So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
“Não somos apenas aquilo que vivemos; somos também aquilo que conseguimos fazer com o que vivemos.”
— Juliana Hoffmann Liska
O verdadeiro poder não está em mudar o mundo, mas em não deixar que o mundo mude aquilo que há de mais puro em você.
Já se foi a época em que não podíamos viver sem isto, aquilo e sem aquela pessoa. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
"O que guardo no meu íntimo não são bons pensamentos. Verbalizo e materializo apenas aquilo que fará o outro nunca me esquecer."
Sobre o Vazio (Diálogo)
"Eu não sei se aquilo que acho que preciso é realmente o que preciso… mas sei que devo procurar.”
— “E como pretendes procurar por algo que nem sequer sabes definir?”
“Não sei. Talvez certas buscas existam antes mesmo da compreensão delas.”
— “Ou talvez estejas apenas tentando dar sentido a um vazio comum.”
“Talvez. Mas ignorá-lo parece pior do que me perder tentando compreendê-lo.”
— “E se não houver nada para encontrar?”
“Então ao menos terei descoberto isso por mim mesmo.”
— “E se essa busca apenas te frustrar?”
“A frustração talvez seja inevitável para quem pensa demais sobre a própria existência.”
— “Então procuras respostas?”
“Não exatamente. Respostas costumam encerrar as coisas… e há algo em mim que não deseja um fim, apenas compreensão.”
— “Compreensão do quê?”
“Do vazio.
Dessa sensação constante de que existe algo faltando, mesmo quando aparentemente nada falta.”
— “E acreditas mesmo que encontrarás isso?”
“Não sei.
Talvez eu não encontre nada.
Talvez encontre exatamente aquilo que precisava.
Talvez o vazio se preencha.
Talvez ele se torne ainda maior.”
— “Ou talvez percebas que tudo isso nunca passou de ilusão.”
“Sim… ou talvez eu perceba algo ainda mais inquietante.”
— “O quê?”
“Que aquilo que passei a vida inteira procurando sempre esteve comigo… e eu simplesmente era incapaz de reconhecê-lo.”
Sobre o vazio (monólogo)
Eu não sei se aquilo que acho que preciso é realmente o que preciso… mas existe algo em mim que insiste que eu devo procurar.
Engraçado… como alguém procura por algo que nem sabe o que é?
Talvez eu esteja apenas correndo atrás de um vazio sem nome. Talvez eu esteja destinado à frustração. Ainda assim… ficar parado parece pior.
Então eu procuro.
Não porque eu saiba onde encontrar respostas, mas porque alguma coisa dentro de mim se recusa a aceitar que isso seja tudo.
Talvez eu não encontre nada.
Talvez eu encontre exatamente aquilo que precisava.
Talvez o vazio finalmente se preencha.
Talvez ele se torne ainda maior.
Ou talvez, no fim de tudo, eu perceba que nunca precisei procurar coisa alguma… porque aquilo que eu buscava já estava comigo desde o início.
E talvez seja isso que mais me assusta.
Não o vazio…
mas passar a vida inteira procurando algo sem perceber que já o carregava dentro de mim.
É tão bom alcançar pela graça e misericórdia de Deus, aquilo que os outros dizem que você não consegue!
A busca pelo segredo da lua revela que a eternidade não é aquilo que permanece, mas aquilo que se transforma em movimento, gerando fases contínuas na existência humana.
Reno Fioraso
"A compaixão não é apenas aquilo que sentimos diante da dor. É a decisão diária de amar como Cristo amou."
— Fabinho Martins
Apenas venha!
Para que não aconteça novamente, venha comigo e deixa tudo aquilo que te fez mal para trás,
não posso te oferecer neste momento um banquete completo de tudo com o que você mais gosta, porém posso te oferecer o pão da pluralidade e da singularidade,
o triste e o vazio que já te fez chorar por um tempo, acaba aqui,
o encontro de almas escolhidas pelo destino não permite as mesmas falhas, não permite os mesmos finais,
andar entre as rosas com seus espinhos deixam arranhões e marcas profundas, mas o que prevalece na imaginação e no emocional no entanto, são as belezas das cores vivas e dos perfumes das rosas.
Eu não quero de graça. Eu quero abundância financeira pra pagar de forma justa por tudo aquilo que eu precisar.
quando o acaso decidir
Talvez o mais estranho entre duas pessoas não seja aquilo que aconteceu.
É aquilo que continua acontecendo depois.
Uma foto qualquer pode carregar uma história inteira. Uma pessoa pode aparecer ao lado de outra, sorrindo, sem intenção nenhuma além daquele instante, e ainda assim atravessar uma tela e parar justamente onde não deveria. Em algum lugar, alguém vê. Reconhece. Sente alguma coisa que talvez nem queira admitir. E responde de um jeito pequeno, quase casual, como quem tenta esconder o tamanho daquilo numa frase.
Engraçado como algumas pessoas ainda conseguem fazer isso.
Mesmo longe.
Mesmo depois de tudo.
Mesmo quando já não existe mais motivo para prestar atenção.
Talvez porque certas histórias nunca tenham aprendido a terminar direito.
Elas só mudam de lugar.
Saem das conversas e vão parar nas músicas. Saem dos encontros e aparecem numa foto. Saem da rotina e, de vez em quando, voltam pela boca de alguém que nem fazia parte da história.
E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tão familiares mesmo quando estão vivendo uma vida completamente diferente da nossa.
Como se existisse uma versão do mundo em que as coisas tivessem acontecido um pouco diferente.
Um segundo a mais.
Uma escolha a menos.
Um medo que não tivesse vencido.
Uma mensagem enviada na hora certa.
Uma porta que alguém tivesse decidido não fechar.
Nesse mundo, talvez fosse simples.
Talvez vocês se encontrassem sem precisar fingir que não estavam procurando um ao outro.
Talvez não existisse esse cuidado exagerado com o que sentir, com quem vê, com quem sabe, com quem aparece numa foto ao lado de quem.
Mas aqui é diferente.
Aqui vocês aprenderam a conviver com a estranha habilidade de ainda significarem alguma coisa sem precisar dizer exatamente o quê.
E talvez você nunca descubra se aquela reação foi ciúme, saudade, curiosidade ou apenas aquele pequeno incômodo que aparece quando alguém percebe que a pessoa que um dia ocupou um lugar importante continua existindo muito bem sem pedir licença.
Talvez nem ela saiba.
E tudo bem.
Porque existem sentimentos que não precisam de nome para serem verdadeiros.
Às vezes basta uma foto.
Uma amiga em comum.
Uma mensagem atravessada.
Um “não” disfarçado de brincadeira.
E pronto.
O passado abre os olhos por alguns segundos.
Depois volta a dormir.
Eu gosto de pensar que, se realmente existe outra vida, talvez ela não seja uma segunda chance.
Talvez seja apenas um lugar onde certas pessoas conseguem se encontrar sem carregar tudo aquilo que carregaram nessa.
Sem orgulho.
Sem medo.
Sem a necessidade de parecer indiferente.
Sem precisar transformar sentimento em silêncio só porque ninguém sabe muito bem o que fazer com ele.
E talvez, nessa outra vida, quando alguém mandar uma foto dizendo “olha com quem eu estou”, a outra pessoa não precise fingir que não se importou.
Talvez ela apenas sorria.
Porque, no fundo, algumas pessoas não desaparecem.
Elas só deixam de ser presença e passam a ser possibilidade.
E existe uma diferença enorme entre esquecer alguém e aprender a viver sem essa pessoa.
Acho que é isso que ainda me intriga em nós.
Não saber se foi uma história que terminou…
ou apenas uma história que chegou cedo demais.
Talvez em outra vida a gente descubra.
Ou talvez não.
Mas, se algum dia você ler isso e sentir que tem alguma coisa familiar demais nessas palavras, talvez seja porque certas histórias têm esse problema:
mesmo quando ninguém fala o nome,
elas sabem exatamente de quem estão falando.
“Não espere do futuro aquilo que os fatos ainda não permitem inferir. Planeje o possível; a razão se encarrega de reduzir a incerteza.” — Leonardo Azevedo.
A inteligência não está em saber mais do que os outros, mas em reconhecer aquilo que ainda precisamos aprender. A mente brilhante impressiona; a mente sábia transforma a si mesma.
-Jouberth Toffoli
Aquilo que eu consigo fazer, considere feito. Já aquilo que não consigo fazer, conte com toda força da minha alma para realizá-la.
Mateus 6.20: ...ajuntai para vós outros tesouros no céu...
Não perca tempo com aquilo que Deus não lhe chamou para fazer! Josafá construiu navios para buscar ouro em Ofir e os mesmos naufragaram (1ª Reis 22.49).
