Sem Sentido

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A desculpa do estou sem tempo,
só faz sentido quando a tua vida,
é altamente produtiva.

Sendo provado pelo fogo


Abri mão de tudo.
E mesmo assim,
parece que nada faz sentido.
Por dentro, estou queimando —
minha mente é um caos,
meu coração, um campo de guerra.
Tento orar, mas as palavras não saem.
Tento crer, mas tudo parece distante.
Olho pra todos os lados
e não vejo saída.
Só silêncio.
Só o vazio.
Tenho medo de admitir
que não estou bem.
Tenho medo de pedir ajuda,
porque parece que só incomodo.
Então engulo tudo —
a dor, o cansaço,
e essa fé que, às vezes,
parece morrer um pouco por dia.
Mas, no fundo,
ainda acredito que Deus me ouve,
mesmo quando não sinto nada.
E talvez,
esse fogo que me prova agora
seja o mesmo que vai me moldar depois.

A juventude


A juventude perdeu o brilho
Perdeu o sentido
Perdeu o respeito


Antigamente a juventude tinha mais vida
A vida era bela
A gente brincava na rua


O tempo era lento
O riso era fácil
O abraço era casa


Hoje o mundo corre
Mas o coração se arrasta
Cheio de tudo
Vazio de essência


Não é que a juventude acabou
Ela só está ferida
Tentando existir
Num mundo que esqueceu de cuidar


Ainda há brilho — escondido
Ainda há vida — cansada
Ainda há sentido — esperando
Alguém chamar de volta

"O Sentido da Lealdade:
O afeto sincero resiste ao tempo.
Silêncios compartilhados viram paz.
Nenhuma cobrança enfraquece o laço."

só postar quando fizer sentido pra mim

porque eu, porque não?

Antes, o mundo parecia uma fila organizada de causas e consequências. Havia um acordo silencioso entre as coisas: se você fosse bom o suficiente, gentil o suficiente, paciente o suficiente, o universo acabaria devolvendo tudo na mesma moeda.

Então alguém apagou as placas da estrada.

Foi estranho perceber que a tempestade nunca escolhia quem merecia. Ela apenas acontecia. Derrubava telhados de quem rezava e de quem amaldiçoava, afundava barcos de pescadores experientes e de crianças brincando na margem. O céu nunca pediu desculpas por chover.

Ele passou anos perguntando.

“Por que comigo?”

Como se existisse uma secretaria do destino pronta para responder e anexar um relatório detalhando os motivos de cada cicatriz.

Mas o silêncio sempre foi mais competente do que qualquer resposta.

Então começou a reparar em outra coisa.

As pessoas passavam a vida inteira negociando com o inevitável. Acendiam velas para convencer o escuro a não entrar. Faziam promessas para comprar alguns meses de paz. Inventavam versões de si mesmas esperando que a próxima fosse poupada.

Nunca eram.

Porque a vida não perseguia ninguém.

Ela simplesmente não sabia mirar.

E talvez essa fosse a parte mais difícil de aceitar: não havia um vilão escondido atrás das cortinas. Não existia uma inteligência cruel desenhando tragédias personalizadas. O universo era apenas um oceano. E o oceano nunca odiou quem se afogou.

A pergunta começou a mudar.

Não era mais “por que eu?”

Era…

“Por que eu seria diferente?”

Naquele instante, alguma coisa rachou dentro dele.

Não de um jeito triste.

De um jeito libertador.

Percebeu que carregava o ego vestido de vítima sem perceber. Achava que sua dor era uma exceção na história do mundo, quando na verdade era apenas mais uma língua da mesma fogueira onde todos aquecem as mãos e queimam os dedos.

As pessoas chamavam aquilo de azar.

Outras chamavam de destino.

Ele começou a chamar apenas de existência.

E, curiosamente, quando deixou de procurar culpados, a raiva perdeu o emprego.

Não porque as perdas doíam menos.

Mas porque finalmente entendeu que dor nenhuma carregava seu nome gravado.

Ela visitava.

Depois ia embora.

Assim como a felicidade.

Assim como o amor.

Assim como todas as versões dele que jurou serem definitivas.

No fim, percebeu que a vida nunca prometeu justiça. Prometeu movimento.

E talvez fosse exatamente isso que havia tanta beleza escondida no caos.

O vento nunca pergunta quem merece ser levado.

Ele apenas sopra.

E, pela primeira vez, em vez de gritar contra ele, o homem abriu os braços.

Não como quem venceu.

Mas como quem finalmente parou de perguntar por quê.

só me apaixonar de novo quando esse texto fizer sentido

Às vezes eu fico tentando lembrar do momento exato em que você deixou de ser alguém que eu conhecia para se tornar o lugar onde meus pensamentos descansavam.

E eu nunca encontro.

Talvez porque essas coisas nunca aconteçam de uma vez.

Ninguém se apaixona num instante.

A gente vai se acostumando com a presença do outro sem perceber.

Primeiro sente falta de uma conversa.

Depois de uma risada específica.

Depois de um “chegou em casa?” no fim da noite.

Quando percebe, a ausência daquela pessoa já faz mais barulho do que a presença de qualquer outra.

O mais bonito é que você nunca tentou ser extraordinária.

Você nunca precisou.

Nunca precisou dizer as palavras certas.

Nem inventar versões melhores de si.

Eu gostava justamente das pequenas distrações.

Do jeito que você esquecia o que estava contando porque outra ideia aparecia no meio da frase.

Do jeito que seu riso chegava um pouco antes da piada terminar.

Do jeito que você olhava para o céu sempre que precisava pensar.

Você nunca percebeu, mas eram essas coisas que me faziam acreditar que o mundo ainda sabia criar alguém pela primeira vez.

Eu passei tanto tempo procurando pessoas que me impressionassem, que esqueci como era encontrar alguém que simplesmente me deixasse em paz.

Você nunca ocupou espaço demais.

Você preenchia os espaços que já existiam.

Como a luz entrando pela janela sem pedir licença.

Como uma música baixa tocando em outro cômodo da casa.

Você não mudava quem eu era.

Só fazia parecer que eu sempre estive caminhando na direção certa, mesmo quando tinha certeza de que estava perdido.

Às vezes isso ainda me assusta.

Porque existem encontros que parecem improváveis demais.

Penso em todas as decisões pequenas que precisaram acontecer para que nós existíssemos ao mesmo tempo, no mesmo lugar, olhando um para o outro.

Se eu tivesse acordado dez minutos mais tarde.

Se você tivesse escolhido outra rua.

Se qualquer conversa da sua vida tivesse durado um pouco mais.

Talvez nós nunca soubéssemos que o outro existia.

E, mesmo assim, de alguma forma, existimos.

É estranho sentir gratidão por algo que ninguém planejou.

Você apareceu sem fazer promessas.

Sem dizer que ficaria para sempre.

E talvez tenha sido exatamente isso que tornou tudo tão bonito.

Porque nunca foi sobre vencer o tempo.

Foi sobre existir dentro dele.

Sobre dividir cafés que esfriavam porque a conversa era mais importante.

Sobre caminhar sem destino porque nenhum lugar parecia melhor do que andar ao seu lado.

Sobre descobrir que algumas pessoas não chegam para transformar nossa vida em um filme.

Elas chegam para transformar uma terça-feira qualquer na lembrança mais bonita que você vai carregar por anos.

No fim, acho que o amor nunca foi encontrar alguém perfeito.

Foi encontrar alguém que faz o acaso parecer delicado.

Alguém que olha para você de um jeito tão simples que, por alguns segundos, todas as dúvidas que o mundo construiu deixam de fazer sentido.

E então você percebe que passou a vida inteira procurando grandes sinais.

Quando, na verdade, o maior deles estava escondido na tranquilidade de poder olhar para alguém e pensar, sem precisar dizer em voz alta:

Como foi que, entre bilhões de pessoas, a vida resolveu me apresentar justamente você?

A depressão é um vírus
que distorce as emoções
e faz a vida perder o sentido.

O único que vai estar sempre com você é Deus, talvez isso não faça sentido hoje, mas um dia fará.
Senhor, perdoe o que fui, corrige o que sou.
E dirige o que serei.
Me acompanhe e principalmente me abençoe hoje e sempre!💓

* Se deu vontade e faz sentido para você, vá em frente.
A pior coisa do mundo é você se tornar referência daquilo que os outros fazem, seja sua própria versão, deu vontade de fazer, faça!! Seja referência daquilo que você quer e não só daquilo que todos estão fazendo, lembre-se da frase que sua mãe mais te repetiu: VOCÊ NÃO É TODO MUNDO!*

𓇢𓆸Há uma frase que carrega o sentido exato do dia de hoje: 'Eu não sou o que acontece comigo; eu sou a autora das minhas próprias palavras e, principalmente, das minhas decisões.' ✤☀︎𖹭

⁠Todas as ações de Jesus tinham um sentido profundo. Curar um cego misturando barro com saliva e colocando-os nos olhos do homem era um desafio direto à ordenança judaica que proibia curar aos sábados misturando barro com saliva! (Mishnah e Shabbat 108:20). Comia sem lavar as mãos sob o olhar crítico dos fariseus, desafiando a tradição estabelecida por eles. Jesus se recusou curvar-se as pressões da religião. Era a revolução do Verbo Vivo. Jesus não teve medo de enfrentar aqueles que tentavam impedir que o Evangelho do Reino fosse instalado dentro das pessoas. Ele nunca deixou de anunciar as verdades do Reino por causa do ódio de seus inimigos. Por isso precisamos entender que Jesus não veio apenas como Messias para libertar o povo do pecado. Não veio apenas como Salvador, pagando a nossa dívida. Não veio apenas como Profeta, dando esperança aos oprimidos. Não veio apenas como Sacerdote, mediando os homens diante de Deus. Não veio apenas como Rei. Mas Jesus veio também como revolucionário, rompendo com o odre velho, para trazer o vinho novo. Sem esse rompimento do odre velho o vinho novo não chega.

⁠Se o que você está ouvindo não está te dando destino, pare de ouvir! Não faz sentido você está num lugar que não te leva para o propósito de Deus na sua vida!

Por mais doloroso que seja o processo, um dia tudo fará sentido! E quando esse dia chegar, entenderemos que a dor do processo foi necessária para vivermos o propósito de Deus em nossas vidas! ⁠

A providência de Deus não nos poupa da dor; ela dá sentido ao caminho.

Poema final


No princípio da tarde,
Tarde sem sentido ou valia
Dessas que corre a vida e o sol arde
Começo de mais um morto dia
Olhei a janela
A brilhante esquadria
Não sei se foi uma pancada
Mas um “Acorda bobo!”dizia
Uma voz de vida encharcada
Clamando”Revê o dia!”.
Procurei, dei mais uma olhada,
E, ao sol ofuscante,
Qual joia dourada,
Se via um besouro gigante

Os fatos, as palavras da história da minha vida, são apenas repetições sem sentido quando percebidos isoladamente. O tempo é uma narração, uma sequência, que só pode ser apreciada no seu conjunto. A montagem desta consciência é falha porque eu fui aprendendo a construí-la enquanto a fazia. As repetições são ilusórias, e eu posso, com elas, a aprender a não me enganar.

A Verdade é a Vida, é a nossa convivência, é o sentido da Palavra!

Por Celso Roberto Nadilo
Nuances do tempo e espaço

​Sendo o sentido contemporâneo da cor a própria entropia da evolução existencial, compreende-se que a cor também pode abrigar sentimentos. O que observamos são apenas noções; são os sentidos que conferem à lembrança o senso de realidade, moldando a percepção do abstrato. Este, por sua vez, mostra-se relativo — seja no negacionismo ou no relativismo —, abrindo uma janela de segurança. E essas janelas são portais para a imensidão.
​Prevalecendo no instante, avançamos pelo espaço-tempo, dando significado ao caminho contínuo através do efeito da conexão das cores.
​Sob essa ótica, torna-se possível afirmar que o azul já foi verde; que o amarelo nunca foi amarelo, mas marrom, e agora se fez cinza com cheiro de morango. O arco da memória pode, sim, enganar o cérebro, pois a cor e o aroma só se completam quando fundidos ao gosto absoluto da realidade.

Nas lágrimas nos libertamos.
Mais mesmas lágrimas escorrem a tristeza. Mais profundo sentido do sentimentos vemos alegria da existência.


Compaixão é a virtude da alma...
O amor é centro do universo e compõem a vida que amamos.


Nos rabiscos da ilusão trazem desilusão as liberdade de chorar traz infinito desejos....
As lágrimas veladas pela angústia e saúde torna se a resiliência da existência.

O silêncio é dilúvio para o qual as palavras perdem o sentido...