Senta
Vem cá, meu bem, senta aqui do meu lado. Não liga pra o mundo lá fora não! Esquece as caras de reprovação, esquece a face da tristeza e do orgulho, eles não sabem quem você é. Ninguém, além de você, conhece suas verdadeiras batalhas e suas belíssimas vitórias. Eles não ligam pra o que você sente, ou pra o que você conquistou ou se já fez sua boa ação do dia. Eles nem sabem qual a sua rotina. Vem, pode entrar! Mas deixa no tapete de boas vindas, do lado de fora, essa cara sisuda, essa censura boba, esse desespero sem sentido, esse orgulho que faz tanto peso em seus ombros e todas essas outras sujeiras que estão manchando sua alma. Entre leve. Seja apenas coração e abandone um pouco essa cisma boba de ser tão racional. Talvez seja isso. Deixe sua razão do lado de fora e sente aqui comigo, com lágrimas, sorrisos e entrega, que é só isso que nós vamos lembrar. E o mundo lá fora? Que mundo?
Ah NOSTALGIA q volta e meia senta-se ao meu lado, nas noites vazias de insônia, onde só as músicas são a minha companhia...
...me faz refazer a mesma indagação: Por que tem que ser assim? Por que foi assim? E me vem a resposta: Deus sabe de todas as coisas.
O pôr-do-sol.
Ela estava sentada na grama olhando para o horizonte, até que ele chega e se senta ao seu lado.
- Você também gosta disso? - Ela perguntou.
- De quê? Não fazer nada? Mas é claro.
- Não seu bobo, de olhar o horizonte, sentir essa brisa fresca do fim de tarde, olhar o pôr-do-sol, fechar os olhos e suspirar, sentir o cheiro das flores e ..
- Eu nunca fiz isso antes..
- Como não? Nós sempre viemos aqui nos finais de tarde!
Ela começa a ficar desapontada com aquelas palavras. E já vai se levantando para ir embora. Ele a segura pela mão.
- Fica mais um pouco.
- Pra quê? Pra ver o pôr-do-sol sozinha?
- Não. É pra eu poder ficar te olhando por mais um tempinho, eu cheguei agora, ainda falta decorar os traços do lado esquerdo do seu rosto, e eu prometi a mim mesmo que hoje a noite já saberia cada traço de cor..
Na dança das cadeiras...
sobra ela, sobra eu
quem sai nao volta...
e quem senta não dança.
Na dança das cadeiras...
quem não roda, perde
e se perde não dança
Dança eu, dança ela
perco eu, perde você
quem tiver vontade,
dança
quem não tiver,
se levanta
Todo dia é assim
Ele senta na janela e conversa com o vento
Ninguém sabe do seu pensamento
Já tentei chamar sua atenção
Mas ele nem olha pra mim
Já compus até uma canção
Propus entregar meu coração
Mas ele é indiferente
Sequer me vê na sua frente
Faço desenho na calçada
Com meus sapatos barulhentos
E ele só da atenção para o vento
Finjo ter perdido alguma coisa
Lanço-lhe um olhar pedindo ajuda
Ele olha, mas não enxerga
Sigo caminhando na calçada
Vou pedir ao senhor do tempo
Que por misericórdia venha
Transformar-me em vento
Assim aproximo-me de teu rosto
E beijo os lábios que queria
Ver sorrir para mim
Ao me dizer um simples bom dia!
So Blind
Você se sente nervoso
Tanto que você não pode engolir
Agora você senta aqui
A vê cantar, a vê sacudir minha vida
Você está tão cego
Eu sei que você sabe
Ela me faz sentir
Como um homem numa espaçonave descendo
Aonde ninguém nunca foi antes
Longe, tão longe daqui
Você está tão cego
Você está sublime
Eu sei que você sabe
Esta noite podia ser tudo que é puro
Por uma noite no andar de quartos do Lincoln
Muito é suficiente pra nós queimarmos
Cale a boca e ouça a sua vida
Ouça a sua vida
Você está tão cego
Quem se senta debaixo de uma boa arvore, uma boa sombra o cobrirá. Jesus é a árvore da vida e debaixo dessa árvore, encontraremos além da sombra, um frescor e uma fragrância Que nos contagiará!
..Eu fui desacreditado e aguentei calado, senta no meu lugar e vamos ver o quão forte será quando for julgado..
Falibilidade
Senta só este pobre
Ainda sonha, ilude-se
Vive desta crença e melhora
Um coitado aos olhos elitistas
Um forte, um bravo
Vigoroso em seus ideais
O soco contra a covardia
O arroto diante da boa educação
A revolta, a espontaneidade, a graça
Um papel, só um bilhete
Anunciando o próximo encontro
Já não será tão breve
Está de pé, ainda
Inabalado e coerente
O tal quebra-correntes
Corre a todo o tempo
Do tempo que lhe foi imposto
E não desiste
Queimando panos e papéis
Jamais se curva, jamais entoa hinos
E à autoridade oferece seu repúdio
Andarilho livre
Que se nega a aceitar presentes, suborno
E bebe da fonte, não do copo
Vejam, estão limpos
Mas fazem questão em rolar na lama
Gostam de emporcalhar-se
Espíritos asfaltados
Nu e cru, vasto e fértil
Um dia falecerão todos de fome
A ganância de uns
A ambição de outros
E a morte da maioria
Em resposta, a disposição em dizer não
Bater sem as mãos
E ainda assim agredir
Ferir, desagradar e continuar a sorrir
Violar, destruir, destronar
Para distribuir felicidade entre os injustiçados
Bernardo Almeida
Senta aqui menina, olhe nos meus olhos e tenta entender que não te ofereço nuvens porque tenho um céu pra te dar.
Não te ofereço uma estrela porque tenho uma constelação.
Não te ofereço um rio porque tenho a imensidão do mar em minhas mãos.
Olhe bem pra mim garota, sinta o calor das minhas mãos e compreenda que não te ofereço risadas porque posso te dar felicidade inenarrável.
Também não te ofereço um bom lugar, com uma cama confortável, arranjo de flores, banho de ofurô e café na cama porque posso ser bem mais leve e bem mais criativa que isso...
Mas olha menina, não te ofereço noites de prazer, pois isso é pouco demais pra quem pode te dar intensas noites de loucura!!!
"O papel olhou para o poeta e disse:
- Puxa uma caneta, senta aí, vamos conVERSAR!!" - AD
Feliz dia dos versadores, daqueles que versam com o coração aquilo que é inversável pelo homem comum. Sim, o poeta não é um homem comum, ele é aquele que versa a dor e diz que sofre o que finge ser verdadeiro, e acredita que é verdadeiro até o verso sair à lume, depois, as ri-se marotamente daqueles que crêem em sua dor poética que foi-se embora quando o verso nasceu. Feliz dia do poeta. São os votos de Paulo Siuves à todos os versa dores.
Mas que coisa é essa? que falta de estrutura.
Cadê o governo? cadê a prefeitura?
Estão todos sentados com os olhos fechados
Deixando o tempo passar e esperando o resultado.
A zona de conforto é um daqueles lugares no qual você senta o traseiro e não mais se levanta, porquê não quer perder o seu lugar!. Nesse caso, o medo de perder limita a possibilidade de ganhar.
Senta bem aqui, não precisa criar teorias sobre a nossa aproximação ou de como ficamos bonitos um do lado do outro. Se for me beijar, vem, mas não demora, eu vou retribuir. O que você sente por mim é recíproco, saiba disso. Todo mundo foi embora, assim é bom, eu gosto da tua companhia.
