Sinto o Vento na Janela
Você devia pegar esses poemas, jogar pela janela, para o vento espalhar sua arte pela cidade inteira.
O sol bateu na Minha janela, o vento balanço às cortina, para que os raios solares entra se, quando abri meus olhos fui surpreendido pela surpreendente beleza, teu sorriso.
Te Amar
É como a brisa do mar,
o vento na janela,
o carinho da pessoa amada,
é como acordar todos os dias e ter a certeza de que
alguém mesmo longe gosta de ti
Mesmo sendo assim um amor platônico,
um sentimento impossível de ser vivido,
eu sei que serei feliz,
mesmo longe do mundo em que gostaria de habitar,
mesmo longe das pessoas que eu gostaria de estar eu,
eu acho que sou feliz,
ou talvez isso, sejas só uma maquiagem que a vida me fez,
ou sei La quem disse que eu deveria ser assim
Não importa o que pense,
o sentimento não esta no meu coração e sim na minha mente,
mesmo inconsciente eu sei que
sou mais forte do que aquilo que sinto
e mais ágil do que o sangue que core por ti em minhas veias,
é, sangue mesmo,
porque o coração você já levou.
Vento forte
Bate na janela
Barulho estranho
Vem lá de fora
Desperta o sono
De madrugada
De olhos abertos
Pensando em nada
Um vazio
Se instaurou
Dentro de mim
Não tenho medo
Nem desilusão
Meu coração
Tem proteção
Meu amor
Está em mim
@zeni.poeta
Direitos autorais reservados
Lei 9610/98
Se deixarmos a janela aberta, não adianta culpar o vento pela bagunça.
Culpar os outros só nos faz regredir como seres humanos
Somos os únicos responsáveis pela vida que estamos vivendo hoje.
Cada uma de nossas escolhas e ações nos trouxeram até aqui.
A noite chega de repente, demorada, chuvosa e fria . Na janela sopra um vento, do nada nasce um sofrimento. Pelo vidro vejo que se passou mais um dia. Sentado na varanda do tempo, faço do véu da noite o refugio dos meus sonhos. Minha alma chora, tropeçando na escravidão do meu desejo, vejo o tempo passando por mim, o que fazer ? Valeu os amores que vivi e trago guardados no peito. Respiro fundo preencho meu coração com a emoção e adormeço. De toda tristeza me esqueço pois vou sonhar com você. Boa noite.
Quem deixou a janela aberta não pode culpar o vento, pois a desordem é o fruto do próprio relaxamento.
Noite fria, janela batendo com o vento, la fora a escuridão domina tudo . Sei que aqui não é meu lugar . A noite quando as palavras se calam, e dão espaço para o silêncio. Posso ouvir o grito da solidão. Me perco em sonho que apenas atravessa minhas noites Ilude os meus dias, marcando-os com
Infindável tristeza que habita em mim. O tempo esse sempre corre, brinca e nunca cansa, constrói pontes, cria histórias, nos permite relembrar cada emoção. Mais não traz de volta o tempo desejado . Qual sera a diferença entre estar vivo e viver . Minha história se perdeu na estrada da vida ou no caminhar dos anos. Ha tempo, mandem um resgaste-ainda há tempo. Boa noite.
Pedra
O vento impetuoso fustigou a janela,
as árvores dançaram sob a luz artificial.
Procurei-te na solidão da memória,
templo sagrado em ruínas,
várias pedras já foram roubadas,
lançadas ao rio por crianças,
desapareceram na espiral cristalina,
jazem nas profundezas, ocultas,
mas ainda inquietas.
Guardei uma diferente, é azul,
como o meu sonho,
como os sonhos do mundo,
que são como o Céu e que são
de toda a gente e de ninguém.
Onde te perdeste que não te encontro?
A nuvem onde dormimos desfez-se,
choveu durante estações,
mas, depois, os raios de sol entraram
timidamente,
trazendo o calor da esperança.
As árvores finalmente dormem,
o Homem acorda.
Olho para a pedra,
continua azul...
Enquanto viver, ficarei com ela.
Depois, morrerei, tu também morrerás,
onde não sei,
mas a pedra permanecerá
ainda
azul como o céu...
VOCÊ MEU CALENDARIO
O vento passa na janela
Calendário que se foi
Vidas imaginário colorido
Amor
Dolorido de
ciúme
Desbotado, sem perfume
Passos de idas
Passos de volta
Acolho teu caminhar
No meu peito
Em uma paixao
Que não me solta
VOCÊ MEU CALENDARIO
O vento passa na janela
Calendário que se foi
Vidas imaginário colorido
Amor
Dolorido de
ciúme
Desbotado, sem perfume
Passos de idas
Passos de volta
Acolho teu caminhar
No meu peito
Em uma paixao
Que não me solta
Manhã de Nostalgia
Amanheceu chovendo, o vento batendo
nas frestas da janela, e os sábias num canto antigo de carinho.
O mundo lá fora se veste de cinza e calma,e aqui dentro, o tempo se aninha na alma.
Entre o barulho da chuva e o frio que vem, surge a vontade doce de não levantar também.
O edredom é refúgio, ninho, lembrança,
traz o aconchego macio da infância.
O cheiro de café invade o ar devagar,
como quem chega para te acordar sem te apressar.
É perfume de vida, de casa, de história,
mistura de sonho com memória.
Um abraço dengoso e o pé quentinho completa o cenário, como se o amor fosse o próprio horário.
E o dia começa, sem pressa, sereno...
Ignoro o relógio, volto a dormir,
porque hoje quero voltar a ser um garoto pequeno.
Como o vento a entrar pela janela.
"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver
Sentido e nem valor
O que vale na vida é o amor
Amar é enxergar a beleza
E sentir o seu sabor
Na água da chuva que cai
Na beleza da noite
É olhar-se no espelho
Poder ver a sorte
Pela imagem refletida
Ser somente uma ilusão
Por mais bela ela seja
Pois a imagem verdadeira
É o Sol no céu
Numa mente que o veja
E que sejam todos nossos sonhos
Bem assim
Como o Sol que brilha
A beleza na vida é o olhar que trilha
Confiante
Encarar de frente a todas as vicissitudes
Como quem sorri perante o espelho
E entender que o velho Sol é também uma ilusão
Como a chuva que se torna tempestade
O que vale na vida é o amor
Que se vai, que voa e que evapora
E que volta maior quando retorna e que te invade
Como o vento pela janela
No momento em que transforma a brasa em chama
E a chama da vela em nada
Nada além de uma vela apagada
E teu quarto em escuro
Era tudo o tempo todo uma questão de proporção
Pense, que o futuro continua a pertencer a Deus
Apesar de tua ilusão ao olhar pro espelho
Pois, em toda tempestade que cair
O Sol vai estar brilhando lá no céu
Talvez leve algum tempo pra entender
Que a beleza mora lá no olhar
Que sorri quando chora e está aqui
Mas que olha e não vê. "
Edson Ricardo Paiva.
A felicidade não é a cidade ao fim do mapa, é o próprio vento pela janela, o ritmo das rodas nos trilhos, o horizonte que se desdobra enquanto se vai.
Pois lembre: o pássaro não entoa seu canto por ter a alegria; é no ato de cantar — no ar que vibra na garganta, na nota que se desprende e preenche o arvoredo — que a alegria, plena, nasce e se aconchega em suas penas.
A felicidade não é um porto à espera. É a própria maré dentro de você, o movimento que faz o navio navegar.
Lágrima
Da janela embaçada já sem vida,
a calçada gelada sopra o vento frio.
A dor da partida inesperada
chove em mim!
O vento traz nomes que o mundo esqueceu. Eles pousam na janela e demoram a sair. Eu os recolho como se fossem folhas importantes. Coloco-os no bolso e sigo caminho mais leve. Carregar nomes é forma de resistir ao esquecimento.
As vezes ouço vento passar e a chuva cair,
da janela do meu quarto, pensando em você...
O que eu faço pra te conquistar ? sabe...
já de ter te conhecido a minha vida já valeu...
não sei explicar o que eu sinto quando estou ao teu lado,
não sei se te mereço, mais quero você pertinho de mim,
queria olhar nos teus olhos, beijar tua boca, é te fazer feliz.
Vou deixar o meu silêncio ser levado pelo vento até ele bater na sua janela, entrar no seu quarto e nele ficar.
Abri a janela , o céu ainda está nublado , mas a núvem passará, o vento é que está fraco ! (Markus Souza)
