar que demorado, que os sentimentos que escrevia não eram apenas admiração;


E sim os sentimentos que despertavam em mim;
O meu enorme amor por você!

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**Escrito em 30/06/2026 as 13:50, em Curitiba, Paraná, Brasil**
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Autor: Gustavo Biazotti

“Inteligência é aquilo que cada sociedade elege, conforme suas ferramentas e suas urgências.”

As raízes do meu ser
Perdem-se no infinito
Para ser aquilo que sou
Sem fugir de mim
Longe já fui
Para me encontrar
Volto dessas viagens
Em silêncio para meditar
Nas vozes que me habitam
Entender os ensinamentos
São tantas as respostas
O resultado, esse,
É sempre a paz.

"Chega uma hora em que é preciso parar de perder tempo com aquilo que não nos leva a lugar nenhum, deixar o passado para trás e ter coragem de recomeçar do zero, construindo um futuro melhor."

A fantasia é aquilo que torna a realidade habitável.

A paixão encanta os olhos, mas a convivência revela o caráter. O tempo mostra aquilo que o encanto esconde. Se quiser conhecer alguém antes que a vida revele tudo, converse com os pais.

Desempenho mede aquilo que fazemos e valor revela o impacto que deixamos.

O homem não evoluiu; apenas sedimentou camadas sobre aquilo que sempre foi. Sob a cultura, a moral, a linguagem e a própria consciência permanece um território mais antigo do que qualquer civilização. A consciência é apenas uma névoa tênue que paira sobre profundidades que nenhuma teoria psicológica alcançou por completo. Sigmund Freud chamou uma parte de inconsciente; Carl Jung falou em sombras e arquétipos. Mas há algo ainda anterior a essas formulações — uma região sem símbolos, sem linguagem, sem história. Se a pobreza das palavras permitisse nomeá-la, chamar-se-ia Primevo: não a primeira camada da alma, mas aquilo de onde todas as camadas emergem.

Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.

A experiência deixou de bastar a si — aquilo que é vivido e sentido perdeu autonomia e passou a exigir confirmação para ser reconhecido como real. O que não circula parece não existir, e o que não existe deixa de ser vivido. Assim, a realidade é terceirizada ao olhar alheio: não se vive para sentir, vive-se para validar — e, nesse desvio, a própria experiência se esvazia antes mesmo de acontecer.

Há dores que não pedem consolo, porque nenhum alívio superficial alcança aquilo que elas realmente querem dizer. Não nasceram para ser abafadas, mas para produzir consequência: ruptura, deslocamento, transformação. Certos sofrimentos surgem quando a vida já não suporta continuar na mesma forma. E, nesses casos, a dor deixa de ser apenas ferida — torna-se convocação silenciosa para que algo, enfim, mude.

O tempo não ensina: ele expõe. Apenas amplia aquilo que já estava inscrito no caráter e na coragem. Quem amadurece não é quem viveu muito, mas quem teve a lucidez de se olhar sem indulgência enquanto atravessava os dias.

Quem desiste na caminhada não chega a viver aquilo para o qual estava se preparando.

O silêncio, os pensamentos, os olhares, a postura, aquilo que estiver, ou não, fazendo.


É um teste. Um teste de nós com nós mesmos. Um teste de tolerância própria e individual. Um teste de carregar o próprio peso, sem os outros olhares, sem ninguém observando, avaliando e opinando.


Como você se sente? Bem? Mal? Abra o coração e deixe que os sentimentos mais enraizados saltem para fora.


Está aí. Tudo está aí. Você os conhece, sabe o que significam (ou ao menos o que deveriam, verdadeiramente, significar).


É difícil, duro, cru e por vezes insuportável, mas, também, esclarecedor, maleável, criativo, e, talvez a parte mais importante, necessário.

Nem todo silêncio é ausência de resposta; às vezes, é o tempo organizando aquilo que ainda não conseguimos compreender.

⁠Aquilo que fazemos também encontra o caminho de volta — Wellson Valens

Da natureza humana, tenho receio de descobrir que ela desconhece aquilo que o amor divino é capaz de ensinar.

O difícil não é aceitar o que foi, mas entender por que aquilo significava tanto.

O amor mais sincero é aquele em que um simples abraço consegue dizer tudo aquilo que nenhuma palavra seria capaz de explicar.