Sinto falta do meu Passado
Se a vida é uma viagem, sinto que a minha foi uma viagem perdida. Dói até o fundo da minha alma pensar no tempo perdido enquanto eu perco mais tempo.
Sua presença me transmite paz, me sinto
segura quando estou em seus braços. Você me
mostrou que mesmo em momentos difíceis se
é feliz, você faz parte não apenas de minha vida,
você faz parte de mim. Da minha essência, é minha
cara metade, e o que mais me encanta é a forma que
me faz sentir ser sua amiga, companheira, amante e
mulher. Te amo como nunca amei ninguém.
Sinto pelo seu olhar
Aquele sentimento de fúria
Sinto pela sua presença
Aquela ignorância pura
Sinto em suas palavras
Certo desprezo, sem cura
Me diz, o que foi que eu fiz
Me diz no que foi que eu me tornei
Me diga, como eu faço pra passar...
Eu sinto no teu sorriso,
E na profundeza do teu olhar,
Que tu mereces o paraíso,
Num jeito simples de te amar...
Talvez hoje não seja um ótimo dia, mas, enfim, só de ter acordado hoje já me sinto um pouco mais feliz.
Eu to cansado de te esconder,
Esconder o que eu sinto por você,
Eu não aguento mais,
Preciso te contar,
Mais tenho medo,
Medo da sua reação,
Medo do que você vai pensar,
Medo de que você pare de falar comigo,
Medo de que você pare de olhar pra mim,
Medo de te perder,
Eu tenho medo,
E é esse medo,
Que me faz manter esse segredo.
O que mais me atrai no rapel é a sensação causada enquanto estou saltando, sinto uma mistura de medo e adrenalina por estar pendurada apenas por uma corda além de euforia e muito prazer pela liberdade. O rapel de cachoeira é chamado de Canyoning e é considerado o mais belo e emocionante por nós, os praticantes. Aos poucos, o medo vai dando lugar a uma sensação de paz e integração com a natureza. Além da oportunidade de contemplar a belíssima paisagem da mata amazônica.
Ver uma paisagem por um ângulo diferente, sentir a água cair em seu corpo massageando naturalmente ou simplesmente fechar os olhos num breve instante e ouvir o som da vida ao redor, não tem preço! O homem é pequeno diante da grandiosidade da natureza, e mesmo assim, ela nos permite chegar e conhecer suas belezas bem de perto aproveitando ao máximo toda a riqueza da fauna e da flora. Essas são algumas sensações de quem pratica o Rapel.
Quem nunca praticou deve fazer sua estréia com a ajuda de instrutor mais experiente. É preciso checar bem o equipamento utilizado, afinal você está literalmente pendurado por uma corda e no caso de cachoeiras que é sempre uma altura considerável. Rapel é uma atividade segura que deve ser praticada com muita atenção aos princípios de segurança. Seguro por uma corda, é possível chegar a um lugar onde, em condições normais, ninguém poderia ir. È isso, no mais o que tenho pra dizer é... Se joga!!!
Choro e visto o luto na alma, mas sinto que nada disso fará aliviar este sofrimento, e principalmente nada nunca substituirá sua presença. Hoje há um lugar que fica vago para sempre na minha vida, o seu!
Estou apaixonado.
A vida me aprontou uma, eu só me magoou.
sinto como se ela gostasse de mim, tanto quanto gosto dela.
Mas ela não ver isso, que a poderia fazer feliz.
vejo ela tentar a sorte com outros, sempre se magoando.
Então eu fico triste, só queria faze-la feliz.
ser o ultimo homem de sua vida.
Ela sempre acaba vindo para mim, como amiga, confiando.
Tenho muita amizade por ela, mas também tenho amor.
Não consigo parar de pensar nela. No seu sorriso bobo, no abraço gostoso... das conversas e convivência.
Bem, eu não tenho mais o que fazer quanto a isso.
Tentei o possível para conquista-la...
Mas nunca serei digno do seu amor.
Sinto, por vezes, um temor espantado das minhas inspirações, dos meus pensamentos, compreendendo quão pouco de mim é meu.
(aforismos e afins)
Me sinto vazio por dentro, a cada dia vejo que a felicidade se afasta, tanto no amor, quanto na vida, o que posso fazer? Dizer que desiste, que continuo lutando... Realmente não sei, só sei que ainda estou caindo, não encontrei o fundo do poço ainda mas, temo que encontrarei em breve, a cada luta vencida era uma força que eu perdia, estou no limite, como estou de pé... Também não sei, apenas continuo tentando, me segurando a onde posso para subir o poço que estou caindo.
Quando me atrevo a ser poderosa, a usar minha força ao serviço da minha visão, o medo que sinto se torna cada vez menos importante.
Quando não encontro nem um nem outro e respiro a morna mediocridade dos dias chamados bons, sinto-me tão dolorido e miserável em minha alma infantil, que atiro a enferrujada lira do agradecimento à cara satisfeita do sonolento deus, preferindo sentir em mim uma verdadeira dor infernal do que essa saudável temperatura de um quarto aquecido.
Eu acredito no sol, mesmo quando não está brilhando.
Eu creio no amor, mesmo quando não o sinto.
Eu creio em Deus, mesmo quando ele está silencioso.
Quando você me abraça sinto-me borboleta saindo do casulo, arrebentando as paredes que me confinam, sufocam, como se estivesse sendo lançada para fora da prisão dos meus próprios medos, para voar livre em um céu azul e sem limites.
