Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
O amor é sempre será uma via de mão única, onde devemos sempre ser intencionais com o propósito de amarmos sem esperar nada em troca. Pois, o amor puro e verdadeiro sempre será o ponto de partida para a excelência em tudo que fazemos.
Os três pilares para uma vida próspera, saudável e honrada sempre serão o amor incondicional, a bondade imparcial e o perdão que brota de nosso interior. Este último floresce quando compreendemos que a misericórdia é o melhor caminho para cultivar a paz interior e harmonizar nossos relacionamentos.
Não acreditar no amor seria o mesmo que ir contra todas as minhas crenças, experiências e aprendizados.
A nossa indignidade e iniquidade interior revelam um buraco em nós, um vazio do tamanho do amor e da graça de Deus. Esse vazio espiritual só pode ser preenchido quando compreendemos a nossa filiação divina, através da paternidade espiritual de Deus em Cristo.
Amar não é ingenuidade porque a essência do ser humano é o amor. Ingenuidade é esperar reciprocidade de alguém que não tem amor para te oferecer.
Meu amor por você, um barco à deriva, sem rumo, sem porto, em um mar de melancolia, onde a esperança se afogou e morreu.
O céu noturno se veste de diamantes, mas nenhum deles é tão precioso quanto o amor que sinto por ela.
Quem ama rir vive o melhor de dois mundos: o bom humor que alegra e o bom amor que nutre, gerando um bem-estar duradouro.
O toque é mais que pele, é alma, é o laço invisível que tudo une. E mesmo a cinco passos, o amor se revela no que o corpo intui.
"Quando compreendermos que o amor perfeito é simbolizado pela cruz, e que através dela podemos testemunhar o poder transformador do amor de Deus em nossas vidas, seremos conduzidos de volta à santidade e ao fervor do nosso primeiro amor por Ele."
"Quando você cuida do que é de Deus, com amor e dedicação, Ele cuida do que é seu, com provisão e graça. Ao amar como Ele ama, você permite que Seu amor transforme sua vida e a vida daqueles ao seu redor."
Amor-próprio nada tem a ver com vaidade, aliás, nem sei quem fez essa correlação. A vaidade é transitória, enquanto o amor-próprio é autopercepção. A vaidade pode melhorar a imagem no espelho e criar disputas na nossa imaginação, mas o amor-próprio pode redirecionar essa energia para uma melhor direção. A vaidade nos faz querer manter relações fracassadas e amizades que não manifestam a mesma consideração, traz a vontade de se justificar constantemente e vende nossa paz por qualquer ilusão. Já o amor-próprio nos protege desses prejuízos e está mais relacionado a um verdadeiro encontro consigo mesmo, priorizando o bem-estar e promovendo a lucidez e a razão.
