Sem Sentido
A ideia que temos de amor é, grande parte das vezes, a confusão que fazemos sobre o sentido de “paixão”.
A paixão é um vendaval! É aquele misto de sentimentos inexplicáveis, que nos impede de racionar coerentemente. Que nos tira o fôlego e tira nossos pés do chão. É aquilo que nos faz querer estar juntos o tempo todo , vivendo e respirando a outra pessoa. E que por vezes até nos rouba de nós mesmos.
O amor, diversamente da paixão, é paz! Ele chega e se mantém, com um misto não só de sentimentos, mas de relações, sendo a principal delas, a AMIZADE. O amor nos faz ou nos auxilia a pensar racionalmente. Nos devolve o fôlego da vida e até nos faz voar alto, mas também é capaz de nos ensinar o quanto ter os pés no chão é importante. O amor real, é o sentimento que nos permite saber que, embora não estejamos próximos fisicamente, ainda assim o sentimento, as lembranças, os momentos partilhados e o cheiro, estão onde o amor mora: no coração ! E uma vez aí estando, permanece. Ainda que além do universo…
Título: O som do amaldiçoado
Chovendo em dias sem sentido,
O frio virou o meu melhor amigo ,
Não conseguia acreditar, nem podia revirar eles tomaram meu corpo
E me enchecaram de coisas não conhecidas por mim
Estou com medo
Com dores
E
Tonturas, e acho que não consigo ver , nem sobreviver
A coisa olhou pra mim
Encarando minha vida
Como se o terror não tivesse fim,
Queria socorros
Mas não podia
Aí quem me dera poder socar o meu corpo
Haver se eu ganhasse juízo
E pensa-se pela minha vida ,
Mas, não, o mal olhou pra mim com perolas vermelhas
Ameaçando-me desde a imaginação
Comendo minha cabeça enquanto devorava minhas esperanças
Não podia correr
Porque não queria
No fundo eu já sabia
Que terminaria
Ali, naquela casão
Aonde minha mãe apanhava as águas da vida com medo
Que os seus filhos se adotassem
E o menino, temesse reprovar
O Bodo ria-se de mim,
E prometeu mandar os seus vir rir-se de mim também
Mas tão amaldiçoado eu sou
Como abençoado
Que meu pai inverteu minha maré de sorte
E agora não sei pecar
Nem me dou por pecador
O mal me percegue
Mas não me toma
Pelo tom que me reescreve
Mas olha lá diz o grilo,
Não te disse que você vai escrever
Que teu destino
É o seu caderno
Levanta-te
O. Dos meus .
Pois tens que escrever novos caminhos
E justificar os antigos
Sentimento Alheio
Tudo faz sentido , quando está aqui comigo
És a flor mais bela , me lembro da primavera
Você me encanta nessa dança
Me faz refletir bem longe daqui
Vamos esquecer esse mundo de ilusões
Sair nas multidões , em meio turbilhões
Meu coração pertence a ti
Sair pela manhã , o sol brilhando é um encanto
Gostamos do mar , da natureza , ali que está a nossa riqueza.
Vivemos da arte e da música
Não pertencemos aquela loucura
É muita tortura
Trabalhadores explorados por um tal real
E afinal , do que vale essa moral ?
Pensem na idéia diferente desses seres
Venham com a gente
Viver a liberdade com lealdade
Meu amor bem perto de mim
Não pensamos no fim
Viajamos pelo mundo
Em descobertas profundas
Que esta dentro do nosso coração
E desperta emoção
Venham conhecer o interno que pertence a ti
E nos façam sorrir e jamais desistir
Eu e meu amor nessa jornada
Em meio a tantas estradas
Sigamos esse caminho.
E sempre sorrindo.
Para psiquiatras, psicólogos, pais de santo, benzedeiras e afins: quando o sentido já não faz sentido, quando o amanhecer é apenas mais um dia, e quando o nada se torna o seu tudo, sorria como uma hiena e torça para encontrar o leão faminto logo na próxima esquina.
Há pregadores da esperança que vivem órfãos dela — e, assim, encontram nobre sentido para suas vidas.
"Ideias mirabolantes não precisam fazer sentido na Terra de hoje, porque o lucro líquido de um googolplex de futuros prováveis paga a fatura de qualquer impossibilidade física."
"O dinheiro tradicional perdeu o sentido; a nova fronteira da riqueza trilionária é criar uma bolsa de valores multiversal onde cada linha de código da imaginação pura vale mais do que todas as estrelas juntas."
Quem compreende o verdadeiro sentido do amor divino nunca usa palavras para esmagar o espírito de ninguém.
Estamos juntos e unidos para a nossa vitória alcançar, não faz sentido conflitar, gentileza em primeiro lugar.
O peso da palavra
Não está no som,
Mas no sentido que ecoa no coração.
Tudo é medida:
O que consola a uns,
Dilacera outros.
Pois a palavra não é o que se diz
É o que se sente.
Ter você de novo em meus braços é o único lugar onde o mundo faz sentido; só quero sussurrar que te amo.
Amar você é o que dá sentido aos meus dias; é saber que, apesar de tudo, o sonho continua vivo e mais forte do que nunca.
Dizem que a vida é um sonho, mas a minha só começou a fazer sentido quando você apareceu. Se isso for um delírio, que o despertar nunca encontre o caminho de volta.
Se a vida é um livro de escolhas, amar você foi o parágrafo que deu sentido a toda a minha história. O melhor erro, a maior sorte.
O amor amadurece como as boas canções: com o tempo, elas ganham mais sentido. Enquanto eles curtem o momento, eu celebro a eternidade de um sentimento bem cantado.
Já rodei todo esse mundo procurando encontrar algo que desse sentido aos dias cinzas. Eu era aquele que, por muito tempo, olhou para os lados e sentiu que o amor era um privilégio alheio, uma conspiração do destino contra o meu próprio peito. Eu guardava comigo os meus sonhos de criança, aqueles planos puros de formar uma família como era a dos meus pais, com mesa cheia, risadas na sala e um porto seguro para ancorar a alma.
Mas o tempo foi passando e a coisa mudou. O relógio não perdoa e, confesso, a solidão foi se chegando e se acostumou a sentar ao meu lado no sofá. Houve dias em que a chuva parecia ser a única visita, e a desilusão tentou assombrar os meus sonhos mais bonitos.
No entanto, há algo em mim que não se apaga. De uma coisa eu não desisto, sou fiel e não abro mão: a esperança de ter o meu lugar no mundo. Quero os filhos, os amigos, a companheira e os irmãos celebrando a vida. Pois se essa vida é bonita, ela é feita pra sonhar, e cada tropeço só aumenta o meu desejo de, afinal, te encontrar.
O que eu não me acostumo é com a solidão. Ela é uma visita barulhenta demais no meu silêncio. Por isso, sigo firme. Sei que essa tal felicidade, hei de encontrar, e não importa o caminho ou a demora: mesmo se eu tiver que aguardar, se eu tiver que esperar, eu estarei pronto.
Porque eu sei que, no momento em que eu vir o teu rosto, a dúvida vai embora. Um pedaço do seu beijo ou o seu coração já serão o suficiente para me fortalecer e me fazer delirar. Eu me tornarei, finalmente, um crente no amor.
O Império da Ignorância e a Busca pelo Eu e o Sentido da Vida Inatingível"
A pergunta que atormenta o mundo e a nós mesmos é quem verdadeiramente somos, já que até o nosso nome foi escolhido por outros e nossa vida virou um amontoado de números, documentos, títulos, cargos e posses materiais — nos transformamos em tudo, menos em nós mesmos. Vestir a imagem e a máscara que a sociedade espera é uma forma lenta de desaparecer, tornando-se um mero personagem da própria história sem saber em que momento tudo começou. A grande maioria sequer é capaz de raciocinar sobre o existencialismo; nela reina a prevalência da ignorância em detrimento da busca do eu, da existência e do sentido da vida. Esse mal, que é a mais pura, cruel e terrível ignorância, mata o sujeito por dentro, mas ironicamente o deixa sob o alívio anestesiado, esvaziado da capacidade de questionar qualquer coisa, inclusive a si mesmo, vegetando como um barco sem velas à deriva.Por outro lado, os poucos que buscam a contestação parecem carregar o sofrimento libertador de quem busca a verdade. Na busca faminta de si mesmos, do porquê da existência e de seus objetivos, vivem em uma lapidação constante e dolorosa, quase uma eterna retrogradação. Buscam uma verdade real do 'eu' que se mostra inatingível neste plano, uma realidade oculta que fomos iludidos a acreditar, fazendo com que muitos nasçam, cresçam e morram sem respostas.Essa verdade absoluta permanece inalcançável aos vivos. Só estaremos de frente com ela após a morte.Diante desse cenário, a verdadeira coragem não está em sustentar a aparência exterior, mas em ousar adentrar em nosso eu para perguntar qual é a própria e verdadeira identidade. Buscar conhecer a si mesmo — sabendo que o que nos faz genuínos é justamente não tentar ser, pois a essência morre no instante em que vira esforço."
