Sinto falta do meu Passado
Página virada
Página virada
Forças pra mudar
Fé no futuro
Fazendo o meu presente
Pensando mas no futuro
Olhando mas pra mim
Sorrindo pra vida
Deixando o melhor fluir
O melhor de mim
Vou deixando
Buscando meus sonhos
Sem medo vou indo
O medo ficou no passado
Preconceito vou quebrando
Caindo levando assim irei
Parar jamais
O futuro me espera
Quando o medo bate
Não deixo entrar
Não posso parar
Tenho que caminhar
Até meu alvo alcançar
Meire Perola Santos
Código do texto: T5154559
Nos campeonatos de som,
Meu objetivo é ganhar
Nos "campeonatos" da vida,
Meu objetivo é te conquistar
RELVA - CAPÍTULO 4
Quando escrevo, meu pensamento voa, me deixo guiar pelo vento interior, desembaralhando as letras colocando cada uma no lugar que melhor lhe cabem naquele dia
.
.
Meus pensamentos inquietos resvalam em dúvidas internas, esbarram em conflitos até colidirem em cheio com minha vontade de voar, vontade essa que percorre meu corpo até a ponta dos meus dedos escorrendo a tinta sobre a folha de caderno velho .
.
16h44
.
.
Hoje está chovendo, não irei encontrar Levi na cerca que divide nossas fazendas. Combinamos que sempre que houvesse chuva, iríamos procurar algo novo pra fazer e compartilhar no dia seguinte .
Resolvi escrever sobre algo que vi
.
.
.
Leve
em um bater de asas inquietas
sobrevoa o jardim
como um peixe livre
mergulhada em um oceano ar
.
Leve
solta ao vento, linda e frágil
assim como nossa vida é
voa ágil entre as folhas
nas asas pólen e esperança .
.
Leve
pousa em flores
sob o som
de todas as marchas
as nupciais e as fúnebres
Sempre está lá.. .
.
.
Leve
borboleta amarela
Leve
carregue até ele
meu desejo embuçado
Não te falte coragem
para pousar
entre meus dedos ou
nas costas do Leão Branco
.
.
Leve
minhas letras
Leves
.
.
Leve meu recado
através da brisa leve .
.
.
Levi pensa que não sei que ele é apaixonado por mim, eu também sou por ele, mas temos medo de assumirmos a acabarmos até com nossa amizade.
Infelizmente quando relacionamentos acabam ambos querem se afastar e até se tornam inimigos, não quero isso com Levi. Se for pra acabar nossa amizade. Nunca iremos namorar
.
.
.
.
CONTINUA
Descalça
Areia do mar
Meu prato
Degusto teus olhos
Tua boca
Cheiro de mel
Meu sonhos
Maré
Águas indo
Voltando
Eu
Querendo
Beijos...
05/12/2019
Da janela
Meu mundo de sonhos
Em meu corpo
Dedos teus
Toca-me
E me faz mulher
Pura
Demônio !
29/11/2019
Não quero carregar pesos e bagagens pesadas!
Vou seguir na jornada fazendo do meu coração a morada de tudo aquilo que enaltece minha alma!
Oh, meu peito vazio
Que se alastra a solidão
Oh, devaneio poético
Que imunda o coração
O devaneio de poeta
Torna tudo confusão
Me sinto despertencido
Pertencendo à mim
Somente à mim
Como uma estrada de um mão
Esse meu devaneio
Me deixa louco
Com o fato de despertencer
Vou seguindo em frente
Por aí
Buscando me reconhecer
Como eu não sabia onde ele estava, a cidade parecia maior, e parecia entrar direto no meu quarto: ele estava em algum lugar, ainda que desconhecido para mim, estava presente na minha mente e era uma coisa grande e escura dentro de mim.
Não durmo ainda
Só na cama
o tempo
ainda é meu
como a palavra
Discretamente
me agito
no colchão
Não penso em Deus
na morte
Imprimo
Aqueço-me
Escuto
conservo a posição
Ao fim da noite, no frio do táxi, pousas
a cabeça no meu ombro – e assim entramos
duma vez e inteiramente na nossa vida.
Lá fora, pelo contrário, tudo perde realidade;
há em toda a parte um sossego abstracto,
as ruas parecem pintadas – betão entre
as árvores – numa tela baça. Vamos por lugares
que não reconheço, a minha geografia é vaga
e omissa como a dos velhos cartógrafos
que desenhavam um mundo cheio de espaços
em branco. É onde estamos agora, num
intervalo do mapa rente à primeira manhã –
que será a nossa e também a última.
“Minha mente me traiu, meu coração me condenou, minha mão me feriu, meu braço me amarrou, o corpo sucumbiu, o espírito enganou, eu queria, o tempo ceifou, se foi o cordão umbilical, não sei, visitei um mundo mau quando errei.”
Giovane Silva Santos
Minha mente é um infinito!
Meu coração é uma estrela!
Se perde em conflitos e sussurros que eu ainda não posso compreender. Será que isso é real? Ou é apenas mais uma estrela morta que perdeu seu brilho a muito tempo, e está tentando preencher um vazio no espaço escuro.
SOU DO CARIRI - João Nunes Ventura-12/2019
Sou do cariri
Viajei com o vento,
Meu coração de contente
Com meu olhar de anil,
Sou da mata do Brasil
Das terras do norte,
Meu abraço é forte
O meu canto é varonil.
Meu sentimento é de paz
Eu sou filho do céu,
Sou o anjo Gabriel
Livre na verde serra,
Sou canto sou oração
No meu sonho de menino,
Na estrada do meu destino
No seio de minha terra.
Minha homenagem hoje vai para o meu neto Gabriel Nunes Bandeira, criança ainda, nascido no estado do Ceará, na região do Cariri.
SORRISO DE MINHA IRMÃ – João Nunes Ventura-12/2019
Oh! Que dias de felicidade
O encanto do meu sertão,
E que bom o meu coração
Passeia na risonha manhã,
E tem saudade de outrora
Do aconchego e do carinho,
De minha casa o meu ninho
E do sorriso de minha irmã.
Se hoje consegui me desprender do bando, voar meu próprio voo, me tornando um líder que consegue conectar pessoas e inspirar nelas o desejo de voar mais alto, é porque um dia estive preso ao chão, sentindo o peso das asas que não conseguiam bater por conta própria.
