Sinto falta do meu Passado

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As vezes me sinto um simples anjo em meio ao apocalipse que não sabe para onde voar e nem ao menos onde pousar.

Eu sinto teu desprezo de longe, é impressionante. Você não falha.

Na melancolia de teus olhos
Eu sinto a noite se inclinar
E ouço as cantigas antigas
Do mar.

Nos frios espaços de teus braços
Eu me perco em carícias de água
E durmo escutando em vão
O silêncio.

E anseio em teu misterioso seio
Na atonia das ondas redondas.
Náufrago entregue ao fluxo forte
Da morte.

Amanheceu um lindo dia, sinto
a felicidade no ar. Finalmente
sexta-feira chegou. Ótimo dia.

Não me sinto obrigada a engolir o que não me faz bem, e uso com gosto a minha liberdade de ir e vir para me distanciar daquilo que não muda nada em mim . Indiretas nunca me foram agradáveis , e gente que erra e se faz de santo nunca foi bem vinda pra mim , as pessoas viveriam com mais intensidade se fossem transparentes , as amizades seriam mais bonitas se a falsidade não fosse o alicerce , o amor seria mais nobre se uma insatisfação não fosse o motivo pra tantas fofocas e disse me disse . Aprendi tanto com esta gente inconstante e vazia de sentimentos verdadeiros que hoje eu sou assim , meu sorriso só destrava pra quem realmente gosta de mim.... Pra quem não gosta , me perdoe a sinceridade , mas "to nem ai".

Eu nunca me sinto bem mas a vida segue.

Quando vejo que já se passou um ano, me sinto triste por não ter mudado nada na minha vida.
Continuo sendo a mesma, com os mesmos ideais e as mesmas dores.

Antes, eu achava a solidão triste e sombria, hoje me sinto mais eu, sem estar rodeado por falsas pessoas que nunca estiveram ao meu lado.

Deus te trouxe para a minha vida
na hora certa. És uma pessoa
especial, por isso sinto-me
especialmente feliz em desfrutar
da tua amizade, teu carinho e tua
confiança.

Olhar poeta

Vejo cheiro de terra
Molhada.
Neste estado apaixonado,
Sinto-me presa
Dos seus braços
Suados, quentes…
Miro tudo de formas
Diferentes; vezo botões
Se transformarem
Em flores.
Veto seus beijos
Em outro

Beijo vagabundo.
Olhar poeta.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Já estou cansada de ouvir as pessoas falando sobre o que sinto.
Na verdade, o que elas comentam é o que eu não consigo sentir.
Tavez por falta de capacidade, ou ainda não tive tal oportunidade.
Tavez eu fique sempre na defensiva, evitando mais uma ferida.
O que importa, é que até meu silêncio machuca os outros
E isso me afasta do mundo e de todos que a dele pertence, aos poucos.
Não quero perder quem amo, se é que gosto de alguém
Não quero machucar ninguém, mas machuco sem conhecer a quem.
Mas eu sei que posso sentir, só nao sei se é com o coração
Vivo em um mundo de sonhos e o que sinto vem da imaginação
Gosto de acreditar que sinto, mas com sentimentos não me envolver.
Mas sinto que sempre minto e vivo de me esconder
Queria eu saber amar com facilidade e ter certa fragilidade.
Ir para um mundo de verdade e encarar a realidade
Mas só ouço falar de minha frieza que pode ser minha defesa.
Sou uma fortaleza e os sentimentos minha fraqueza.

Eu sinto você me olhando, ouço teu corpo me chamando, eu sei que você me quer.

O lugar

Nesse lugar me sinto isolado
Reprimido, ou até mesmo não amado
Mas a esperança é que um dia
Não vou estar nesse lugar gelado

Do lado de fora vejo meu futuro
No qual eu ja sai do escuro
Me vejo seguro, com liberdade
Mas acima de tudo, minha felicidade

Sinto que você é ser de Luz. A cada explosão de riso, ilumina a tristeza obscura do outrem.

Por mais que seja burrice, ou até mesmo chamem de egoísmo, ás vezes eu me sinto melhor sozinha. Me sinto melhor comigo mesma. Porque as pessoas não medem esforço pra me machucar, elas nem se importam.

Quando faço o bem, sinto-me bem; quando faço o mal, sinto-me mal. Esta é a minha religião.

Às vezes eu me sinto tão isolado. Eu quero morrer.

Imerso em meus pensamentos:

Às vezes eu sinto como se eu estivesse perdido em um vasto e profundo mar, enquanto as pessoas apenas passam e observam, sem se importar, tudo que eu preciso é que alguém segure minha mão e me puxe para fora, porque a cada minuto que passa, esse oceano de pensamentos e angústias, para o abismo tenta me puxar.

Cartas

Eu sinto saudade
Da carta escrita,
Tão leve e bonita
Na simplicidade
Da intimidade
De quem escrevia…
Hoje, todavia,
É brega, passado,
Foi posta de lado
Nesta era fria…

As coisas pequenas
Perderam valor.
Moldaram o amor,
Puseram antenas
E formas obscenas
Nas coisas mais belas…
Ficaram nas telas,
O calor, a vida
A mão não sentida
Nas frases singelas…

Ah, modernidade…
Engoliste cartas,
Fizeste lagartas
Que sem qualidade
E sem humildade
Se julgam normais
(por serem iguais)
Vivendo de abraços,
Sorrisos e laços
Que são virtuais…

⁠Eu nunca amei ninguém assim. Talvez eu não esteja dizendo do modo certo, mas é como eu sinto.

(Alec Lightwood)