Silêncio
Desculpa quando eu sumo
Isso é o contrário do que eu queria fazer
Desculpa quando eu silencio
Faço isso quando aqui dentro tudo fica inquieto demais para saber o que falar
A minha aparente inconstância
É a prova de que você permanece aqui
Não vejo as tuas pegadas
nem escuto os teus passos,
pois és feito de silêncio
e de invisibilidade.
O real não é a medida
da nossa percepção.
Eu creio no que não vejo,
no que não ouço, nem toco.
Os sentidos me apequenam
e a razão me aprisiona,
o corpo me faz mortal.
Tempo e espaço são o cárcere
do prisioneiro ilusório.
Quem crê em suas paredes,
não pode ver o infinito.
É na eloqüência do teu silêncio,
No refúgio do teu eu
Que conseguirá encontra-te
Contigo mesmo
E descobrir os teus próprios limites.
Eu...
Eu sou uma pluma que tenta ir contra o vento
Eu sou um minuto de silêncio feito por um coração
Eu sou a luz que iludia a vida com um pensamento de ternura
Eu sou um simples desejo de um dia melhor!!!...
"escuto o silêncio que há em mim e basta.."
"Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão."
De silencio faço minhas palavras
De palavras faço meus amores e
De amores faço-me poeta [...]
Sei que timido sou em quase
Não te falar de voz alta que
Te gosto, mas saibas que
Palavrs proferidas ao vento
São passageiras e momentaneas
Esero que meus poemas sejam
Eternos para que tu menina
Sabias que um dia fostes amada
Os guarde, faça destas minhas
Silenciosas palavras presente em tua
Historia e vida, pois eles são teus [...]
E ficamos assim, ela em silêncio... eu, mudo...
Mas meus olhos, nem sei... ah! Quantas cousas falam!
e seus olhos, seus olhos!... dizem tudo, tudo!
♪ Prá pedir silêncio eu berro, prá fazer barulho eu mesma faço ♪ ♪ E se eu bebo é problema meu ♪ ♥ iupiiiii ♥ ...é só voce que tem a cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto...
Minicrônia: Clodovil
O Congresso parou. Fizeram silêncio, e dessa vez não foi porque alguém queria falar, ou exclamou um comparativo daquela loucura a um mercado.
Uma voz se calou, e não foi apenas por um minuto.
De longe observa, enquanto tantos proclamam seu nome em meio a homenagens e declarações de admiração.
Sua vida agora não tão mais polêmica, não tão mais criticada, não tão mais viva...
Apenas um sonho, mas esse não há mais como acordar.
Meu silêncio tem dois lados. Em um eu não ouço. E o outro vc não me diz . E se meu coração tevesse parte de mim daria a ti! O soar destas cordas.
A cada nota,que lhe dou saudades.
Agora diz-me
não é saudades,respira teu suspiro............amor
Há tanto o que dizer...
Mas o que escrever?
Quando o silêncio invade a alma...
O sentido se perde do pensamento...
E mesmo querendo nada acontece...
Sem inspiração:
Quem irá entender a essência...
A irreverência das rimas...
Obra prima, que para muitos não representa nada...
É madrugada: a folha fria e vazia sente o calor do pranto...
Em branco, o papel não é mais o mesmo...
Não existe segredo:
Frases escrevi, chorei e sorri, mas nunca
desisti de continuar escrevendo...
Esse é o tormento do poeta:
Sentir a dor de não compor o verso...
O mais profundo manifesto da sensibilidade...
Na poesia: realidade e ilusão
vivem a mercê do sonho...
É o subliminar desejando tocar o coração...
Emoção aflorando os sentidos...
Provocando risos e lagrimas...
O inverso é o retrocesso da emoção...
Decifrar o enigma da poesia?
Essa magia eu não sei fazer...
Mas quero dizer: Aconteça o que acontecer,
Enquanto eu viver: Jamais deixarei morrer o desejo de escrever...
Em noites densas e vazias
No silêncio de Meus momentos
Sinto o silêncio total
Um buraco infinito na Alma e no coração
Apenas o sangue percorre os segundos
Em noites Sombrias
Na qual Minhas mãos suam Fria
Meu corpo se extremesse
Não consigo raciocinar
Porque Tudo me é pavoroso...
Até me descobrir em um Mundo Melhor
O Mundo dos Mortos...
21/07/2009/ter..fª 18:26 pm
Lord Jon D@rkboy Gothic
Toda noite de insônia eu penso em te escrever, pra dizer que o TEU SILÊNCIO ME AGRIDE; e não me agrada ser um calendário do ano passado. Pra dizer que teu crime me cansa, e não compensa entrar na dança depois que a música parou. Toda noite de insônia eu penso em te escrever, escrever uma carta definitiva que não dê alternativa pra quem lê; te chamar de carta fora do baralho, descartar, embaralhar você e fazer você voltar... ao tempo em que nada nos dividia, havia motivo pra tudo e tudo era motivo pra mais; era perfeita simetria: éramos duas metades iguais. O teu maior defeito talvez seja a perfeição. Tuas virtudes talvez não tenham solução. Então pegue o telefone ou um avião, deixe de lado os compromissos marcados; perdoa o que puder ser perdoado, esquece o que não tiver perdão e vamos voltar aquele lugar...
Para muito além do silêncio
Meu amado morreu numa noite de agosto, como um passarinho abatido por um tiro certeiro. E nem foi por nada. Apenas para deixar de viver e pronto. Para que nunca fosse meu e eu nunca fosse dele ou para que fôssemos um do outro para sempre, sem que entre nós nunca houvesse desencantos nem mágoas, banalidades e desgastes. Não houve tempo para mais que a ternura do amor primeiro, a mágica doçura de uma lembrança que ficou guardada, escondida para sempre naquele lugar mais secreto onde se guardam as relíquias. Virou claridade, congelou no tempo da memória que não é o mesmo que o tempo da vida. Não é passado, nem presente, nem futuro. Parou naquele agosto de todos os silêncios, porque se calou para sempre, parou ali e caminha num espaço sem referências, num vai e vem, talvez andando em círculos, não sei. E, se não fala, porque ouço essa voz que me chama e me consola com sorrisos inesperados, vestindo uma camisa de seda azul? Por que teima em não me deixar e fala que me aguarda, pede que me apoie na esperança, diz que não me trai e que é fiel à promessa que fizemos.
Meu amado morreu e eu não fiquei triste. Fiquei vazia. Tristeza faz sentido e um dia passa, dá lugar à saudade, vira lembranças e até pára de doer, tem como consolar porque as alegrias sempre vêm pra socorrer e a tristeza se esconde envergonhada. O vazio não, esse precisa ser preenchido, senão não há como viver. No vazio a gente se perde, se confunde num labirinto sem fim, como se fosse sensação de fome e sede. E eu comi e bebi de fontes envenenadas, só pra não me sentir assim, vazia.
Só sei que fiquei aqui e que meu amado morreu, que tive de viver sem ter sido dele, sendo dele para sempre. Que o busquei em muitos, tudo em vão. Meu único abrigo é a certeza que em algum lugar meu amado me espera , que sairá do esconderijo secreto onde guardei minha dor, o choro que ninguém viu e o fogo que não me queimou, que só fez doer, onde nada faz muito sentido, de onde sai o grito que não encontra eco nem consolo, mas me segue vida adentro e me fere como um raio de sol enviesado.
Meu amado morreu sem me dizer nada, apenas me pediu pra não morrer também.
Maria Alice Guimarães
COLCHA DE RETALHOS
no silencio me escondo
e não pronuncie meu nome
ou vou embora
sei os segredos do homem
mas manterei em sigilo
comando toda a sua vida
posso te ajudar,mas não vou!
sinto lhe informar de seus últimos dias
aproveite!!!
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