Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Não que eu não me importe ou que não pense sobre. O que você chama de egoísmo eu chamo de amor próprio. É complicado, não é fácil fazer escolhas, ainda mais quando não sabemos se estamos fazendo a certa. Mas não posso estar com alguém que não tem tempo para mim, porque eu aceitaria migalhas de alguém se mereço muito mais? Eu sei bem quem sou e quando amo, amo de verdade, honestamente e sem limites. Mas quero estar com alguém que saiba retribuir a isso, que saiba corresponder aos meus excessos.
Não tem nada mais estimulante pra quem gosta de escrever sobre a vida,do que um amor não correspondido.
Quando me atrevo a escrever sobre o amor receio ser acusado de plágio, mas se minha frase expressar um sentimento verdadeiro ele é único, não pode ser cópia.
Você nunca saberá tudo sobre o amor. Você nunca deixará de sofrer por um. A vida é assim, você não domina tudo que te ronda e essa é a graça mais dolorosa que ela te oferece.
Vivemos dizendo coisas belas sobre o próximo, sobre a caridade e sobre o amor. Mas a dificuldade em praticar o elo comum é gigante.
E sempre acabamos escrevendo sobre a dor ou sobre o amor. Não importa como um livro, texto ou uma vida comece ou termine, vai chegar um ponto em que o amor vai estar nas suas frases ou a dor nas suas entrelinhas, não percebemos mas tudo o que se escreve e já se escreveu esta ligado a uma dessas duas palavras, esse próprio texto aqui pode ser pelo amor a escrita ou pela dor de escrever. Afinal quem ama sente-se grande, acredita ser capaz de escrever um livro sobre suas insanidades platônicas e quem sofre, crê ser um legítimo Bukowski ou a própria Tati Bernardi. Não os vejo, não julgo nem os desmereço, pois os conheço apenas pelo que sentem, explicito em suas entrelinhas.
Na concepção humana escrever sobre Deus, é escrever sobre o amor em sua forma mais pura e singela que imaginar.
Vejo um monte de postagem falando sobre o amor... Que é isso que é assim e não sei o que lá mais!! Mas o que eu vejo são só status do facebook porque ninguém leva a coisa tão a sério, amor no que eu vejo é respeito, carinho, companheirismo, reciprocidade, confiança, saber o seu espaço e de quem está do seu lado... Existe limites, a gente as vezes tem que abrir mão de certas coisas e certos costumes se vc realmente quer que a coisa de certo...
O interessante é que tudo que a gente sabe, tudo que com o tempo a gente aprendeu sobre o amor ainda não é nada do que ele realmente é.
Tinha 8 anos quando me mandaram falar sobre o amor, desenhei um coraçãozinho meio torto e uma carinha feliz dentro dele. Me perguntaram o porque, eu expliquei que não importava se ele era pequeno ou torto, ele era feliz por que sabia amar e era amado.
O primeiro conselho que eu te dou sobre o amor, escolha alguém que te ame apesar de tudo, aprenda a amar quem te ama, se de valor, se permita a novas chances, não escolha a casca, escolha alguém que complete o seu vazio.
Mais comum do que a ausência de amor, mais comum do que a dúvida sobre o amor do outro por nós, é a dúvida que temos sobre os nossos próprios sentimentos em relação ao outro. Tente se lembrar: quantas vezes, diante dessa ou daquela sensação, deste ou daquele sentimento, você não se viu na mesma situação, perguntando a si mesmo, quase em voz alta: será que isso que eu estou sentindo é amor? Será que eu amo essa pessoa?
O amor é a única força capaz de unir a convergência à liberdade e aprender com a interrogação sobre a certeza.
