Seus Olhos Verde Mar

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A maior "virtude" dos que são tachado, Louco.
Pelas, medíocres sociais.
E dar-se o luxo.
De não ser lucido.
Um segundo se quer.

Inserida por BULEVERDE

A maior virtude daqueles, que são tachados, "Loucos"pelas Medíocres, sociais
E poder, dar ao luxo.
De não ser lucido.
Por um segundo se quer

Inserida por BULEVERDE

Vivemos num mundo com prazo de validade. Somos os detentores desta fugaz ampulheta, e somente nossas mãos são capazes de arredar ou não as areias do tempo. Devemos não apenas incorporar uma mentalidade esperançosa de futuro, com preservação e desenvolvimento ambiental, mas também passar o aprendizado adiante, estimulando esta sensibilidade às novas gerações.

O verde é a cor da esperança, o caminho para o futuro.

Inserida por gustavomatheus

Olhar para o Campo (Campo de São Bento)

Para o campo eu volto o meu olhar
Ao que há de mais belo
Natureza continua a me inspirar
À um amor eterno

Expressões que invadem minha vida
Que completam os meus dias de alegria
São canções, poesias e magia
Inocente fantasia em harmonia

Por vezes descarrego minhas lágrimas
Quando em dias de agonia
Envolta ao verde, paz interior
Volto à realidade da vida

Refazendo minhas energias
Observo a vida a caminhar
Em sua exuberante beleza
Para onde volto o meu olhar.

Inserida por isabelmiranda17

My heart is green!

Inserida por RoseGleize

A cor da natureza

Eu poderia me perder em meio a tanta beleza natural. Árvores de todos os tipos e tamanhos me cercavam, o céu no tom mais límpido de azul. Lindas montanhas que tocavam os céus, com nuvens presas aseus encalços.

O veículo em movimento e a sensação era que as montanhas estavam indo junto comigo, eu tão pequena e simples e elas em todo seu tamanho e esplendor. Quem me dera estar perto do céu e poder tocar as nuvens.

Árvores pequenas e grandes, troncos grossos e finos, folhas verdes e coloridas, vida e vida. Tudo ao meu redor exala vida, estampadonas mais belas cores do mundo, a cor da natureza.

Me pergunto se as nuvens são feitas de algodão doce, cobertas de pelúcia, pois sua aparência é a mais doce e macia.

Cazinhas simples, cercados de madeira, declives e inclinações, verde e marrom. Paz, tranquilidade e passarinhos cantando livres nos topos das árvores.

Os rios correndo sem rumo, azul e verde, refletindo o mundo. Águas transparentes e turvas, nunca serão as mesmas num movimento constante, indo além, para uma terra distante.

Mesmo que não seja percebida por todos, nos olhos dos seus amantes será a mais bela. Com cores vivas, com tanta beleza, é assim. A Cor da Natureza.

Inserida por CarineSaraiva

Mais linda que um alvorecer,
és formosa como Raquel,
num raro dia de paz
da aprazível Jerusalém.

Formosos são os teus passos,
E é verde o brilho debaixo do véu,
sobre as faces de carmim.
Tua beleza nasce e renasce
entre renovos do vale,
onde brotam e florescem vides.

Inserida por Wanderlino

A verdade não tem mais força, estamos cada vez mais acreditando em mentiras.⁠

Inserida por sandro_carretts

A esperança foi me levando até a calmaria da sorte.

Inserida por EscritorErickpereira

⁠𝙄 𝘿𝙤𝙣'𝙩 𝘾𝙖𝙧𝙚!
𝙄𝙛 𝙔𝙤𝙪 𝘿𝙖𝙧𝙚!
Quanto aquele dia de sol...
Quanto aquele si bemol...
Quanto à razão de viver...
Quanto ao doer por saber,
Se serei o que sou contigo.
Uma trégua pro castigo,
Outrora meninice,
De um tal e qual quanto sei,
Se é que alguma vez pensei no que te disse...
Ou se na verdade precisarei,
Do gramado verde e da tolice.
Tal e qual como preciso agora,
Do teu olhar de meninice.
Ver naquilo que pensei
Não sabendo se me lembro no que algum dia eu te disse!
Enquanto penso se a verdade é ser só dois,
Rogo ao senhor da poltrona lá sentado,
Que me devolva a puerícia.
Com a magia do bater do seu cajado,
Rogo um indulto à razão de ser tolice
E dou por ser verdade,
Dou por ser castigo.
Dou a vida à humanidade,
Dou comigo a ser contigo,
Dou comigo a ser julgado.
Luto por ti com um martelo,
Contra a percussão
Do bater de um cajado!
De fronte para o ver:
Quantos de nós crescemos,
De costas viradas para o espelho?
Quantos de nós nos tememos,
Ao querer vermo-nos livres de vãos concelhos?
Sem vísceras que sobrassem,
Nem cargas que suportassem o arriar dos joelhos.
Enquanto no reduto forte de um chão,
Se esparramava um diamante em bruto...
Enquanto nas lezírias solitárias de um colchão,
Se esparramava a esperança em luto...
Enquanto no taciturno da solidão,
Se esparramava um pranto enxuto...
Enquanto outro bater de um outro coração,
Se dava ao luxo de subjugar estatuto!
Uma outra razão,
Sem razões pra dissabor,
Desconhecendo seu amor,
Recruto de pulsões,
Com medo e vergonha...
De ser chão,
De ser forte,
De ser reduto.
Absurdo!
Absoluto!
E nisto...
A flor de laranjeira,
Dá seu fruto.
Dá seu grito ao tempo!
Dá seu tronco,
Ao calor de uma lareira
E lugar...
À Romãzeira!
A Romãzeira cresce ser saber,
Que aquele lugar,
Já deu fruto.
Que naquele lugar,
Já teve luto
E que também ela um dia dará flor,
Cor de laranja!
O tempo,
Lugar ao fruto
E enquanto a gente que passa esquece,
O fruto aquece.
Fende
E revela-se por dentro ao espelho.
Seu escarlate vermelho,
Pende... sobre o gramado verde
E parece tudo uma tolice,
Daquelas que eu um dia disse
E aparecem risos e sorrisos,
Das lezírias caudais
E alegrias causais
Daqueles sentimentos,
Tamanhos tais!
And i don't care,
I won't care,
Fruto, flor e laranjeira,
É tudo arguto da mesma mulher!
If you dare!
I will care!

Inserida por ruialexoli

Pseudo-Lucidez

Luto por minha sanidade,
em meio a loucura e a realidade
Busco algo mais que a verdade,
Algo mais real que a realidade,

Diga-me o que sente!
oh coração que choras doente,
Diga-me a verdade!
e poderemos vencer a dificuldade.

Meu coração mente,
Meu coração esconde o que sente,
O medo toma conta
e o caos é iminente,

Não posso controlar
Não consigo me acalmar
qualquer pesadelo
é o suficiente para o desespero

Por um momento breve,
encontro minha lucidez,
graças a bela garota,
bela apesar da sua palidez,

Ela sorri,
E eu choro,
Ela me chama,
E eu a sigo,

Como uma só alma,
ela era minha lucidez,
Ela trazia consigo,
algo mais forte que minha rigidez,

Com um só sorriso ela me encantou,
Como em um conto de fadas,
Por um breve momento o "para sempre" durou
mas ela tinha que partir

E desde então eu a espero,
a espero para provar novamente,
todos os sonho que passou por minha mente,
para curar tudo que me deixa-a doente....

Inserida por douglasmcarrobrez

Só sabemos o quanto é doce o fruto da vitória, quando regamos com desvelo a semente do esforço.

Inserida por VANTUILO

A lei do retorno é algo que Sara ou Fere. Que saibamos fazer um bom plantio, para que nossa a ceifa seja abundante.

Inserida por VANTUILO

Se Charles Darwin fosse tudo isso mesmo que dizem por aí nos nossos livrinhos didáticos e se suas teorias de fato fossem tão lógicas e desprovidas de complexidade quanto prega a indústria da Religião Verde, o cérebro humano teria evoluído com um “botão reset” na nuca.

Inserida por leovcastro

Desarme a sua língua, para que ela não venha acertar e ferir o alvo fácil da sua alma.

Inserida por VANTUILO

Amigos são aqueles que sentam e ouvem suas histórias, mas, os melhores amigos são aqueles que sentam e contam junto suas histórias

Inserida por lyyf

⁠Transformar o mundo sustentável é um Desafio não apenas futuro, mas também presente. O telhado verde é a prova de que podemos mudar o cenário Cinzento das grandes cidades. (Josi JL)

Inserida por JosiJL

⁠Ver de vida. Na dança existencial do planeta Terra, as plantas permanecem sempre de plantão, tecendo a teia verde e sussurrante da vitalidade.

Inserida por evermondo

⁠⁠Natureza viva entre concretos: se esse canto é pra mim eu não sei, mas que é bonito é, e, embora eu não te vejas: "BEM-TE-VI!", "BEM-TE-VI!", "BEM-TE-VI!" para você também!

Inserida por DarlanBatista

⁠Se eu pudesse mandar um recado pra minha terra,
diria com o coração apertado e cheio de lembrança:

Querida Rio Verde das abóboras,

Hoje me peguei lembrando do menino Júlio – o "Julin",
"fi" da dona Gilza, neto da "véia" Tieta.
Nasceu e cresceu onde tudo parecia possível,
mas quase nada se podia para o povo humilde daquele solo —
um velho retrato da botina suja de poder.

“Como, agora, olvidar-me de ti?” —
verso do hino que ainda ecoa no meu lamento.
Saudoso, jamais esquecerei do que vivi.
E é mesmo estranho sentir saudade
de um lugar marcado por dor e violência,
mas mesmo com tudo isso,
eu olho pra você hoje e digo com orgulho:
Que bom te ver melhor, Rio Verde!

Inserida por Julioaugustotorto