Sejas sempre Humilde
O humilde duvida de sua humildade, mas, admira atitudes de humildades das pessoas sempre trazendo para elas lições.
Esse é o segredo quem se garante muito sempre é um derrotado, quem é humilde e sabe dar valor no medo, nas frustrações,onde que destruindo barreiras e concluindo objetivos com fé és um vencedor!!!
“O rei, a rainha e
o peão sempre voltam para mesma caixinha do xadrez, seja humilde independente da função que exerça”.
“seja humilde sempre, o mundo é semelhante uma roda gigante, quem está sentado em baixo vai para cima e quem está sendo em cima, vem para baixo.”
Seja humilde como uma criança e sempre aprenderás algo novo, seja um adulto arrogante e seu saber ficará velho e obsoleto.
Seja humilde sempre...isso lhe fortalecerá sempre. Deixe que muitas coisas que você não pode. A providência Divina invada a mente do seu opositor e transforme em exito suas dificuldades. Viva com amor
Em um mundo onde você é humilde e bondoso, sempre avera pessoas a tentar se aproveitar de você, quando você perceber esses falsos indivíduos: evitios
Por isso sempre pensei que sou feliz na minha humilde ignorância.
Sempre fui uma pessoa que presa mais pessoas do que coisas, o pouco que tenho é o que me faz feliz hoje, que é o que importa.
Faça o mínimo que puder pelas pessoas, espere sempre nada.
Isso te faz humilde e move a sua engrenagem do bem, que volta para você de várias maneiras, de repente, no tempo certo.
Eu gosto da simplicidade !
É nela que sempre me vejo .
Tudo que vem humilde e sincero...
Minha atenção desperta .
E tudo que vem de dentro e
eleva a alma ...
Ahh...Me encanta.
Minha família sempre foi humilde. Lembro-me que meus primeiros passos foram no chão "vermelhão" onde me via refletida. Observava desde pequena o empenho daquela mulher brava que passava horas na enceradeira deixando o chão brilhando.
Minha mãe é um exemplo de força!
A casa era pequena, de madeira, com um quintal grande e uma goiabeira que eu amava me pendurar. Certa vez desabei da goiabeira. Fixei os pés em um dos galhos e comecei a cantar Roberto Carlos. O galho quebrou e eu fui cantando para o chão. Me ralei toda e cantei até o fim; mas também, tinha medo dos seus galhos quando fazia alguma "arte". Era a primeira coisa que minha mãe pegava: a varinha para dar nas pernas. Já fui para o parquinho da primeira infância com vergões. Eu não era fácil.
Quando eu sabia que tinha feito algo errado, me escondia atrás da casa. Como se não houvesse amanhã, esperava passar a braveza da mãe para escapar da varinha, ou fazia desenhos com declarações de amor para amolecer o coração daquela mulher...
Quando a noite caía, meu pai sentava na área da frente e me ensinava a contar estrelas... Meu pai é um poeta calado que nunca escreveu ou declamou seus poemas. Eu o entendo. Olhávamos o céu juntos e de fundo eu ouvia a vinheta do Jornal Nacional.
Em dias de faxina, minha mãe colocava os discos do Roberto Carlos, (eu sabia todas), Abba, Altemar Dutra, Júlio Iglesias, que até hoje sei de cor a sequência das faixas. Fora os sucessos dos anos 80 num disco de coletânea. Era sensacional!
Sozinha, com o socador de alho (que pegava escondido), eu cantava no fundo do quintal. Criava as próprias coreografias, tinha público e tudo. (Imaginário, claro!).
Eu imitava meus pais porque nas missas e casamentos os via cantando juntos. Observava aquelas pessoas que os abraçavam no final dos eventos. Eu sorria e achava lindo! (...)
Memórias, delicadezas do tempo. Sou nostálgica e me alegro ao sentir tanto amor nessas lembranças. Tanta coisa aconteceu depois disso...
Gosto imenso de bordar detalhes. A beleza da vida se encontra naquilo que o tempo nunca apaga. Eterniza.
Eu tive uma infância feliz...
Humilde reflexão!
É através da leitura que vamos nos tornando pessoas mais esclarecidas. Eu sempre gostei de ler, mas hoje me surpreendi como jamais tinha ao ler um livro. Estou completamente errebatada, maravilhada com a justiça Divina como nossas vidas estão entrelaçadas e como nada em nossas vidas acontece por acaso. Não tinha dúvidas em relação a tudo que nos acontece, só que hoje lendo o livro " O Preço de Ser Diferente" essa certeza que não existe o acaso ficou fortalecida em todo meu ser.
É extraordinário como estamos ligados pelos laços do passado e como vamos atraindo para nosso convívio aqueles que compartilham de nossas afinidades e tendências, sejam elas boas ou ruins.
Compreendi o drama, de como é viver em um corpo em que não nos encontramos, em que não nos adaptamos e sentindo que esse corpo não nos pertence e como é difícil se sentir diferente e aceitar-se e ainda por cima ser julgado por suas opções sexuais.
Como se dignidade e caráter tivesse haver com sexualidade.
Dignidade e moral independe. Sermos dignos é viver honestamente sendo verdadeiro primeiramente consigo mesmo e respeitando-se.
Compreendi que, se hoje existe tanta marginalidade foi fruto do preconceito de ontem, preconceito esse, que destruiu muitas vidas e ainda destrói. Se nos colocarmos no lugar de quem se sente diferente veríamos como é difícil seu drama íntimo, como é difícil não se sentir fazendo parte dos ditos "normais".
Com certeza seríamos mais humanos e fraternos e veríamos que o Amor verdadeiro está acima de tudo. Que tudo no universo serve para nosso aperfeiçoamento moral. Que cada um vive aquilo que precisa viver.
O que conta verdadeiramente para o espírito é a forma como o ser humano se conduz diante da vida, porque só aqueles que já aprenderam a abrir o coração para o amor é que são capazes de vivenciar todas essas experiências com dignidade e respeito. Todos somos irmãos em evolução e se estamos nessa escola terrena é para nos tornarmos seres moralmente melhores. Então por que tanto preconceito?
O que é ser normal ?
Será que ser normal é sermos o que os outros querem que sejamos?
Ou é sermos verdadeiros com nossos sentimentos?
Quando nos aceitamos, não precisamos da aceitação da sociedade.
Quando buscamos essa aceitação fora de nós na verdade é um reflexo da nossa não aceitação íntima.
O que precisamos é viver dentro dos princípios morais e do amor sublime.
Nós somos normais sim e não precisamos de aprovação externa. Por causa dessa busca externa muitas vezes AGREDIMOS A SOCIEDADE. Não importa sermos aprovados ou não por ela.
O que importa é nos amarmos nos aceitando como Somos e vivermos dignamente.
Porque há uma diferença muito grande em se ACEITAR e se EXPOR.
Não precisamos da exposição para viver e sermos verdadeiros com nossos sentimentos.
Somente assim seremos mais felizes!
Um dia, disseram-me:
- Seja humilde!
E pensei, pensei, que seria humildade?
Deixar que sempre me passassem para trás?
Obedecer todas as ordens que me dessem, mesmo que estas viessem a me prejudicar?
Aceitar tudo o que fizerem contra mim?
Ver que algo está errado e não falar nada?
E ao passar dos anos venho percebendo que humildade nada mais é do que ajudar ao próximo sem pedir a ele nada em troca, e apenas...
Quando dobrar seus joelhos, lembre que Deus lhe dará tudo aquilo que você um dia ofertou a alguém...
