Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Há satisfação de sentir dentro do coração o valor de uma amizade quando atravessa inabalável o tempo.
#bysissym
Há amizades melhores do que muitos familiares! Nos conhecem, nos respeitam e nos querem o bem.
#bysissym
Religião X Evangelho
Enquanto um proíbe, o outro constrange.
Na Religião há imposições, somos tratados como crianças, Não toque nisso, é proibido aquilo, Não faça tal coisa...
No Evangelho somos pessoas amadurecidas, em vez de proibidos, somos questionados o porquê e pra que tal atitude?
Não é o castigo nem a recompensa que nos motiva a ser melhor, já entendemos o significado e o porquê sermos mais humanos.
Não precisamos de regras para nos frear, na consciência Deus gravou nosso limite.
Não é o medo de um Deus Carrasco, é o amor e a gratidão a um Deus amoroso.
Na Religião, os erros dos outros são sempre piores que os nossos, e impera a ilusão de que somente os que segue. tal doutrina estão no caminho certo.
No Evangelho, não há espaço para críticas ou julgamentos, todos são confrontados por seus próprios erros e pecados, e todas as pedras ficam no chão.
Podemos estar certos sem que o outro esteja errado.
Jesus não fundou nenhuma religião, até porquê a Religião é o homem tentando se religar a Deus, enquanto o Evangelho é Deus alcançando o Homem.
Júnior Oliveira
Sou convicto que posso mudar minhas convicções a qualquer tempo.
Há certezas que aprisionam e dúvidas que nos levam mais longe.
Enquanto duvido, sigo aprendendo.
Religiosidade
Percebo que na religião há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida.
Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus Cristo, e menos na bíblia.
A Jesus, seja a honra, a glória e louvor, nosso Salvador a quem devemos seguir.
Jesus é o mestre e o modelo, é o autor da nossa fé, é a regra e a conduta a ser seguida, completo e suficiente.
Religiosidade
Percebo que na religião, há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida.
Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus e menos na bíblia.
É mais provável um cristão se tornar ateu, do que conquistar um prosélito, estudando bibliologia.
Infelizmente, nem todos suportam a verdade, e apedrejar é mais fácil que quebrar paradigmas.
Fomos libertos para vivermos livres, mas nem todos conseguem viver com liberdade, necessitam de rédeas, e pessoas para guiá-los, e muitos se aproveitam disso.
Em mim há um pujante desejo de aprender constantemente. Uma busca pelo melhorar perseverante para um evoluir permanente.
Por mais que diariamente eu me atualize e absorva conhecimentos, há pessoas que começaram antes de mim e tem o nível de conhecimento superior ao meu. Isso é orgânico. Porém, se o conhecimento do meu inquisidor for da mesma área que a minha, eu exijo dele, de início, o nível básico! Se não tiver... Vai ficar feio!
Desde o momento em que nascemos, somos submetidos a mudanças contínuas. No entanto, há uma verdade que permanece constante: nossa essência.
Tenha fé em suas próprias capacidades e em sua essência. Esteja ciente de que há uma força em seu interior capaz de superar todos os desafios.
Eu vou viver, mesmo depois do meu último suspiro. E quem me viu viver, há de dizer que: "Ele é eterno!".
A exaustão pode ser imensa, mas a esperança me mantém de pé. Há algo ou alguém que me dá forças para seguir em frente.
Kamorra — Entre a Guerra e o Espelho de Deus
Há nomes que são apenas sons. E há nomes que se tornam espada. Kamorra é um desses.
Do espanhol, herdamos camorra: briga, disputa, confronto. Um nome nascido no campo da guerra, forjado no atrito entre homens que não aceitam a covardia como regra. É o eco de quem levanta a voz, de quem enfrenta, de quem, se for preciso, cai de pé — mas nunca se ajoelha.
Mas o nome não para por aí.
Do hebraico, surge kamocha, uma pergunta sagrada: "Quem é como Tu, ó Deus?"
É o espelho da identidade divina refletida no homem. É o chamado para viver com honra, com verdade, com propósito.
É a lembrança de que a maior batalha não é contra o outro — é contra o que dentro de nós tenta nos tornar medíocres.
Juntas, essas raízes formam algo maior: Kamorra.
Não é só um nome. É uma filosofia.
É o homem que luta como um guerreiro, mas carrega nos olhos a consciência de que foi feito à imagem do Altíssimo.
É o confronto com o mundo, mas também com a própria alma.
Ser Kamorra é viver entre dois mundos:
Um pé no campo de batalha, outro no altar.
Uma mão fecha o punho, a outra aponta para o céu.
Porque o verdadeiro kamorrista sabe:
Antes de vencer o inimigo, é preciso vencer a si mesmo.
E quem zomba do nome...
Não entendeu o corte da espada que ele carrega.
Há indivíduos que atribuem os seus desencontros à vida, mas se esquecem que somos vidas e traçamos as linhas para o encontro ou para o desencontro. Neste sentido, não me entusiasmo pelas paralelas.
