Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Quando o amor não supera as diferenças,
ele fica igual aos que não sabe amar.
Porque não há amor que não vá além do superável.
E não existe amor, quando ele se iguala a certos ínfimos sentimentos.
Amor é grande. Amor é diferente. Amor é, maravilhosamente, singular.
O IRREPETÍVEL
Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.
Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.
Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.
Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.
Mas o coração não aceita imitadores.
O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.
É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.
Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.
Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.
Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.
O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.
Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.
O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.
E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.
O IRREPETÍVEL
Há coisas que não se repetem.
Não por falta de tentativa, mas porque o mundo não devolve o mesmo vento duas vezes.
Você até buscou a fresta que um dia se abriu — a mesma luz, o mesmo acaso, a mesma vertigem. Procurou outro corpo onde a memória coubesse, outra pele com o mesmo ritmo secreto, outro olhar capaz de fazer a respiração errar o passo.
Mas não havia réplica.
O que aconteceu — aconteceu numa combinação que não se fabrica:
um gesto que não estava previsto,
uma falha no tempo,
uma distração do destino.
Foi ali que algo passou por você e não voltou.
Depois disso, tentou reorganizar o enigma.
Mudou a cena, trocou os nomes, alterou o cenário — e o milagre permaneceu imóvel, como se dissesse: não me convoque.
Há eventos que não obedecem.
Você percebeu tarde que não buscava outra pessoa.
Buscava o ruído exato daquele instante — aquele som que só seu coração reconheceu e nunca mais ouviu.
Mas não se captura o eco de algo que só existiu no momento em que rompeu o silêncio.
O resto é tentativa.
E tentativa tem outro brilho.
O que ficou não é lembrança, é marca:
um leve desvio na alma, um lugar onde o mundo tocou e retirou a mão antes que você entendesse o gesto.
Não há como refazer isso.
O universo não trabalha com versões revisadas.
Há histórias que não querem continuação.
Querem apenas ser o que foram:
um rasgo preciso,
um acontecimento sem repetição,
um idioma que você só escutou uma vez
e nunca mais soube pronunciar.
Sem conhecimento a vida não suporta o fogo
Sem fogo a vida não tem brilho
Sem brilho não há como refletir
Sem refletir não há sabedoria
Sem sabedoria a vida não tem cor
Sem cor os sonhos perdem o valor
Sem valor o conhecimento é vão.
Não há como saber onde está na vida de alguém. Uma semana, um dia, uma hora ou nunca fez parte. O melhor é observar os detalhes.
Um dia você descobre
que a vida não foi à toa
e que, apesar de não ser tão boa
não há dor que não se cure
não há dor que pra sempre dure
e que, infelizmente
não existe dor que não doa
o que existe realmente
é dor que se sente à toa
tem a dor que te consome
e a dor que sem pena te rói
mas a dor menos amena
é a dor que apesar de ser dor
você nunca sabe onde dói.
"O que há de mais fascinante na fotografia, é o fato desta não retratar apenas o objeto fotografado. Dentro de uma imagem, cabem paisagens, pessoas, personalidades, expressões, valores, arte, cultura. Enfim, tudo que os olhos forem capazes de perceber, e a mente assimilar."
Te sinto há algum tempo.
Me machuca me faz não querer pertencer.
De onde você veio? Quando você vai partir?
Não aceitei e sofri por sua existência na minha vida.
Dia após dia comecei a te entender, com amargor.
Poderia me deixar?
Poderia me deixar ficar?
Eu não queria te arrancar de mim, pois sem você eu deixaria de existir.
Eu não queria mais sentir.
Embora a vida não seja um trevo de 4 folhas
Em todo o mundo há trevos de 3 folhas
Para nos lembrarque mesmo incompleta, a vida é linda
Desde o início, o evangelho nos ensina que, em Cristo, não há distinção de cor ou raça. Todo cristão consciente reconhece tanto o seu valor em Deus quanto o do próximo, sem necessidade de militância na igreja, pois a obra do Espírito Santo é suficiente para convencer, transformar e unir os corações.
Eu, dentro da corrida do tempo, vivo e existo um instante de cada vez; não há como fazer ou ser diferente!
Sabendo que não há mágica que transforme tudo APENAS com a mudança de ano, apesar dos mais profundos desejos de mudança que pairam no ar e se manifestam através de cada pessoa, compreendemos que a mudança está em nossas mãos (mais uma vez!).
Se não há mágica para a mudança, apeguemo-nos ao menos ao ímpeto de esperança e o desejo que faz pulsar os nossos corações para fazermos do novo ano que se inicia, realmente um ANO NOVO.
Ainda há força em mim, e desejo também, para abandonar os velhos erros e lutar por vida nova.
Ninguém, nem mesmo eu, pode me condenar por aqueles velhos erros; mas eu preciso assumir hoje o compromisso de buscar uma vida tão nova e pungente, quanto esse ano que se inicia.
Se eu não consegui ser sábio o suficiente para aprender com os erros dos outros, devo ao menos ser inteligente, aprendendo com os meus próprios e velhos erros.
Há 5 anos atrás, quando entrei em depressão (eu já não estava bem, e meu tio Paulo morreu, acabou comigo). Então fiz uma lista de coisas que gostaria de realizar, de fazer em mim, de mudar, comprar. Foi de arrumar guarda-roupa até cuidar do melasma do meu rosto, dentista, emagrecer, etc. Se passaram os anos, e ainda não realizei tudo. Mas essa lista ocupou minha mente, e vem ajudando a me sentir melhor, cada coisa que realizo, por mais simples que seja, me faz bem, voltei a pensar no que realmente importa, EU!
Faça uma lista.. vai te ajudar a tirar o foco da tua dor. Investir na gente, no nosso bem estar, evoluir sempre é certo!
Os que pregam que não há caridade fora da salvação deveriam ensinar que Jesus Cristo fez a maior caridade na cruz para nos trazer a salvação.
