Sim nós dois
Uma noite mal dormida resume meu dia. Hoje meu estomago resolveu parar de funcionar. Sim não senti uma minima fome durante o dia e parece que quando coloco algo nele ele quer expelir tudo.
Meu coração ta tão apertado com isso tudo, minhas lágrimas estão caindo a quase 12 horas e parece que a qualquer momento meu corpo vai ficar desidratado e finalmente falecer. Muita das vezes, esse seria meu desejo.
Deseje, desenvolva, use e pense na fé
Não como um meio para conseguir coisas
Mas sim, como o único meio que nós temos
Para sermos pessoas agradáveis aos olhos de Deus
O PASSADO É INSIGNIFICANTE. Sim, ele é o espelho da nossa história e conta muito sobre o que somos. Mas o que eu sou depende muito mais do que eu estou fazendo agora, do que das coisas que eu fiz. Nós temos o poder de mudar, a qualquer momento da nossa existência, para melhor ou para pior. A única coisa que importa é o futuro, que nada mais é do que uma página em branco que a gente pode preencher com as tintas que bem entendermos. Tirando das costas o fardo do passado, encontramos nos nossos pés a leveza necessária para saltos no futuro, cada vez mais altos, arriscados, excitantes e, sim, felizes. O presente nada mais é do que o momento em que passado e futuro se beijam. Esse encontro de lábios dura um tempo ínfimo, intangível, mas é suficiente para transformar o agora em história.
Nenhum ser humano é capaz de viver sem afeto. Se você acha que sim, pode fechar os olhos, pois você já morreu.
" Eu sinto medo dessa minha desorganização profunda..........eu penso que sim, mas isso não está totalmente maduro aqui dentro de mim......eu fecho os olhos e só vejo o que imagino constantemente......isso me fere.......me tortura...... "
Sim ,é bonita! Muito bonita! Ah se meus dias pudessem ter um pouco de sua ternura e graça .não é toda a vida que se acha alguém assim ,que se faz palpitar o coração mais rápido e parecer-lhe gelada as mãos .não são comuns sorrisos como este ,a dança q as pernas da bela moça fazem ao andar esbanjando leveza por aí .não é comum ver aqueles olhos ,olhando com piedade para tudo .não é todo dia que eu ,moço desconsolado de amores vê oq vê nela .e só nela .a qual me parece uma boneca ,mas não é de se brincar .é de se amar e fazer carinho e quem sabe a mais feliz de todas .a vida iria me parecer mais bela com ela ,e haveria de ter mais cor com suas roupas de primavera ,com seu batom de canela e seu perfume de lima verde colhida do pomar .ah ,como é bela aquela que vi passar! Não tenho mais palavras para descreve-la pois é acima de toda a arte de expressar .é digna de beijos ,de abraços ,de amores .é digna de sonhos ,de praças ,de flores .é digna de si e em si se acha bonita .é sim ,o meu amor mais bonito .ai de mim ,ela perceber isso .
Não é nas grandes ocasiões que você vê o caráter de uma pessoa, e sim no dia a dia, quando quase ninguém está olhando. Saúde e Paz!
E sim, para que você
saiba, foi amor a
primeira vista!
Me apaixonei do nada,
sem fazer o mínimo
esforço. Me apaixonei
gradativamente. E foi
assim, num piscar de
olhos! "
Eu Sinceramente Acredito que a gente pode sim escolher em que tipo de lugar vamos estar. Mas As Pessoas Resumem a escolha, apenas no pensar. Escolher não é só você pensar que você é de tal coisa, é você agir, fazer, realmente pertencer aquilo que se quer. A escolha está na atitude,consiste no pensamento mas tá na atitude a escolha..
Baseado nisso, a gente ter na atitude estar em qualquer lugar que a gente pense em estar, a gente vai parar no lugar que a gente deseja. A gente sempre pensa antes de escolher, mais a escolha está no agir.
"LEMBRE-SE: TU NÃO PRECISAS DE PESSOAS QUE TE DIGAM O CERTO OU O ERRADO. MAS SIM DE ALGUÉM PRA LHE DIZER: NÃO IMPORTA O QUE ACONTEÇA, ESTAREI SEMPRE AO TEU LADO."
Não é a morte que faz uma pessoa ganhar estátuas, datas comemorativas ou grandes desfiles, mas sim o que ela fez em vida e a importância que as pessoas lhe atribuíram.
Porque
Para mim
O importante
Não
É o tempo
E sim
As pessoas
Que fazem
Parte
Dela
Estes momentos
Não são
Lembranças
Experiências
Já são
Sentidas
O conhecer
Já trás
Saudades
Aquele
Dia
É um
Momento
O verdadeiro
Já é eterno
O sentimento
É um momento..
RIVAL
O papai sempre gostava de dizer que “doido não tem juízo.” Eu, já digo que tem sim: apenas, em muitos momentos, “lhes faltam alguns parafusos.”
Há muitas histórias envolvendo esses personagens, com sofrimento mental; nas cidades grandes e pequenas, nesse mundão sem fim. Muitas delas, tristes; outras, engraçadas... Outras, nem tanto.
Em Campos Belos, conheci Rival; forte, de estatura mediana, usava cabelos longos, que nunca viam água. Ainda não totalmente brancos, afinal de contas ele só tinha cinqüenta anos; com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos. E, uma imensa barba fechada.
Andava calmamente pelas ruas da cidade, sempre mastigando alguma coisa que a gente não sabia o que era. Andava e parava, ao longo de qualquer percurso que viesse a fazer.
Nessas paradas que fazia, geralmente eram para observar algo que lhes chamava à atenção; e sempre tinha uma coisa ou outra. Olhava os mínimos detalhes de tudo, com muito critério. - Como se tivesse mesmo fazendo uma vistoria minuciosa. E, em muitos casos, parecia discordar de algumas irregularidades que via: ao coçar, e balançar a cabeça negativamente, quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas.
Morava num quartinho isolado na residência de um parente de primeiro grau, na Rua Sete de Setembro, próximo do açougue do Juá.
No final dos anos setenta e início dos anos oitenta, houve uma exploração de Aroeira muito intensa na região. Tempos depois, eu soube que a aroeira fora extinta no Nordeste goiano.
Paulo (in memoriam), o genro do Seu Farina (o italiano do Restaurante), trabalhava no transporte e comercialização dessa nobre madeira; e geralmente o fazia no Sul do Estado de Goiás; Minas Gerais e São Paulo. Em forma de mourões e laxas, muito usados em currais e cercas; pela sua potencial resistência em se decompor, na natureza.
Um belo dia...
Como de costume, Rival, subiu a Rua BH Foreman, atravessou a Av. Desembargador Rivadávia, e chegou ao calçadão em frente à Prefeitura Municipal.
Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando a sua frente, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.
Era o sacristão chamando os fiéis, para a “encomendação de um corpo.”
O curioso é que, naquele dia, ele não atendeu o apelo religioso, apesar de nunca ter perdido um enterro na cidade (tinha essa boa fama); mas, aproximou-se da Paróquia, e tomou a benção ao Seu Vigário, que estava posicionado à frente do Templo, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.
Riscou o dedo polegar direito na testa, três vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao Pároco, ao Santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num cordão feito de argolas, de lacres de latinhas de alumínio; confeccionados artesanalmente, pelos presos da cadeia púbica local;
Olhava ao longe, o esquife num ataúde com a Bandeira do Brasil sobre ele, próximo ao altar; era um filho ilustre que havia “partido antes do combinado.”
Rogou a Deus por ele em silêncio, estendendo as mãos unidas,uma a outra, e levantadas verticalmente, rumo ao céus.
Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas que insistiam em descer, lentamente dos seus olhos castanhos, se escondendo no emaranhado de sua barba; resultante do impacto da perda irreparável. – O Pároco lhe dissera o nome do falecido anteriormente.
Teve fome...
Já era meio dia e ele ainda não havia forrado o estomago.
Entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro. – “Não preciso de dinheiro: tudo o que vocês vêem, são meus...” deixava isso bem claro nas poucas conversas que tinha com as pessoas,digamos,normais.
A atendente lhe deu um pão dormido, sem manteiga mesmo - como sempre o fazia, e um café num copo descartável.
- “Capricha senhora!... É para dois tomar.” A moça colocou mais um pouquinho.
E ficou sem entender: pois não o viu acompanhado de mais ninguém!...
Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, parou diante do caminhão em que Paulo trabalhava; que estava encostado junto ao meio fio, logo à frente; e conversava seriamente com ele. Sim! Com o caminhão.
Que estava cheio de laxas de Aroeira. Com uma ponta de eixo quebrado. Na porta do Armazém de Seu Natã.
O proprietário do caminhão, já havia pedido ao papai que desse uma olhada no mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal, para comprar a referida peça. Pois não a encontrava na região, para repô-la.
Ainda que as faculdades mentais de Rival não funcionasse cem por cento; ele tinha um coração piedoso. Com certeza, aquilo era um Reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.
O sol estava a pino e não havia uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade.
Rival, por sua vez, continuava parado em frente ao caminhão, dando andamento na prosa...
Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançava a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação.
E conversava baixinho, de maneira que só o caminhão ouvia:
- “Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso!”...
Falava com sigo mesmo:
- “Coitadinho!... quanta judiação!... Quanto tempo sem comer e sem beber; já cheirando mal, e cheio de poeira, com esse calor tremendo que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho para refrescar; como tem sofrido!”...
“Não tenho mais tempo a perder: tenho mesmo de fazer alguma coisa.” Pensava ele.
E, lhe sobreveio uma iluminura, procedente do seu coração grandioso: então, deu o seu lanche para o caminhão comer.
Antes de despedir-se, balbuciou quase imperceptivelmente, algumas palavras:
- “Tenha um bom apetite! Voltarei amanhã para ti ver.” E, foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.
Repetiu o gesto de alimentá-lo, durante mais de quinze dias.
Todos os dias, sempre nos mesmos horários, ele deixava próximo à placa, um pão e um cafezinho, para o aquele pobre e faminto caminhão, alimentar-se; porque a “fome é negra”.
- 13.04.16
Ser pobre não significa ser inferior a ninguém.
Mas sim,não dar valor ao que a vida nos oferece,que é a oportunidade de saber viver o presente.
O que gera felicidade?
Dizem que não existe felicidade e sim momentos felizes. Posso complementar dizendo que momentos felizes formam a felicidade e acredito muito nesses “tal's” momentos, principalmente quando oscilo entre estar bem e não estar. Na verdade, ninguém é completamente feliz, todo ser humano sempre quer bem mais e sente falta de algo que nem ele sabe o que é!.. e disso eu entendo, é como buscar algo inalcançável que parece não me cansar.
21/03/11
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