Sentada
Abro a janela e vejo uma criança,
sentada na calçada do Centro da Cidade;
Aparência triste e de desespero
com medo do mundo e de tudo,
com medo de andar,correr
com medo de ser feliz.
Sozinha não sabia o que fazer
não conhecia ninguém,era quase invisível.
Estava perdida.
Sem rumo,sem experiência de vida.
De repente uma chama de esperança aparece,
uma criança.
Feliz,cheia de vida
convidou a criança triste a sua casa.
A mãe da criança feliz,resolve então
adotar a criança triste,
e deste modo
a tira da tristeza e a aproxíma da felicidade.
E o que eu faria aqui, sentada, sozinha... pensando? Prefiro pensar vivendo, e a vida está logo ali depois daquela porta.
Ta vendo aquela menina ali, sentada olhando pros lados, dando risadas? Todas as noites antes de dormir, ela chora. E so o tempo dela ficar sozinha, e sua mente atormentar.
Sentada na poltrona do ônibus vendo suas fotos e escutando aquela música. Dessa vez não me sinto triste. Só sinto uma vontade estranha de te ver. Que sentimento é esse que eu sinto? Como posso gostar tanto de você assim? Por que ? Por que? Fecho os meus olhos, viajo atrav es no tempo, passad , futuro e presente confundem minha mente, e deixo que o sorriso seu que tenho guardado na memória, me anime, me apaixone mais, e em questão de segundos me faça enlouquecer .. Volto a me sentir perdida novamente, volto a não mais querer te esquecer ..
Pulei do abismo, velejei mares profundos na busca de inspiração... Sentada na calçada um carro me molhou com a poça... E enfim se fez POESIA...
Todo noite eu te espero na quela praça, sentada na quele mesmo lugarsinho sempre ficavamos, achando que você vai chegar....
E como boa menina que sou, darei a você o tempo que precisar. Esperar sentada é uma boa... No colo de outro.
Não entendo essa minha estranha vontade de chorar. Me desliguei do mundo. Estava ali, sentada em um sofá, rodeada de pessoas, mas não houvia vozes, não fazia partes das brincadeiras. Meu corpo estava ali, mas minha mente em outro lugar. Me lembrei daquela música. De início sensações boas me vieram. Mas não demorou muito tempo.
Não demorou muito tempo e todas aquelas lembranças felizes se quebraram e se dividiram em milhares de cacos pontudos. E agora?? O que faço ?? Não sei! Vivo me perguntando em pensamento.
Todos ao meu lado olham para o céu, dizem estar perfeito o brilho da lua e de todas aquelas estrelas ali ao redor. Não enxergo lua, muito menos estrelas. Nenhum tipo de luz. Vejo tudo escuro,sombrio. De repente saio daquele lugar em que estava e quando olho no sofá de casa ninguém. Aoonde foram todos?? Sumiram?? - Acho que me largaram de lado. O motivo?? Sei mas não quero admitir. Não consigo admitir nem a mim mesma. Me tranco no quarto, grito em silêncio, me sufoco no meu próprio choro. E para meu alívio, adormeço (..)
Sentimento Profundo
Moça dos olhos castanhos
Sentada ao ver o Luar
Sinto-me estranho
Não quero me apaixonar
Sinto cheiro de flores
Acho que é a morte a me chamar
Nessa vida cheia de ardores
Com seu amor quero ficar
Morte não me leve agora
Me deixe com ela ficar
Não chegou minha hora
A vida me faz pensar
Sentimento profundo
Ainda irei te amar
Dia desses, eu estava sentada no sofá de casa, lendo, quieta, desprevenida, quando percebi que ela foi chegando, se aproximando devagarzinho, até que se acomodou, me abraçou e ficou. Não sei se você tem isso, talvez todos nós tenhamos, uns mais, uns menos – essa companhia inesperada de uma tristeza que vem sem avisar, sem querer saber dos planos para aquele dia.
Sentada na varanda com o copo na mão
Vejo minhas lembranças tomarem forma de ilusões ;
Me fazendo acreditar que você está aqui outra vez...
Mas o convite para o casamento do qual você é o noivo me desanima,
E me traz de volto das lembranças não tão felizes mas inesquecíveis.
Jogo o copo com tanta raiva e frustração que ele se parte ao se encontrar com o chão,
E seu estado é a perfeita representação de como me sinto:Estilhaçada.
Dou um pequeno sorriso com a comparação e me ajoelho sobre os cacos,
Chorando o mesmo tanto que sangrava
Pois lhe deixei partir para nunca mais voltar.
"Sentada na vida desacompanhada, tomava um gole e soluçava, a maquiagem feita com afinco se misturava com lágrimas. E o que dilatava sua dor era o relógio que para acompanhar o tempo, acelerava."
Os minutos passam, te vejo sentada, seus cabelos negros dançam com o vento sobre seus ombros, e meu coração bate mais forte. Não sei expressar com palavras o que sinto, e uma tristeza que chega pra atormentar minhas noites, condenando-me a ser escravo da insônia, quando a noite ocupa tudo ao meu redor um turbilhão de pensamentos são libertos. E no escuro da noite que percebemos, a solidão que nos rodeia, posso sentir as lágrimas querendo sair. Sabemos que o desconhecido tem sentido.Ê sentido, é o que sempre buscamos em um mundo onde tudo está nos engolindo, a paixão é tempestade que chega sem pedir licença, muda sua vida. A vida te sorri hoje, amanhã ela te dá uma tapa. Boa noite.
Á máscara escode a
revolta de uma pessoa,
sem alma .
Machucada
aterrorizada,
sentada,
em colida,
no canto, está a menina
Solitária.!
Aqui estou eu....olhando-te, contemplando,o dia que passou....
Sentada no parapeito desta janela,olhando o céu,imaginando como será o amanhã,que seja forte em saúde,que tenha forças para o vencer.......
Que o brilho dos meus olhos permaneça sempre,para que as maravilhas da vida sejam sentidas...........tocadas...de momentos palpáveis que so o silêncio da noite nos faz a retrospectiva do dia a seguir.......(Adonis Silva 01-2018)
Sentada na calçada
espero as estrelas que não sei se vêm
o vento paira sobre a solidão do jardim
pétalas de uma rubra rosa
tombam no final da tarde
e a noite em passos leves se impõe
com toques de poesia
Sentada em um banco de areia, olho pro céu, contemplando as estrelas.
Na imensidão da escuridão, no infinito desse mar, apenas alguns focos de luzes refletem nas águas. Meus pensamentos voam com o vento que trás a brisa que sopra meus cabelos e sussurra em meu ouvido, Deus é contigo...não desista. A luz brilhante me faz delirar com o enigma que é tentar desvendar quantos mistérios há entre esse banco de areia, a imensidão do mar e todos esses pensamentos que estão a me rodear.
Ah quanta ignorância a minha, tentar questionar, como Deus impôs limites nas águas do mar.
POLTRONA DE COURO AMARELO
Sinto falta daquela menina
Tranquila, serena, protegida,
Sentada na poltrona de couro
Lendo literaturas e enciclopédias.
Sentia-se feliz e ciente não era
Das recordações que teria,
Dos momentos com teu pai,
E saudade sentiria.
Como gostaria de voltar,
A sentar naquela poltrona...
Não tinhas o que tens hoje,
Tampouco sorria,
De forma lapidada
O silêncio continua,
Relembrando de tua infância.
Desejava que o tempo parasse
Em cada página que lia,
Mas, consciente que noutro dia,
Com teu papai estaria.
A Fé brotou...
No coração daquela menina.
Não existe mais a poltrona
Nem teu pai se encontra,
Dando alpiste aos passarinhos:
Pardais que pousavam,
Na calçada do escritório.
O passado não retorna...
No presente memórias valiosas
Ao recordar da poltrona,
Querendo nela sentar,
Lendo os livros do teu pai,
Vendo-o em sua prancha trabalhar,
Ciografia com esmero executar.
Saudades da poltrona amarela,
Dos livros... que ainda pode ler,
E do teu pai...
Que outrora irá encontrar.
Há dias em que todas as minhas janelas se abrem para o mar das sensações. Sentada na areia branca da saudade me ponho, então, a saborear memórias, com a mesma urgência de quem assiste o último pôr do sol.
