Singularidade
Não conheço aquele que alcançou o ato de subsistir por inteiro, todavia, todos em sua singularidade aspiram ascender, alguns de olhos fechados outros com brilho nos olhos, cada qual como pode. Muitas vezes é difícil quebrar a casca do ovo.
A singularidade da revolução tecnológica não implicará apenas numa profunda transformação social, mas na extinção da humanidade, pois seres humanos perderão seu humanismo para tornarem-se cyber humanos.
Se é na natureza que reside abundância. Busco reflexão nos meus ideais que tem uma singularidade que é só minha.
Definição.
Mas, o que é o amor? Será que existe alguma definição para tamanha singularidade? Será que todo aroma, sabor, tato e cor, é capaz de definir esse sentimento que provoca calafrios e arrepios?!
O que seria de nós sem esse amor?
O que seria de nós sem essa singularidade, que não pode ser definido nem por palavras, aroma, sabor, tato e cor?
Ah o amor, sentimento que chega, acalenta e que toma conta da gente. Não sabemos de onde vem e nem para onde vai.
Não há definição para tamanha singularidade, sua existência não é medida, apenas sentida. Sentida por quem ama e é amado, por quem sabe amar e ser amado... Ah o amor!!
A singularidade cibernética é o ponto no qual o ser humano deixará de usar a tecnologia para ser a tecnologia.
- Bela autenticidade
Não há preconceito quando atribuímos a devida singularidade ao outro; Fulano, Ciclano e Beltrano deixam de ser rótulos formulados pela sociedades; o Fulano é o Fulano; o Ciclano é o Ciclano; o Beltrano é o Beltrano, e não teria sentido se não fosse.
Trate com singularidade quem te valoriza de forma singular.
Seja especial para todos os que você ama, pois o Tempo não perdoa os que caminham pelo lado mais raso do Amor.
O individualismo, o narcisismo e o egocentrismo, nos levarão a uma singularidade mórbida, afastando-nos do amor, e do Espirito Santo.
A liberdade de ser você na sua singularidade, não tem preço, seja autêntico, suas qualidades são únicas.
Se ame a ponto de não querer ser igual a ninguém, seja simplesmente você.
Rafael Falanga
Não tenho pretensão de nada
Quero apenas
A singularidade da vida
Com a fertilidade dos momentos ternos
Quero
Teu corpo sobre o meu
Numa tarde fria de inverno
Sentir teu cheiro
Teu respirar
Quero
Sentir tuas digitais em meu corpo tocar
Quero
Amar-te sem medo
Numa doce entrega
Sem nenhum segredo
Me deixar em ti!
Percebo que estou preso na singularidade, mas não me aborreço, plural tem vários caminhos, e o meu eu já conheci, por isso sigo na paz, percorrendo o caminho que já escrevi!
Seu relaxo era charme, a negligência consigo mesma, forjava sua singularidade. Empurrou o portão, saiu. Na rua, na realidade mundana, era o centro, o centro de convergência, centralizava a atração.
Toda essas babozeiras humanas, vêm simultaneamente à singularidade vir sendo chamada de amor próprio, quando é egoísmo e narcisismo marchetado.
Quero toda a singularidade de um amor bonito, não precisa ser de cinema não. Basta sua mão na minha, os programas de sempre, os mesmos filmes da tv, o olho no olho e um abraço apertado. Queria alguns minutos, palavras bonitas e você ao meu lado ouvindo o coração bater acelerado, nossos corpos à menor distância possível, lado a lado. E não precisar dizer mais nada, basta chegar sem avisar, me pegar de surpresa e dizer o de sempre, já estarei satisfeita.
"A singularidade é uma categoria lógica, mas está também nos limites da lógica. É possível falar do singular, além de designá-lo? É possível falar dele? O singular, como tal, não parece com nada: ele ex-siste à semelhança, ou seja, ele está fora do que é comum. A linguagem, por sua vez, diz apenas o que é comum, exceto o nome próprio – sem que o próprio do nome seja uma garantia absoluta da singularidade."
