Sensação

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⁠THE END
A sensação de posse é o principal ingrediente que provoca a inexistência da curiosidade, da imparcialidade e da falta de espanto. Assim a sedução que doutrora existira, esvai-se gradativamente.

⁠A felicidade é estritamente atrelada a sensação de bem estar, e alimentada pelo desejo. O indivíduo sem objetivo, é uma alma vagante sem rumo, prumo ou direção. E o desejo? Este é a força motriz que impulsiona a vida.

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Associar a amizade ao princípio ativo da sensação do bem estar, é de um obscurantismo monstruoso. Não existe amizade quando o objeto desejado, é alvo em comum. Isso independe da forma de governo, ou do sistema econômico, faz parte do ser, é intrínseco de cada um.


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Ainda não me acostumei a ter sentimentos ruins por você.
É uma sensação estranha, quase injusta, perceber que algo que um dia me trouxe tanta paz e confiança hoje carrega um peso que eu não sei nomear.
É como se o que antes era abrigo tivesse se tornado território desconhecido: familiar o suficiente para doer, distante o bastante para não acolher.


É estranho quando um sonho bom se transforma em parte de um pesadelo.
A lembrança do que fomos insiste em coexistir com o que nos tornamos, e essa mistura confunde o coração.
Sinto falta da leveza dos dias em que bastava pensar em você para que tudo parecesse possível.
Agora, pensar em você é, ao mesmo tempo, lembrar e tentar esquecer.

Não se esqueça que é jornada... Pra não ter a sensação de ter vencido, mas não vivido.

2026 abril 27




Andar de !bicicleta, você lembra dessa sensação?


Você recorda a sensação da primeira vez que conseguiu andar de bicicleta?


Eu aprendi na rua do bairro onde morava. Caí, ralei os joelhos e senti a ardência dos antissépticos, tudo isso no quarteirão da minha casa.


Certo dia, algo dentro de mim considerou que já era hora de avançar os limites e experimentar aquela rua larga e asfaltada, onde as crianças grandes se aventuravam com suas bicicletas. Era uma descida em que a velocidade era tal que podíamos tirar os pés dos pedais e mantê-los esticados, enquanto o vento soprava em nossos rostos.


Viver aquele momento, confiando em mim mesma, me permitiu experimentar a alegria de superar meus próprios limites.


Superar-se é ir além, vencer o temor do desconhecido e acessar uma realidade que não pode ser descrita por sua íntima natureza.


Anos mais tarde, na juventude, conheci a Logosofia e, por meio de seus conhecimentos revisitei a mesma sensação de liberdade ao me dispor a pensar sobre conceitos, valores, pensamentos e ideias. Aprendi que deveria pensar sem temor, com a valentia dos intrépidos descobridores de mundos.
Porém, agora meu mundo interno tornou-se a nova fronteira, o novo limite a ser explorado. O conhecimento de si mesmo deixou de ser um enigma para se revelar como uma realidade transcendente.


Visite nosso site e confira conteúdos que inspiram seu crescimento diário.


Um afetuoso abraço,


Denize Martinez
Membro da Fundação Logosófica - Em Prol da Superação Humana
logosofia.org.br

Paz, conceito bonito com uma sensação maravilhosa, entretanto, não é ausência de guerra ou de conflito. Paz, abaixo de Deus, vem de você mesmo, pelo o que você verdadeiramente és, não a busque lá fora.

" O lado razoável do medo é a estranha sensação de proteção, o lado ruim é que ele não deixa a ousadia acontecer...

Por que te sentir me dá a sensação de estar voando

Flor da decepção.
Floresce no deserto do pensamento.
Semeiada pela discórdia...
Sensação do esquecimento.
Sendo seu fruto alienação intelectual,
Espalha a angústia existencial.
Semeadura do mau
Dizem bem querer mais sempre haverá caos embutido o subconsciente.
Clamei consome ate o veneno que te fez crescer.
Como político tanto promete e não cumpre suas raízes se enrrola nas entranhas da sociedade se alimenta da covardia e ri achando pode ter mais passo no fel da alma se esgueirando pelos cantos escuros.

O ar parece tão belo quando o respiramos ,
temos sensação de alívio,
Aos poucos ousamos puxar na imensidão um toque angelical, suspenso na imersão de nossas vidas.
Somos servos de uma paixão...
Numa cascata de emoções,
somos o espírito compadece com tempo...
E espairece num estante que tudo parece ser o último suspiro...
Somos servos de uma condição que nos tornamos limitados pelo curto tempo da existência humana.
Nossos sentimentos pairam para eternidade...
Cada reflexão é simplicidade um pingo no oceano de lembranças e alegrias...
Para os quais enfrenta desafios foram feitos eternos em nossos corações.

TEMPO, ILUSÃO E VERDADE: A FALSA SENSAÇÃO DE ATRASO NA ERA DA EXPOSIÇÃO.
A sensação de estar atrasado tornou-se um dos sofrimentos silenciosos mais característicos da vida contemporânea. Ela não nasce do tempo em si, mas da percepção deformada que se constrói a partir dele. O indivíduo olha ao redor e acredita que todos avançam enquanto ele permanece imóvel. Contudo, essa percepção não é um reflexo fiel da realidade, mas o resultado de um sistema de exibição cuidadosamente editado.
O ponto central dessa reflexão reside na natureza daquilo que se observa. A vida alheia, tal como se apresenta nas redes, não é uma totalidade, mas um recorte. Exibem-se conquistas, ocultam-se fracassos. Publicam-se celebrações, silenciam-se crises. O que se oferece ao olhar externo é uma sequência contínua de êxitos, como se a existência fosse linear, ascendente e isenta de rupturas.
Esse fenômeno produz um efeito psicológico profundo. O indivíduo passa a comparar a sua experiência integral, com dores, dúvidas e hesitações, com a versão editada da vida dos outros. Trata-se de uma comparação estruturalmente injusta. É o confronto entre a realidade vivida e a aparência construída. Dessa discrepância nasce a angústia.
Outro aspecto expressivo é a construção social do chamado tempo ideal. Estabelecem-se marcos invisíveis. Espera-se que se atinja estabilidade em determinada idade. Que se conquiste reconhecimento em certo período. Que se cumpra um roteiro implícito de realizações. Esses parâmetros não possuem fundamento universal. São convenções culturais, mutáveis e frequentemente arbitrárias. Ainda assim, exercem pressão como se fossem leis naturais.
Há, nesse contexto, uma transformação do próprio sentido da existência. Muitos deixam de viver para experienciar e passam a viver para demonstrar. A vida converte-se em espetáculo. Cada conquista não é apenas um fato, mas um elemento de validação pública. Surge, então, uma ética da aparência, na qual o valor do indivíduo parece depender daquilo que ele consegue exibir.
Essa lógica produz um ciclo contínuo de ilusão. Quem observa sente-se insuficiente. Quem exibe sente-se compelido a manter a imagem. Ambos participam de uma engrenagem que se alimenta da comparação e da validação externa. A autenticidade torna-se rara, e a interioridade, negligenciada.
Do ponto de vista filosófico, esse cenário reatualiza uma distinção antiga. A diferença entre ser e parecer. O que se apresenta ao olhar coletivo não corresponde, necessariamente, ao que se vive na intimidade. A era digital não criou essa dissociação, mas a amplificou em escala inédita, tornando-a quase onipresente.
É necessário compreender, com rigor, que não existe uma linha universal de progresso humano. Cada trajetória é marcada por contingências, escolhas, limites e circunstâncias irrepetíveis. O tempo não é uma régua uniforme. Ele se manifesta de modo singular em cada existência.
Dizer que alguém está atrasado pressupõe a existência de um padrão absoluto. Esse padrão não existe. O que existe são expectativas socialmente construídas, frequentemente incompatíveis com a complexidade da vida real.
Há, portanto, uma inversão que precisa ser reconhecida. Não é o indivíduo que está atrasado. É a percepção que está distorcida. O olhar, ao invés de captar a realidade, captura uma encenação.
A superação dessa ilusão exige um movimento interior. Recolher-se parcialmente do fluxo incessante de comparação. Reorientar a atenção para a própria experiência concreta. Reconhecer o valor do percurso íntimo, ainda que invisível aos olhos externos.
A verdadeira medida de uma vida não se encontra na sucessão de marcos exibidos, mas na coerência entre aquilo que se vive e aquilo que se é. E é nesse silêncio, longe das vitrines e das narrativas fabricadas, que o tempo finalmente recupera sua dignidade, deixando de ser um juiz implacável para tornar-se apenas o campo onde a existência se desdobra com verdade.

O marketing financeiro não vende dinheiro, vende sensação de controle.

⁠Hoje ocorreu-me estranhamente uma sensação letárgica, que a outros também ocorre:
A sensação de, diante e após certos acontecimentos, sentir estar viva e, ao mesmo tempo, vazia, morta.
Percebi terem dado o nome de resiliência..

A pior sensação que já pude sentir é a de lembrar que não me lembro de ti.

Covardia do tempo




Valeu ser feliz ao teu lado,


a sensação foi de pura magia acontecendo por todos estes oito minutos,


só agora percebo que tudo aquilo foi vivido em oito anos.

Há momentos na vida pelos quais temos a sensação de uma derrota ancorada, mas esses momentos também podem servir de inquietação e base para o nosso próprio crescimento futuro se soubermos acompanha-los com o olhar clínico.

Por muitas vezes te vi com o sorriso da sensação do nosso início,


Por muitas vezes te enxerguei com aquele brilho no olhar e vestido vermelho do nosso começo,


As memórias vão e vêm, mas o que fica é a necessidade de resgatar o que ficou para trás.

Foi sem deixar ir...




Ela se foi, mas deixou a sensação de nunca ter ido,


A correria do dia a dia é uma fuga de pensamentos, porém se mantém na rotina das memorias dos mesmos desejos pertinentes,


È fim de tarde, duas poltronas na varanda, a paisagem é surreal, uma poltrona está vazia, independente disso a sensação é de estarem as duas ocupadas.

Percorri caminhos , tantos que nem sei...às vezes eles surgem em minha mente, na velha sensação de deja vu, uma fugaz lembrança do que fui ou do que sou, por onde andei, não sei...Talvez sejam sonhos...Talvez sejam reais.Só sei que às vezes penso que nada sei.