Sempre Respondo com um Sorriso
É o modo, em que cada ato seja praticado que faz sempre, grande diferenciação. Com o que diga respeito, ao resultado posterior e relacionado, com cada um, em particular.
O outro lado das coisas.
Eu sempre estive encantada com o fim das coisas. O capítulo final de uma série de televisão e o pôr do sol; Os últimos parágrafos de um livro e o encore de um concerto. Creio que essa é a maneira de recordar que perder algo que você ama não tem que ser sempre triste e doloroso, mas às vezes surpreendente e belo.
Ela tem uma mania de olhar fixamente para céu
É sempre assim quando ele não está...
Talvez seja para não esquecer o infinito que ela encontrou nos olhos dele...
Talvez seja apenas para ter a companhia da lua e das estrelas... E não se sentir tão sozinha.
Talvez ela só precise da presença dele... E nada mais.
Descobri que eu sempre fui triste. Nos momentos em que eu sorria, eu só camuflava meu sentimento de culpa.
Linda, delicada, baila no vento.
Sempre congela a minha visão.
Me deixa maluco, eu paro no tempo,
E disparo sem medo em sua direção.
Vou pertinho e sussurro, e te chamo de flor.
Me alimente com seu néctar,
Pois eu quero ser o seu beija-flor.
Por que as pessoas buscam sempre simplificar as coisas? Tudo bem a foto ser entendida como resultado final de alguma coisa, ou mesmo um recorte ou congelamento de um espaço do tempo, mas é só isso?
O ato de fotografar algo não é começo ou fim, mesmo que seja o fim ou o começo. Antes de fotografar é preciso reconhecer os elementos, ter por conta própria um entendimento de vida, de mundo, de espaço. É fácil fotografar com intenção de registrar apenas, fazer-se prova de que esteve como testemunha daquele tempo. Difícil é levar as pessoas a lerem imagens sem saber ler imagens, levá-los por um instante a questionarem algo nem que seja a si mesmo, transformar uma fotografia impressa, algo material, um fim como queiram em sentimento.
Duvide de palavras. Não acredite em todas as atitudes! Acredite no tempo, ele sempre mostrará o que é verdadeiro.
A dor da minha alma me devora, não sei como me defender...
Eu fico sempre esperando uma mudança de fora, mas é preciso de tempo para compreender que a vida espera de mim uma transformação vinda de dentro... Mas na maioria das vezes não consigo, preciso de uma mudança de mentalidade, uma mudança de vida. Sinto-me triste outra vez... Mas não consigo mudar isso... Parece que falta um pedaço dentro de mim.
Eu sou aquele tipo de pessoa fachada. Você sempre vai me ver sorrindo, conversando animada, ouvindo atentamente o outro e fazendo o impossível para ajudar. Mas aqui dentro tem uma grande escuridão, tem uma pessoa que esfriou, uma flor morta, uma borboleta sem asas, um alma doente, que de vez em quando escapa por ali ou por aqui.
Buscou o mundo; admirou todas as obras feitas pelo homem; sempre esteva "o correto" entre seu grupo, nunca surportou estar errado; a ganancia de tudo que se pode dar valor foi conquistada rodeado de pessoas ocas e sentimentos efemeros, tão pobre que só possuia dinheiro. Queria o mundo, mas em casa ao toque de sua cabeça no travesseiro, não possuia nada e nem ninguém.
Rima pobre
Das veleidades da vida
Debaixo do telhado de sempre
Entre paredes que prendem
E portas que abrem
E portas que fecham.
Acima do chão que segura
Quando corpo que pende
Quando a alma se perde
Quando o copo se enche.
Quisera que tanto harmonioso
Fosse o ciclo que decreta a cada coisa
Viva e morta, uma função;
Se assim funcionasse como o esboço
A realização.
Acima do telhado as gentes
A consertar a antena da tv que chhia.
Entre as paredes que prendem
Se abrira mil buracos de tempos em tempos.
As portas que abrem, abriam.
E fechavam meticulosamente.
O chão que pendia o corpo
Pertence agora a uma parcela de gente
Ou deita nas ruas irregularmente.
A alma derrama do copo que não suporta
As torrentes, dos tempos, das vidas, dos homens.
Se tudo é bem programado que homem haveria
que desse tudo e todos por boa intenção?
Se entre a humanidade caminha cada um
Cosendo com a própria linha sua trama de antemão...
As portas que abrem, quiçá, é uma armadilha
De entrar e ficar até então.
E quando por acaso se abrir uma oportunidade vã
Quebrar em nossa cara cristã, pedaços de um sonho bom.
Cada pedaço de tudo que deveria libertar
Mais limita e delimita no homem o seu lugar.
Mas continua e continuamos construindo castelos no ar (que bom!)
De imensas paredes, telhados e portas de se admirar
E taças pra beber e exaltar um tempo e um sonho.
Ladrilho e música, muita música, pra alma das gentes dançar
E esquecer que dançam pra esquecer que vivem e morrem.
Aos castelos todos dos homens vem o dia de desabar
Alguns desabam no chão, muitos desabam no ar.
Você vai olhar pra trás
e ver que sempre é muito pouco
vai querer se antecipar
dizer que sabe brincar com fogo
mas vai acordar
ao lado da chance
de poder viver
tudo de novo
e vai entregar
à sorte o mapa
com as regras do jogo
e então vai descobrir
que não dá mais pra construir
sua prisão de pouco em pouco
vai sentir o que sentiu
mesmo que já conheça o novo
e vai entender
que saber aonde ir
não muda o caminho
e vai encontrar
um mundo que não
conheceu sozinho
e então vai descobrir
Você vai olhar pra trás
e ver que sempre é muito pouco
Na noite escura do quotidiano há sempre uma luz que anuncia a esperança. Para cada noite haverá sempre um dia.
Antonio Almas
Qual o objetivo de estar sempre se lamentando por tudo que acontece ao invés de estar refletindo sobre os aprendizados? Enquanto seu sofrimento seja por qual motivo for, não for capaz de transformar seus sentimentos, podem ser destruidores para você mesma. Pare de acreditar que só será reconhecida através do seu sofrimento. É preciso entender que você pode se dar, mas sem se perder! Nesse momento perceberá que sua vida depende de você e que nada a fará mudar enquanto não se permitir se libertar de tudo que a faz permanecer no mesmo lugar. Mude e tudo ao seu redor mudará também!
Eu tenho destino de navio, mesmo atracado, me movo com as marolas da vida. Sempre na vontade e precisão de viajar num novo pensamento.
Uma vez que resisto ao vento que sopra ao contrário terei força para navegar sempre em frente com todos os ventos.
O jeito é ir vivendo ,ninguém nunca me disse que eu sorriria sempre, e que se eu chorasse, seria apenas de felicidade.
Quando eu nasci, ninguém me prometeu que daria tudo certo.
Ninguém me garantiu q meus amores seriam correspondidos, ou que o sucesso andaria sempre junto comigo.
Ninguém me assegurou de que os meus amigos seriam realmente amigos, e que eu sempre teria dias sensacionais!
Ninguém me convenceu de que eu teria sempre tudo o que quisesse...Então, eu não posso reclamar de nada!
A vida não é contrato...
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