Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Volátil egéria que habitas paixão e dor, paixão em dor, euforias, desprazeres e o mais puro amor. Dicotomias que só a arte arbitra.
Expande lá, corrige aqui, todos em leveza, e, não, imprime, o amor também comprime, e, some o oprime.
Filha, sinto todo peso do mundo em mim, com a sua partida. Ainda consigo dar atenção, amor e carinho para seu irmão...também vejo muito de você nele...más só isso, é como se tivesse perdido meus sentimentos pelas pessoas, pois meus sentimentos são todos seus. Sei que devo dividir meus sentimentos, com você e com todos, pois acho muito cedo pra tal coisa, porquê sua partida é muito recente...e foi devastadora em minha vida, se me reerguerei? Não...más posso tranformar todo amor que dedico só a você, em um amor a todos que necessitam, inclusive os que estão próximos á mim, que talvez precisem mendigar o que sobra pra você...meu amor! Te amo pra sempre filha!❤❤❤
O amor provoca um turbilhão de sensações, trás consigo um autoconhecimento para quem o sente. Fora nos enriquecer grandemente.
Se as coisas que fazemos para Deus não são estabelecidas em amor, somos apenas meros atores encenando uma vida cristã.
Subconsciente levemente sorrindo, amor emitindo, seu sorriso de satisfação surgindo, são também em nascentes de falhos hinos.
