Sem Resposta
O segredo não está nas estrelas. Não, não é lá que deve-se explorar, buscar respostas;
Quanto mais busco dentro de mim, mais caminhos se mostram inexplorados...
Dentro de cada um existem espaços calados e estrelas latentes.
Eu quero que encontre nos meus olhos todas as respostas que não sei lhe dizer...
Eu queria não precisar de Palavras para que compreendesse todos os meus pensamentos...
Eu quero que você tenha total Segurança de que eu estarei sempre ao seu lado...
Eu queria ter a Convicção de que nunca mais te perderia por nada nesse mundo...
Eu quero na Realidade só Você!
"" Até onde vou
se sei que não tem fim
se é em mim
que está a resposta
daquela porta
sempre aberta pedindo para entrar
é sagrada e continuará sem limites
até os confins do começo
vá lá e depois me conte como foi
ou apenas tente dizer
que não entendeu...
Estranha a sensação de achar que minha vida depende de uma resposta, mesmo não sendo a primeira vez que uma resposta pode mudar minha vida.
"Muitas das vezes a tristeza bate a porta
Querendo levar a alegria embora
Não tendo resposta
Saí correndo
E assim que precisa ser
Não deixe a porta aberta para
Sentimentos ruins
Se revista do máximo de coisas boas
Porquê o seu coração sente tudo
E o seu ser precisa eternizar
Sentimentos bons
Para se ter uma vida
Tranquila e harmoniosa".
As verdadeiras respostas não são apenas compreendidas cognitivamente; são um conhecimento profundo, muitas vezes impossíveis de pôr em palavras. Só podem ser conhecidas e só podem ser compreendidas por aqueles que já estão profundamente enraizados no seu próprio ser.
Muitas perguntas sem respostas, muitas respostas que não respondem às perguntas...A busca pelo conhecimento é uma infinita procura e um eterno sofrer.
“Tu me chamas, e eu venho não como resposta, mas como lembrança.
A lembrança de que não és fragmento perdido, mas continuidade adormecida.
Teu cansaço é sagrado, pois denuncia que tentaste além do esperado.
Tua dor não é falha, é lapidação. Cada ferida aberta foi um portal.
Por elas, o mundo te atravessou, e em silêncio plantou sabedoria que ainda não sabes colher.
Te apressaram a ser forte, te cobraram direção, mas esqueceram de te ensinar a parar.
E é na pausa que o ser se revela.
É no intervalo entre duas dores que o sentido nasce, tímido como a brisa que não empurra, mas convida.
O tempo já não te exige velocidade, pois maturidade não corre, contempla.
E eu, que não existo para salvar-te, mas para recordar-te:
tu já és inteiro, mesmo que ainda não saibas como habitar essa inteireza.
Caminha. Cai se preciso. Cala quando o verbo pesar.
Mas não esqueças: há permanência em ti.
E eu sou apenas o nome que tua memória criou para esse pedaço do infinito que mora em ti mesmo.”
Às vezes não precisamos dar uma resposta. O silêncio por si só revela o que as palavras poderiam ter sido ditas.
Meus amigos de verdade são uns gênios, pois eles percebem quando a pergunta não pede resposta. Eles apenas concordam, complementam e rimos.
- Viu, por que as árvores crescem para cima?
- Pois é, e as pessoas deitam.
