Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Não que hoje eu esteja bem, que eu não lembre, ou ao menos pense, superação vem devagar quando eu menos esperar ali estou eu renovado.
''Nunca diga “eu te amo” se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos, se eles não existem. Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração.''
Já desisti de brigar comigo mesmo,
não vou mais tentar entender este mundo...
Vou apenas dar o meu amor
Enquanto eu estiver nele.
Que toda energia negativa que chegar até aqui tome o caminho de volta! Aprendi que não se deve ficar com o que é dos outros!
Pode não parecer corajoso, mas as vezes evitar o conflito é uma das coisas mais corajosas que alguém pode fazer.
Não sofremos por amor, sofremos apenas por gostar demais de pessoas que não valorizam nossos sentimentos.
É terapia… Ligar o som alto, deitar na cama e começar a pensar em tudo aquilo que não deu certo. E sorrir por tudo aquilo que ainda vai dar.
Lembre-se de que não devemos humilhar ninguém.
Os erros que os outros cometem hoje, nós podemos cometê-los amanhã.
Não se julgue inatingível nem infalível.
Todos podem falhar.
Trate os outros com tolerância, para que possa reerguê-los, se errarem.
A perfeição não é desta terra.
Não exija dos outros aquilo que você também ainda não pode dar.
Ódio?
À Aurora Aboim
Ódio por ele?Não…Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida roubei todo o encanto…
Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Como um soturno e enorme Campo Santo!
Ah! Nunca mais amá-lo é já o bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!
Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda.
Ódio por ele? Não…não vale a pena…
Florbela Espanca - Livro de Soror Saudade
Dizem que temos direito a vida... Vida? Eu penso que não. Todos têm o direito de “nascer”, viver não é um direito que nos é concedido; é uma necessidade.
O grande professor indiano Nisargadatta Maharaj disse uma vez: “A sabedoria me diz que não sou nada. O amor me diz que sou tudo. Entre os dois, minha vida flui”. “Não sou nada” não significa que há uma árida terra de ninguém interior. Mas sim que, com estado desperto, estamos abertos para um espaço limpo, desimpedido, sem centro ou periferia — em nada separado.
Se somos nada, não há realmente nada para servir como barreira para nossa ilimitada expressão do amor. Sendo nada, assim, também somos, inevitavelmente, tudo. “Tudo” não significa auto-engrandecimento, mas um reconhecimento decisivo de interconexão; não somos separados.
Tanto o espaço limpo e aberto do “nada” quando a interdependência de “tudo” nos desperta para nossa verdadeira natureza. Essa é a verdade que tocamos quando meditamos, um sentido de unidade além do sofrimento. Está sempre presente; precisamos, meramente, ser capazes de acessá-lo.
Você sumiu da minha vida, mas não do meu coração.
Você deixou uma ferida, espero que não seja em vão, volte, venha, por favor, seja meu amor.
Venha me curar, você desapareceu sem eu ver, mas vejo o rastro do meu sangue em você, em minha dor irei caminhar, até um dia te encontrar, espero que esse dia você não tenha outro a amar.
E quando eu olho pra você, o mundo para de vagar
Meu coração acelera, esse é meu jeito de te amar.
