Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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O Que Falta aos Nossos Olhos e Sobra à Nossa Vida
Há coisas na vida de que não gostamos, mas que precisamos fazer: realizar certos exames, limpar a sujeira do nosso animal, cuidar de um adulto doente ou dar banho em um idoso. Nesses momentos, reclamar muda alguma coisa? Não. Apenas gasta energia que poderia ser usada para agir.
O problema começa quando a reclamação deixa de ser uma reação e passa a ser um hábito. Aos poucos, acostumamo-nos a enxergar primeiro o que falta, o que incomoda e o que está errado. E, quando olhamos a vida por essa lente, até pequenos problemas parecem enormes.
Como bem disse minha filhinha Beatriz: “Talvez valha a pena ressaltar o quanto as pessoas reclamam de tudo, e quase ninguém vê o quão ricas já são. Ter saúde, poder escolher o que comer, ter uma cama, ter pais que nos amam e ao menos um amigo com quem contar já é algo tão grande que não faz sentido reclamarmos tanto.”
E ela continua: “Às vezes, lamentamos o emprego que não temos, o corpo que gostaríamos de ter ou aquilo que ainda não conseguimos comprar, enquanto esquecemos de agradecer pelos olhos que contemplam a natureza, pelas pernas que nos levam a tantos lugares, pela boca que experimenta novos sabores e, principalmente, pela vida que ainda temos. Podemos ter muito, mesmo tendo pouco. Basta aprender a perceber.”
Talvez esteja aí uma das grandes escolhas da vida: olhar para o que falta ou perceber o que já temos.
A reclamação fixa os olhos no problema; a gratidão amplia o olhar para a vida. Se algo precisa ser mudado, que busquemos soluções. Se a insatisfação for inevitável, que saibamos expressá-la sem transformá-la em um modo de viver.
No caminho, aprendi que reclamar não encurta a distância, não diminui a subida e não torna a caminhada mais leve. Mas a gratidão muda a maneira como caminhamos.
Por isso, antes de reclamar daquilo que falta, talvez devêssemos agradecer por aquilo que permanece.
Afinal, pode haver alguém, em algum lugar, desejando exatamente a vida que hoje temos.
Peregrino Nino Carneiro

Seja competente e gentil, é só isso!


Seja autêntico, original, comprometido.
Não há ninguém que tenha se dado mal por ser assim.


Dê sempre o seu melhor (por você)!
Se o homem não te compensar, o universo te recompensa!


Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.


Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!

julie.


Há uma menina que ainda não existe no mundo, mas que, de alguma forma, já existe dentro de mim.


O nome dela vai ser Julie.


Eu ainda não sei quando ela vai chegar. Não sei se será daqui a alguns anos, se a vida vai demorar para colocá-la nos meus braços ou se o destino ainda está decidindo se nossos caminhos realmente precisam se encontrar. Talvez ela nem saiba que eu já penso nela. Talvez, enquanto eu escrevo isso, ela esteja em algum lugar que eu jamais poderia imaginar, vivendo uma vida que ainda não tem nenhuma relação com a minha.


Mas eu já a amo.


E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas sobre o amor de um pai. Ele pode começar antes mesmo de existir um rosto para olhar.


As vezes eu me pego imaginando os olhos dela. Não sei exatamente como serão, mas já consigo imaginar a maneira como eles vão me procurar quando ela estiver assustada, quando precisar de colo ou simplesmente quando quiser encontrar o pai no meio de uma multidão. Imagino o sorriso, o jeito de falar, as manias que provavelmente vão me tirar do sério e, ainda assim, fazer com que eu queira guardar cada uma delas para sempre.


Imagino seus primeiros passos pela casa.


Imagino a voz me chamando de pai.


E acho que é nesse momento que eu percebo que existe uma versão de mim que ainda não conheço.


O pai da Julie.


Talvez ela transforme completamente a minha vida sem sequer perceber. Talvez eu passe a dirigir mais devagar, a olhar o relógio com mais frequência, a pensar duas vezes antes de tomar certas decisões. Talvez minhas preocupações deixem de ser apenas sobre mim. Talvez eu descubra que existe alguém capaz de ocupar um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio.


Eu imagino uma menina pequena segurando meu dedo com a mão inteira.


E acho que, naquele instante, eu entenderia que faria qualquer coisa por aquilo.


Não porque ela teria feito alguma coisa para merecer.


Não porque ela precisaria me devolver alguma coisa.


Mas simplesmente porque seria minha filha.


Esse é o amor que ainda não conheço, mas que já consigo sentir chegando de longe. Um amor que não pede reciprocidade, que não depende de respostas, que não precisa ser escolhido todos os dias porque já nasceu decidido. Um amor que provavelmente vai me ensinar que existem pessoas pelas quais você não pensa duas vezes antes de colocar o mundo inteiro nas costas.


Eu penso na Julie crescendo.


Na primeira vez que ela cair e olhar para mim esperando que eu diga que está tudo bem.


Na primeira vez que ela chegar em casa chorando porque alguém machucou seu coração.


Na primeira vez que ela quiser sair sozinha e eu precisar aprender que protegê-la também significa deixá-la ir.


Talvez eu seja aquele pai meio bobo que vai querer saber onde ela está, com quem está, se chegou bem. Talvez eu seja exageradamente protetor. Talvez eu precise aprender, todos os dias, que ela não nasceu para viver dentro das minhas mãos, mas para construir a própria vida.


E mesmo assim, em algum lugar dentro de mim, sempre vai existir aquele homem olhando para uma menina pequena e pensando:


"Como pode alguém tão pequena significar tanto?"


Eu não sei como serão os olhos dela.


Não sei se ela vai gostar de música, de livros, de filmes, de desenhar ou de qualquer coisa que eu imagine hoje.


Não sei se ela vai parecer comigo.


Não sei se vai torcer para o Palmeiras(mas deveria)


Não sei se vai herdar meu jeito, minhas manias ou se vai ser completamente diferente de mim.


E talvez seja justamente isso que torne tudo tão bonito.


Porque eu não amo uma pessoa que conheço.


Eu amo a possibilidade dela.


A possibilidade de um dia abrir uma porta e encontrar uma menina correndo na minha direção.


A possibilidade de ouvir uma voz dizendo "papai".


A possibilidade de segurar alguém nos braços e perceber que, depois daquele momento, minha vida nunca mais vai ser somente minha.


Julie ainda não sabe se vem.


Eu também não sei quando.


Mas, se um dia ela vier, espero que encontre em mim um lugar seguro para voltar.


Espero que ela saiba que pode errar sem deixar de ser amada, cair sem ter vergonha de pedir ajuda, crescer sem medo de me perder.


Espero que, quando ela for grande o suficiente para entender essas coisas, saiba que antes mesmo de existir para o mundo, já existia em meus pensamentos.


Que antes de eu conhecer seu rosto, eu já imaginava seus olhos.


Antes de ouvir sua voz, eu já imaginava como seria escutar "papai".


E antes de poder segurá-la no colo, eu já sabia que, se a vida me desse a oportunidade de ser o pai dela, eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que ela nunca duvidasse do quanto é amada.


Talvez esse seja o maior sonho que eu ainda não vivi.


Uma menina chamada Julie.


A menina do papai.


Uma pequena pessoa que ainda não chegou, mas que já ocupa um pedaço enorme de um coração que nem sabia que estava esperandp por ela.


E quando ela finalmente chegar, se chegar, talvez eu olhe para aqueles olhos que passei tantos anos imaginando e perceba que eu estava errado sobre uma coisa.


Porque talvez eu tenha passado a vida inteira tentando imaginar como seria amar minha filha.


Quando na verdade, bastaria conhecê-la

Não há poesia...
na nebulosa da democracia,
As cordas da nebulosa, maravilhoso berço das estrelas...
Vivemos para sermos pequenas gostas...
Poeira do buraco negro demonstra dança da gravidade sendo sensatez de tantos mundos multiculturais...
O mundo precisa viver lúcido dentro da alienação política...
Pois homens sem consciência e escrúpulos fazem de tudo pelo poder.
Buscam a riqueza a custa dos outros...
Povo é o poder público mais dominado pelas correntes de deepfakes e fakes news...
Abrimos o aprimorando sentido a verdade é para poucos... poucos são escolhidos... mas as pessoas que vivem alienados estão condenados...

No ar,
o mar,
Não há o nada,
Para o nada,
o mar ,
Ou vento que respira o nada,
Para de repente o nada,
Seria o nada ate que o mar seja o nada,
Tal como tovia de repente se via o nada,
Seria mais o profundo sentido para o nada.
Qual seria o valor do nada ?
Emblemático seria?
Pois o nada o tocou?
Belo instante em que criticamos a luz...
Num estado inerte o ar morreu diante meus olhos...
A fumaça das fábricas é carros torna se parte volumosa...
O mar remanescente é puro óleo e sujeira
nos lugares o nada não existe mais apenas mau cheiro...
O nada faz sentir saudades da época que vento respirava...

Não há tempestade que dura para sempre e nem sol que brilha noite.

Afinal, que felicidade podemos ter se não pudermos amar? pois, o amor pode curar tudo. Mas há feridas que são curadas apenas com o bem-querer, sem ela morremos.

Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.

⁠o verso é o multiverso da cultura quando não a cultura não ha estrutura...

Quando a política vira religião, o absurdo é sagrado. Não há dados, fatos ou investigações que quebrem essa barreira psicológica. Se o líder mandar marchar, o seguidor marcha; se o simbolismo do momento exigir reverência ao inexplicável — seja a um quartel ou a um pneu à beira da estrada —, o fanático o fará, pois ali o "pneu" vira o seu deus.
​Não há o que se faça ou diga em contrário que convença quem escolheu a alienação intelectual como estilo de vida. O extremismo opera na base da fé cega. Para o restante da sociedade, que assiste ao espetáculo com indignação, resta o duro papel de resistir à correnteza de mentiras, mantendo a sanidade enquanto a realidade prática e o tempo não cobram o preço inevitável desse delírio coletivo.

"Não há acaso: tudo é sintonia do universo para o nosso existir. O que for destinado a você chegará com leveza; o uso da força apenas afasta aquilo que não lhe cabe."

⁠Não estou usando mais ponto final, prefiro as reticências...
Pois sempre há esperança...

Enquanto Deus estiver segurando em minhas maos..
nao ha mal nenhum que me derrube..
inveja nenhuma que me alcanse...
e praga alguma que me cerque....

“Há dores que silenciam a alma, noites em que o coração parece não suportar mais. Mesmo assim, eu continuo de pé, porque a minha fé não nasceu na facilidade, nasceu na luta. As lágrimas podem cair hoje, mas eu sei que Deus continua vivo, vendo cada ferida, ouvindo cada oração silenciosa e preparando o tempo da minha vitória.”

"Não há melhor bússola para o sucesso do que as lições ensinadas pelos próprios erros. Aprende-se mais com os erros que com os acertos."

O valor, a verdade ou a luz só têm sentido quando nos dispomos a enxergá-los. Se não há abertura interior, é como se uma montanha de ouro não existisse.

A cada saída, há mil possibilidades, que podem ou não se realizar. A cada vez que alguém fica em casa com medo de caminhar pela rua, as mil possibilidades desaparecem.


(Mauro Calliari)

“Há lugares dos quais precisamos sair não porque deixamos de amar, mas porque ficar começou a nos destruir.”

Onde está o seu brilho?


Onde está o seu brilho?
Há tempos já não lhe vejo sorrindo,
Você está sempre aflito, preso entre pesadelos e medos.
Dois bandidos: essa tal da depressão e seu cúmplice, a ansiedade.
Levam seus sonhos e trazem várias tempestades.
Não descansamos um segundo,
Perdemos nossa identidade, sujeitamos-nos ao submundo.
Invisível, em nossos pensamentos, tristeza e abandono de si mesmo.
Não sei mais quem você é, já não lhe reconheço.
Onde está o seu brilho?
Mas ainda ouço, lá no fundo,
Um sussurro pedindo socorro,
Pedindo perdão por sentir demais, sem explicação —
Indício de que ainda existe um coração,
Que anseia o dia em que o sol traga o verão,
A um lugar frio, adormecido, sem cor.
A alma se esconde, cansada da dor,
Sem dormir, com medo de outro amanhecer.
O corpo é abrigo de um grito contido,
Eco perdido, jamais esquecido.
Um alguém que clama, refém da esperança,
E mesmo que a noite pareça infinita,
Há sempre um sopro que ainda acredita
Que um dia a dor se cansará de ficar.
Sussurros e desejos, a alma no escuro,
Absorve medos, abraça o impuro.
No silêncio das esquinas, eu ainda te vejo,
Entre lágrimas e pensamentos em vão,
A mente trava, mas luta o coração,
Que insiste em crer na salvação.
Pois entre um pedido de socorro,
Habita o amor — e o perdão.


— Luís Takatsu

O que há de errado com o tempo?


Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?