So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
A democracia não tem dono e não pertence a nenhum grupo político; ela nasce do povo e existe para o povo.
Benê Morais
Palavras do destino
Não temos atrasos naquilo que nos pertence,
Não há derrotas, conquistas e aprendizados que não sejam nossos de verdade,
Quantos sentimentos deixamos perdidos em cada tempo, quantos momentos são parte de uma história que ainda está sendo escrita e talvez tenha um prazo predeterminado para acabar?
Em nenhuma fase ou estação da vida nós perdemos ou deixamos algo para trás, é inusitado e surpreendente dizer, mais nós tínhamos e temos que viver apenas o que está no nosso roteiro desde antes de termos nascido,
A pressa é inimiga da perfeição?
_Talvez não.
Poderíamos ter evitado certas coisas de acontecer?
_ Não.
Será que ultrapassei limites, será que dá tempo de mudar a direção o leme para outro rumo?
_Depende, posso pensar nisso.
Estás são palavras do destino, e ele não menti.
Em um estado onde o tempo já não me pertence, e onde minha solidão deixou de responder ao próprio nome, encontro-me lançado em um abismo tão profundo que, ao olhar para os lados, vejo rostos em alegria, vidas seguindo seu curso, como se a luz ainda existisse para todos. Porém, ao erguer os olhos para cima, percebo a distância entre mim e aquilo que um dia chamei de céu. E então compreendo que o verdadeiro abismo não é a queda, mas a consciência do lugar em que se está.
Como dói não ser o seu pra sempre...
Como dói saber que outro alguém te pertence e não eu te pertenço...
Como dói ter saudade, sentir sua falta e no fim do dia não poder te dar um abraço, um beijo, um afago...
Eu sigo aqui te amando loucamente ... Eu sigo aqui com a certeza que não mais poderás ser meu como um dia foi ..
"O Botafogo não pertence ao plano dos homens, mas à vontade dos astros; é o lugar onde o destino se cansa de ser lógico e decide ser poético, provando que uma Estrela Solitária brilha mais que o sol inteiro quando o universo escolhe um eleito para carregar o peso da eternidade no peito."
O ar é livre,
E nem a ti pertence,
Agora a Arte,
Enquanto não assinada,
Pode ser modestamente sua,
Quando assina sua autoria,
Perde o domínio, o controle,
Solta a criação ao mundo,
Nem mas a ti convence.
Geralmente, o último gole de vinho não é meu.
Ele pertence aos que suportaram pensar até o fim.
A Oscar Wilde, pela inteligência como arma contra a hipocrisia.
A Hemingway, pela ética seca diante do absurdo.
A Rimbaud, pela violência precoce do gênio e pelo abandono.
A Flaubert, pela disciplina quase cruel da forma.
A Voltaire, pela lucidez ferina,
por ter combatido a estupidez com ironia
quando a coragem ainda era possível.
E o último dos últimos,
quando o vinho já não promete nada,
vai para Baudelaire.
Porque ele soube que a beleza não nasce da pureza,
mas do atrito entre o tédio e o abismo.
Depois disso,
o copo vazio.
O silêncio.
E a noite continua,
como sempre.
“A felicidade pertence ao presente, pois o passado já se dissolveu e o futuro ainda não se revelou. Ser feliz no agora é um ato de sabedoria: é reconhecer que viver não pode ser adiado. Quem se permite alegrar-se com o que é e com o que tem, neste instante, já participa da felicidade que busca, enquanto caminha, com prudência e coragem, em direção ao que ainda virá.”
Ter condições de ter acesso a um espaço físico, não quer dizer que você pertence a ele.
Inclusão é uma coisa, pertencimento é outra totalmente diferente.
Pense nisso.
O tempo não nos pertence.
É-nos apenas emprestado, instante a instante, sem promessa de devolução.
A existência não é posse, é usufruto: cabe-nos a tarefa, sempre inacabada, de converter o que nos é dado em sentido.”
A palavra nasce do silêncio, mas não lhe pertence por inteiro. Ela carrega a matéria do mundo: o peso da pedra, a aspereza da terra, o calor da pele, o rumor das águas. Quando nomeamos, tocamos. Quando escrevemos, deixamos marcas no corpo do tempo.
A memória é uma casa sem paredes. Guarda vozes, gestos, cheiros, caminhos. Às vezes, permanece em uma cicatriz; outras, no espaço vazio de quem partiu. O corpo sabe o que a boca esquece. Cada osso traz um território. Cada passo redesenha a distância entre o medo e a coragem.
Resistir é permanecer sem ficar imóvel. É lançar raízes em solo ferido e, ainda assim, procurar a luz. É transformar a dor em presença, a ausência em lembrança, o silêncio em testemunho. Há palavras que quebram muros. Há silêncios que recusam a mentira.
Somos feitos de matéria e passagem, de ruína e recomeço. O território que habitamos também nos habita: entra pelos olhos, permanece nos músculos, reaparece nos sonhos. Nada desaparece completamente. A terra conserva pegadas. A palavra conserva o grito. O corpo conserva a história.
E quando tudo parece se desfazer, resta a insistência de existir: uma voz baixa, uma mão aberta, um nome dito contra o esquecimento. Permanecer é isso: continuar sendo presença onde quiseram deixar apenas silêncio.
Somos humanos porque existe linguagem.
Ela não nos pertence: nós é que nos encontramos sob seu solo.
A linguagem é quem fala; nós apenas co-respondemos ao seu apelo.
Este mundo não pertence aos humanos: pertence às roupas, aos móveis e às papeladas que nos dominam como marionetes biodegradáveis e quase repugnantes de sua burocracia aparentemente perfeita demais para um mundo aonde coexiste a lama.
"O mundo exterior é um cenário de ruídos e incertezas, mas a sua paz não pertence às circunstâncias. O que vem de fora só tem o poder que você concede. Olhe para dentro de si e firme os seus passos na virtude: há uma luz em você que ninguém pode apagar. Projeta essa força intangível sobre o mundo e governe a si mesmo, pois a verdadeira fortaleza reside na alma que recusa ceder à escuridão."
Não se perde o que nunca se teve, nem se conquista o que já nos pertence.
A insistência em olhar para longe nos impede de perceber o que sempre esteve perto.
"Infelizmente, o trono não pertence aos fracos. Se tens dúvida, pergunta ao amor; pois até Deus, em sua infinita entrega, não se manteve de pé diante da dor."
O futuro não pertence aos humanos. Nem às máquinas.
Pertence às organizações que conseguirem fazer ambos aprenderem e trabalharem juntos.
Fiquei pensando no que poderia Te dar, e como oferecer algo Àquele a quem tudo pertence. Não posso Te dar o que já é Teu, mas posso tomar uma decisão.
Decido Te adorar pelo resto da minha vida.
Entrego-Te para sempre o meu coração.
