Seria
A igualdade tão almejada por tantos entre todos não seria tão desejo, mas realidade, fosse o respeito mútuo uma atitude primordial nas mais todas relações.
"Como eu poderia ser a mesma depois tudo que eu passei?
Seria um insulto à minha dignidade e à mulher fantástica que resgatei."
Diziamos que seria para sempre o amor entre nós dois. Mas para sempre e amor são duas coisas muito grandes. e nós dois muito pequenos para isso.
Se a História tivesse uma finalidade, como seria lamentável o destino daqueles que, como nós, nada fizeram na vida. Mas no meio do absurdo geral, nos erguemos triunfantes, nulidades ineficazes, canalhas orgulhosos de haver tido razão.
O amor pode suscitar forças insuspeitadas na alma, contra as quais seria melhor nos precavermos.
Seria possível contar a história das forças armadas no Brasil como a história dos golpes de Estado fracassados ou bem-sucedidos.
Tudo é como tem que ser. Se fosse diferente, não seria assim. E o que eu vejo e entendo depende de como escolho olhar para as coisas. O que vejo no mundo vem de dentro de mim. Se algo não acontece, é porque não deixei que fosse. No fim, tudo depende de como eu escolho enxergar e viver.
Seria muita prepotência imaginarmos vida somente no nosso planeta, inserido num Universo observável que pode conter centenas de bilhões de planetas habitáveis. E mesmo se deixarmos de lado as possibilidades cosmológicas e astrofísicas, ainda assim a probabilidade estatística nos faria crer que, diante da inimaginável vastidão do Cosmos, a vida não é uma exclusividade do planeta Terra.
Seria eu o anormal?
O único que observa
que vivemos num mundo
totalmente desproporcional?
Não seria muita rede social
para pouca vida social?
Mas que mundo irracional!
Mas que sensacional!
A meritocracia tornou-se um ideal.
Isso é uma pura pressão mental e emocional.
Enquanto uns morrem de fome,
Outros esbanjam e desperdiçam bacalhau.
Mas que mundo desigual!
Vivemos num mundo extremamente irreal!
Deus é indestrutível.
Logo, é impossível de ser destruído. Pois se pudesse ser destruído, não seria Deus.
Deus também tudo pode. Pois é Onipotente. Se tudo não pudesse fazer, logo, não seria Deus! A questão então
é a seguinte:
Deus pode se autodestruir?
Melhor adiar um sonho do que nunca tentar.
Se nunca tentar terá a dúvida de não saber como seria se tivesse tentado.
Seria fácil se tudo na vida fosse tranquilo, né? Se nada doísse, se nada exigisse coragem, se nada nos tirasse da nossa zona de conforto. Mas aí… quem faria a gente crescer?
Sem desconforto, o passado não ensina. O presente fica raso, cheio de distrações que não deixam sentir nada de verdade. E o futuro? Perderia sentido.
O desconforto não é inimigo. Ele é tipo um professor silencioso. Ele aperta, mas também mostra. Ele fere, mas também ensina. Ele bagunça, mas faz a gente amadurecer.
É nesse atrito que a gente aprende a pensar melhor, a se conhecer, a crescer de verdade. A vida boa não vem do fácil. Vem de se mover, de encarar quem a gente foi, quem a gente é e quem ainda pode ser.
O equilíbrio não está em evitar o desconforto. Está em aprender a atravessá-lo.
