Sistema
Meu coração é sistema excretor de versos
Que nos campos de lírios diversos
Esvaece sem sentir dor.
Meu coração é herança da criança
que dança no adro da esperança
da traça, da trança.
Meu coração é de pedra
Até o abstrato engendra
Na fonte que bate ao morrer.
Meu coração é uma obra prima
Que de tanto carecer de rima
Por muito tempo deixou de bater.
Meu coração é parnasiano
Quase que de ano em ano
Deságua na fonte de quem o amou
Se dele por hora me afasto morro
Assim como em morro morre o asfalto
Morro doce ao viver.
À Fausto.
Aleksandro Silva
Implemente um Sistema de Controle de Estoques para Evitar Desperdícios e Garantir Disponibilidade
Uma gestão eficiente de estoques é fundamental para o bom funcionamento de qualquer serviço de saúde. Controlar a quantidade de materiais e medicamentos evita desperdícios, reduz custos e garante que a equipe tenha tudo o que precisa para oferecer um atendimento de qualidade.
Organização e planejamento são aliados essenciais para o sucesso operacional e a satisfação dos pacientes.
As vezes nos comportamos de acordo ao sistema... tira esse bando de preto e joga no subúrbio longe das nossas vistas... como nos navios negreiros onde não podiam andar as vistas... todos sabiam o que estavam fazendo de tão cruel só que preferiam tirar das vistas para consciência não pesar...
Nossas ruas, presídios e velórios de pretos tem que incomodar essa sociedade... quem sabe um dia repiremos mais humanidades, quem sabe alguém nota que exista membros, olhos, boca, um pulso batendo, coração, cérebro... VIDA NUM CORO PRETO...
Embora as pessoas não vê estão manipulados num sistema ilusório para vê apenas o que o sistema permite.
Tudo é controlado o sistema manipula aos que seguem sem direção, afinal quem está perdido não procura sustentação todo caminho parece bom.
O sistema um nome bonito vou contar como funciona, as autoridades mentem num círculo de horrores tentam te comprar com uma vida boa, uma vida boa para eles menos para a sociedade, como o sistema vão proteger o povo se o povo não tem respeito nem confia no sistema, vão por mim, o sistema um balde de ácido corrói até os próprios membros para se manter no poder,
Tudo é parte da mesma engrenagem, o mecanismo depende um do outro num único sistema unificados forjados para que não possam separar.
Os donos do planeta induzem o sistema, o sistema manipula o povo, o povo serve de massa de manobra. O verdadeiro escravo do sistema é o povo, quem trabalha suporta o peso da carga arrastando para alimentar os donos do mundo.
Caminho pelo sistema, transito entre seus fluxos e até me misturo às suas engrenagens, mas nunca perco minha essência. Não me diluo nas massas, não me deixo dissolver pelas pressões do conformismo. Minha identidade permanece intacta, minha verdade inabalável. Adaptar-se não significa se perder; estar presente não significa pertencer. Sou parte, mas não sou presa. Navego, mas não afundo. E no meio de tudo, continuo sendo quem sou.
Círculo pelo sistema e até me misturo, mas não me diluo. Porque minha essência é forte, minha identidade é clara e meu propósito é maior do que qualquer molde que tentem me impor.
a Onipotência
O sistema mais complexo verbalizado pelo homem, - “a Onipotência”. Sustentado por um espírito; “plano clérigo”. O pecado é a maior invenção do homem depois da onipotência. Porém o pecado é “clemente” pelo plano divino, criado pela clerical e sustentado pelo populacho. A Sé vem massacrando a mulher a milhares de ano, por uma cultura machista e impostora, impregnado em cruzes e simbologia comercial, um viés da fé. A Sé é detentora das verdades incontestáveis. Sendo o maior massacre da humanidade: a inquisição, imposta por um sistema religioso da cristandade. O homem é naturalmente um renegador de suas teses contextuais dogmáticas, verdades explicitadas apenas no trancafiado pensamento, separados por uma leve e transparente cortina de medo. Quem dera uma virtude pela antiga certeza de que a compaixão traduzisse as verdades, sem necessidades de sustentar-se prostrados por um plano clérigo. Eis o mistério da fé e a simbologia da Onipotência. (A. VALIM).
O sistema que condena o materialismo é também responsável pelas aquisições das riquezas dos imponentes templos. O poder do homem da fé comercializa milagres, assombra o fraco e oprime o desgraçado em nome das divindades.
O mundo não vai mudar pelos ideais dos homens de poder soberba, nem pela competição criada por eles entre deuses ou pelo comércio das guerras e dos milagres. A humanidade fracassada pede clemência pelo perdão do pecado que não o cometeu. Tão ilusória quanto o pecado à proteção divina. Para o amanhã uma sujidade do prazer de hoje.
Queiramos uma nova realidade, libertos para viver o dia com fé, sem os poderes do comércio dizimista, sem a opressão sustentada pela fé, e, paz sobre o temente pagador de promessas.
Amauri Valim.
A maioria populacional é domesticada pelo sistema da religiosidade e pelas regras da politica, para todo o bem de uma sociedade também já nascem com as caixinhas de pensamentos prontos.
O céu e o inferno são as outras grandes obras, invenções do complexo sistema de vida religiosa, que por fim segue instintivamente inventando coisas.
Bíblia: considera-se estranho uma grande parte da bíblia, o caos da escrita, um sistema esquizofrênico da construção da linguagem, onde não há semântica. Para o fanatismo é uma fonte de verdade, como o princípio da moralidade e da norma de conduta de vida humana regida por um deus. Poderia associar a um grande pecado, o pecado das escrituras. A modificação da bíblia com a passagem de cristo foi para aperfeiçoar um deus do antigo testamento, porém continua falha, controversa e insatisfatória quando uma visão parecer critica, o viés da puritaneidade dos deuses. Assim também com a modificação e aperfeiçoamento da bíblia ficou até mais fácil em que parte crer ou ignorar independente da contradição ou da má explicação de seus autores anônimos. Assim toda a maldade pode ser sustentada por algo benigno entendendo que o mal não sobrevive sem que haja algo de bom nele. Aprofundam-se na história de Noé a crer no evento pitoresco medieval denominado dilúvio através dos contos bíblicos para então se ignorantar do propósito de uma vida terrena. (A. Valim)
