SalomaoBarbosa
Todo ser humano com coragem e capaz de matar em defesa própria, de seu sangue e de outras pessoas, agindo em legitima, é a favor da pena de morte.
O ser humano conhece apenascerca de 5% do universo, que é a "matéria comum" que compõe estrelas, planetas e nós mesmos, frente a isso, se conclui que nossa pseudoverdade é limitada.
Você só precisa vencer hoje. A verdade é que quem vence no longo prazo não é quem tem mais talento, mas quem tem constância...
Nem tudo que podemos, precisamos. Trabalhar, estudar, consumir em excesso. O ser humano tende a ultrapassar o próprio limite (comendo demais, trabalhando em exaustão, consumindo excesso de redes sociais e informação) até que o corpo manifeste ansiedade, estresse ou insônia. Coloque menos peso no seu dia, menos obrigações e menos excesso, em prol de mais presença, mais qualidade e mais leveza.
Frase de Marquês de Montcalm, comandante das forças francesas na América do Norte durante a Guerra dos Sete Anos.
A frase completa em português é: *"Se eu avanço, siga-me. Se eu recuar, mate-me. Se eu morrer, vingue-me."*
Ele a proferiu em 1759, antes da Batalha das Planícies de Abraão, um confronto crucial em Quebec contra as forças britânicas, onde ele acabou sendo ferido mortalmente. A citação é um exemplo dramático de liderança e determinação em face do perigo iminente.
"Se afirma saber que nada sabes, já não ignoras tudo; pois ao menos sabes da tua ignorância — e nisso, paradoxalmente, já resides no campo do saber.”
“Dizer ‘sei que nada sei’ é contradizer-se, pois quem reconhece sua ignorância já possui um saber — o de que ignora.
"O temor dos homens repousa no silêncio do fim, enquanto ignoram o fardo do agora. É um equívoco da alma temer a partida; pois, se a jornada da vida é tecida em tribulações, a morte nada mais é que o repouso onde toda dor se desfaz."
O Império da Ignorância e a Busca pelo Eu e o Sentido da Vida Inatingível"
A pergunta que atormenta o mundo e a nós mesmos é quem verdadeiramente somos, já que até o nosso nome foi escolhido por outros e nossa vida virou um amontoado de números, documentos, títulos, cargos e posses materiais — nos transformamos em tudo, menos em nós mesmos. Vestir a imagem e a máscara que a sociedade espera é uma forma lenta de desaparecer, tornando-se um mero personagem da própria história sem saber em que momento tudo começou. A grande maioria sequer é capaz de raciocinar sobre o existencialismo; nela reina a prevalência da ignorância em detrimento da busca do eu, da existência e do sentido da vida. Esse mal, que é a mais pura, cruel e terrível ignorância, mata o sujeito por dentro, mas ironicamente o deixa sob o alívio anestesiado, esvaziado da capacidade de questionar qualquer coisa, inclusive a si mesmo, vegetando como um barco sem velas à deriva.Por outro lado, os poucos que buscam a contestação parecem carregar o sofrimento libertador de quem busca a verdade. Na busca faminta de si mesmos, do porquê da existência e de seus objetivos, vivem em uma lapidação constante e dolorosa, quase uma eterna retrogradação. Buscam uma verdade real do 'eu' que se mostra inatingível neste plano, uma realidade oculta que fomos iludidos a acreditar, fazendo com que muitos nasçam, cresçam e morram sem respostas.Essa verdade absoluta permanece inalcançável aos vivos. Só estaremos de frente com ela após a morte.Diante desse cenário, a verdadeira coragem não está em sustentar a aparência exterior, mas em ousar adentrar em nosso eu para perguntar qual é a própria e verdadeira identidade. Buscar conhecer a si mesmo — sabendo que o que nos faz genuínos é justamente não tentar ser, pois a essência morre no instante em que vira esforço."
"O silêncio diante da injustiça não é prudência, é cumplicidade; calar-se frente a outra covardia é vestir a mesma armadura do opressor."
"Há momentos em que a resiliência da água não basta; é preciso a coragem do cinzel, pois certas liberdades só nascem do impacto que rompe o obstáculo."
"Há momentos em que a resiliência da água em contornar a pedra não basta; nas relações humanas as vezes é preciso a coragem do cinzel, pois certas liberdades só nascem do impacto que rompe e destrói o obstáculo."
"A expansão da mente é uma ilusão geométrica: ela não cresce com idéias novas, apenas dissipa a névoa e ignorância que escondia sua extensão."
O Manifesto do Desvelismo Intelectual
A filosofia da mente infinita contra a ilusão do crescimento volumétrico. A Definição do Desvelismo O Desvelismo é a corrente filosófica que rejeita a física cumulativa da mente. Ele decreta que o intelecto humano não é um recipiente elástico a ser preenchido ou expandido por forças externas. A mente é, em sua essência primordial, uma estrutura de extensão infinita e latente. Todo conhecimento não é gênese, mas desvelamento — o ato de retirar o véu da ignorância que encobre a realidade factual.O Grande Debate: Einstein vs. O Desvelismo Cenário: Um anfiteatro atemporal onde a física encontra a metafísica.Albert Einstein: "Meus amigos, a história do progresso humano prova o meu ponto. Quando a humanidade compreendeu a Relatividade, o pensamento linear foi quebrado. A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original porque ela foi esticada pela novidade. Há uma clara expansão volumétrica na nossa capacidade de processar o cosmos."O Desvelismo: "Com o devido respeito ao seu gênio, Albert, você sofre de uma ilusão geométrica. O tecido do espaço-tempo que você descreveu não passou a existir no momento em que você publicou seus artigos em 1915; ele sempre governou cada órbita planetária desde o início dos tempos. O seu cérebro não aumentou de tamanho para acomodar a Relatividade; a sua inteligência apenas dissipou a névoa da mecânica clássica. A ideia 'nova' é um mito do ego humano. Você não esticou o balão da mente; você apenas limpou a janela pela qual observava o infinito. A Máxima: "A expansão da mente é uma ilusão geométrica: ela não cresce com ideias novas, apenas dissipa a névoa e a ignorância que escondia sua extensão.
"Usar o sagrado como escudo para blindar os próprios defeitos é a forma mais refinada de profanação, onde o véu da fé serve apenas para ocultar a face da intolerância."
"Usar o sagrado como escudo para blindar os próprios defeitos é a forma mais refinada de profanação, onde o véu da fé serve apenas para ocultar a face da intolerância.
"Pensamento Filosófico"
Esse comportamento ilustra o que a psicologia e a filosofia comportamental descrevem como um mecanismo de defesa narcísico e projeção moral. Quando o indivíduo se apropria de dogmas para se declarar "salvo", ele não está buscando a transcendência, mas sim o controle e a absolvição antecipada de seus próprios desvios. Ao dividir o mundo entre "divinos" (ele mesmo e seus pares) e "profanos" (aqueles que ele julga), essa pessoa cria um sistema de justiça próprio onde a empatia é anulada.Filosoficamente, essa atitude representa a inversão do conceito de ética e alteridade. Em vez de a espiritualidade servir como um exercício de autocrítica, humildade e responsabilidade perante o outro, ela é instrumentalizada para oprimir. O "outro" torna-se apenas um espelho das imperfeições que o indivíduo se recusa a aceitar em si mesmo. É, em essência, o vazio ético mascarado por um verniz de dogmas inquestionáveis.
"Na soberba de sua suposta evolução, o ser humano se torna o mais ignorante dos animais: veste a máscara da hipocrisia e julga a casca, esquecendo-se de que a alma é feita de luz, e a luz não tem cor, na morte tudo se nivela."
