Seria
Fragmentada…
porque ser inteira
demais seria
insuportável.
Sou feita de sonhos
quepararam no meio
do caminho e ficaram ali,
olhando para mim,
como quem espera
explicação.
Absolutamente intensa.
Sou feita de excessos,
de um sentir que transborda.
E tenho impulsos que me
atravessam e uma lealdade
quase perigosa ao que sinto.
— Jess.
Se você fosse um conto, séria o conto mais desejável de si ler
Se fosse uma história, séria a mais bela história já escrita
Se fosse um sentimento séria o AMOR
Mais você é um ser humano lindo, uma mulher incrível.
Não é um conto, mais é com toda certeza a mais desejável
Não é uma história, mais sem sombra de dúvidas, é a mulher mais bela que conheci, linda por dentro, perfeita por fora,
Não é sentimento, mais é cheia dele, cheia de amor.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo?
A experiência não serve para definir quando estamos fora do tom. O tom é complexo. Pode ser profundo, pode ser raso, pode ser médio. O tom é dado por quem emite a opinião, a inflexão, mas seu sentido depende e é obrigatoriamente definido por quem recebe as vibrações percorridas em ondas pelo ar até seus (des) treinados ouvidos. As ondas percorrem o canal do ouvido, são transformadas em vibrações, estimulam os receptores e sofrem transdução para impulsos nervosos seguindo até o sistema nervoso. Neste ponto os sinais enérgicos, sensações, percorrem o corpo, geram calafrios, frio no estomago, agudez na espinha, euforia, alegria, coração acelerado ou nem tanto.
Feito este caminho, o tom, já foi dado, explicado, sentido, devolvido como apontado na física que diz que a toda ação tem-se uma reação de direção contrária e mesma intensidade.
E ainda temos os tons interpretados deliberadamente para fazer confundir ou desvirtuar o que da origem saiu, mas que não foi de agrado receber.
Misturas de personalidades, culturas, valores, conhecimentos, religiões, conceitos e pré-conceitos. ÀS vezes verdade e às vezes nem tanto. Preto no branco difícil de definir com tantos tons de cinza no meio do caminho.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo? Tudo é relativo. Depende da vontade, da má ou da boa vontade. Depende do que se sente ou do vazio do coração. Depende de tudo que depende, que não se explica ou se explica demais.
Enfim, dê o tom e deixe que ele se transforme, dobre, curve. O tom é seu, o que fazem com ele é problema deles.
A igualdade tão almejada por tantos entre todos não seria tão desejo, mas realidade, fosse o respeito mútuo uma atitude primordial nas mais todas relações.
"Como eu poderia ser a mesma depois tudo que eu passei?
Seria um insulto à minha dignidade e à mulher fantástica que resgatei."
Diziamos que seria para sempre o amor entre nós dois. Mas para sempre e amor são duas coisas muito grandes. e nós dois muito pequenos para isso.
Seria muita prepotência imaginarmos vida somente no nosso planeta, inserido num Universo observável que pode conter centenas de bilhões de planetas habitáveis. E mesmo se deixarmos de lado as possibilidades cosmológicas e astrofísicas, ainda assim a probabilidade estatística nos faria crer que, diante da inimaginável vastidão do Cosmos, a vida não é uma exclusividade do planeta Terra.
Seria eu o anormal?
O único que observa
que vivemos num mundo
totalmente desproporcional?
Não seria muita rede social
para pouca vida social?
Mas que mundo irracional!
Mas que sensacional!
A meritocracia tornou-se um ideal.
Isso é uma pura pressão mental e emocional.
Enquanto uns morrem de fome,
Outros esbanjam e desperdiçam bacalhau.
Mas que mundo desigual!
Vivemos num mundo extremamente irreal!
Deus é indestrutível.
Logo, é impossível de ser destruído. Pois se pudesse ser destruído, não seria Deus.
Deus também tudo pode. Pois é Onipotente. Se tudo não pudesse fazer, logo, não seria Deus! A questão então
é a seguinte:
Deus pode se autodestruir?
Melhor adiar um sonho do que nunca tentar.
Se nunca tentar terá a dúvida de não saber como seria se tivesse tentado.
Seria fácil se tudo na vida fosse tranquilo, né? Se nada doísse, se nada exigisse coragem, se nada nos tirasse da nossa zona de conforto. Mas aí… quem faria a gente crescer?
Sem desconforto, o passado não ensina. O presente fica raso, cheio de distrações que não deixam sentir nada de verdade. E o futuro? Perderia sentido.
O desconforto não é inimigo. Ele é tipo um professor silencioso. Ele aperta, mas também mostra. Ele fere, mas também ensina. Ele bagunça, mas faz a gente amadurecer.
É nesse atrito que a gente aprende a pensar melhor, a se conhecer, a crescer de verdade. A vida boa não vem do fácil. Vem de se mover, de encarar quem a gente foi, quem a gente é e quem ainda pode ser.
O equilíbrio não está em evitar o desconforto. Está em aprender a atravessá-lo.
Se há um destino que sei que não me aguarda após a morte, é o inferno. Fosse o caso, eu seria condenado a vivê-lo duas vezes.
Eu passei por transformações positivas e definitivas.
Regressar seria um insulto a tudo que abri mão e deixei ir. Sou feita de desistência e persistência, em ambas tenho absoluta certeza do querer.
Meu coração é terra sagrada para deixar qualquer um ou qualquer sentimento entrar, eu sou feita de certezas e confusões e ser eu, na maioria das vezes é dolorido.
Sou nostálgica sem ser apegada.
Sou amante da escrita e íntima das palavras, tenho mais facilidade em me expressar escrevendo do que falando. Quando falo me atrapalho e na maioria das vezes sou mal interpretada, escrevendo eu dou asas a minha alma e ela voa livre e feliz.
