Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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"Não especulo mais a tolice dos tolos.
Nem me firmo mais na inteligência dos inteligentes.
-Aprendi que tudo isso é bobagem..."

☆ Haredita Angel

"Não me chame prá jogar. Me chame prá tomar um drink que eu aceito."

☆ Haredita Angel

Vá fiando com confiança que Deus não permite que lhe falte fio.

"Cada um tem seu caminho. Não precisa invejar o meu."

☆ Haredita Angel

"Sem música não existiria vida!
- pelo menos prá mim...!"

Pessoas e coisas inúteis, eu descarto!
- Sei que pessoas não são coisas, porque existem coisas que têm bem mais valor...

"Para vencer as minhas batalhas emocionais eu não careço de platéia...".
✫Haredita Angel

Eu não elogio. Eu incentivo!

Amor passarinho

Agora sabemos...
Não foi amor...
Nós acontecemos!
Um caso por acaso...
Uma brecha no tempo...
Um filhote de passarinho, tadinho!
Morreu no ninho, não voou...
Nasceu com asas e não alcançou o céu...
O céu azul do amor.
Passar, passei, passamos!
E agora lá estamos...
Sabe Deus fazendo o quê e com quem.
Sabe Deus se lá amamos; ou se continuamos acontecendo na vida de mais alguém.

⁠
"Sou um salto de fé.
Sou uma montanha de emoções.
Sou filha de Iansã, não nego a minha mãe,
aviso que a tempestade vem vindo...!"
☆Haredita Angel

⁠
──── V O C Ê ───

Aconteceu;
Doeu.
Desapareceu;
Doeu.
Não voltastes;
Doeu.
Morrestes?
Morri!
☆Haredita Angel

⁠"Sei que não sou o seu primeiro amor, tampouco serei o último, mas me esforçarei ao máximo para ser sua melhor lembrança"
Haredita Angel
16.02.23

"Eu não faço fofoca, eu só atualizo!"
Haredita Angel
16.04.11

⁠Pela manhã não sabemos o que a tarde nos poderá trazer.
sfj,reflexões

⁠O que pensam ou dizem sobre mim, não traduz quem eu sou.

⁠Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.






Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.






A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.






A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.






A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.






E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.






Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.






Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.






É o Banquete das Mortes Iluminadas!

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.

Se comprometeram
de cuidar da sua
dor e pelo jeito
não cumpriram,
e cheguei crer
que iam levar
você a sério.

Na falta a quem
recorrer,
peticionei
ao poeta da multidão
porque vivemos
num mundo sem coração.

De ti não mais falaram,
fui procurar ler
na Sebastiana
e não li nenhuma
notícia ou indício,
não sei se estás vivo
ou te mataram.

Ainda o dia
não raiou
como gostaria,
não sou
de rodeios,
me traga
o General
são, salvo
e com vida,
Porque tenho
na testa
a estrela
de Madiba.

Canção de Luísa,
meio Bossa-Nova,
meio ousadia,
jamais esquecerei
da tropa presa
por brutal injustiça.

Não posso mais invocar seu fantasma nas noites mais escuras. Não posso mais viver de ilusões. Eu quero ser salva, de onde me prendi há muitas vidas. Eu não sei a resposta, só sei que sem você não há como sair de lá. Sem você, eu não quero sair de lá.
- Marcela Lobato