Se quer ser Amado Ame

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O ser humano cria seus próprios condicionamentos e depois passa a habitá-los como destino.

Ser pai de vocês é um desafio que aceito todos os dias com muita honra, amor e gratidão.
É também um dos maiores presentes que a vida me deu.
Nem sempre sei se estou fazendo tudo certo, mas em cada escolha existe o desejo sincero de ser um pai melhor para vocês.
Espero que, um dia, vocês olhem para o homem que fui e encontrem nele a referência do amor, do respeito, da cumplicidade e do caráter que desejam encontrar em seus companheiros de vida.
Obrigado por me ensinarem, todos os dias, que ser pai é muito mais do que cuidar: é amar, aprender, crescer e descobrir que o coração pode, sim, morar fora do peito.

Ingratidão é f#d@…
Para quem se acostumou a receber, generosidade deixa de ser gesto e vira obrigação.
Aos poucos, tudo o que você faz deixa de ser valorizado e passa a ser simplesmente esperado. E basta você estabelecer um limite para que uma infinidade de “SINS” seja esquecida diante de um único “NÃO”.
A ingratidão não nasce necessariamente da falta de memória, mas do excesso de conveniência.
Enquanto você serve, ajuda, cede e está sempre disponível, é indispensável. No momento em que decide se preservar e impor limites, passa a ser visto como o problema.
É aí que certas relações se revelam: algumas pessoas não valorizavam exatamente você, mas o acesso que tinham à sua disponibilidade.
No fim, o ingrato raramente se lembra de tudo o que recebeu; prefere se ressentir da única coisa que, desta vez, você decidiu não dar.
No fim, a gratidão contabiliza o que recebeu. A ingratidão, apenas o que lhe foi negado.

É muito fácil ser leve sobrecarregando os outros.
Transferir para ombros alheios aquilo que é sua responsabilidade não é equilíbrio nem leveza. É egoísmo.

Gatilhos

Demétrio Sena - Magé

Sempre me vanglorio de não ser uma pessoa depressiva. De não ter crises de ansiedade ou algo semelhante. Mas me esqueço de alguns gatilhos que me desesperam, embora eu saiba me resolver, logo depois do impacto.

Tenho medo, por exemplo, de ser abandonado, em passeios com mais pessoas, a lugares muito cheios. Fico todo o tempo vigiando o guia ou motorista. Se não o vejo por um momento, meu coração dispara. Não vejo mais ninguém. Tudo gira. É uma lembrança de quando eu era bem pequeno e minha mãe se perdeu de mim em uma feira de Brasília. Ou eu dela. Só fui encontrado no fim do dia, chorando em desespero e já me dando por completamente perdido.

Quer me deixar suando frio e com o peito apertado, a respiração difícil? Deixe-me sozinho em qualquer ambiente, com algo de valor que não seja meu. Em minha infância e na adolescência, em razão da minha cara de culpa, meu cabelo desgrenhado de culpa e minhas roupas andrajas ou molambos de quem tem culpa, muitas vezes fui suspeito de roubo.

Minha sorte foi que os sumiços (nunca foram roubos) foram sempre desvendados, porque se dependesse do meu aspecto, eu teria sido recluso em um colégio interno, como eram chamadas as instituições para menores infratores. Até hoje, ao ficar sozinho entre objetos de algum valor, tenho medo de que algum deles crie pernas ou asas, e suma, me deixando em sérios apuros. É um sofrimento que só eu sei dimensionar.

Por "não ter Deus no coração", sendo reconhecidamente ateu, muitos acham, inclusive familiares, religiosos ou não, mas que publicam versículos em redes sociais, que sou capaz de coisas horrendas: até de minha presença, pura e simplesmente, agravar a doença de uma pessoa querida que não está bem. Isso também é um gatilho; morro de medo de me aproximar de alguém prestes a morrer, e depois sentir nos olhares, que a minha presença foi a causa.

Quando me vanglorio de não ser depressivo, é porque logo me resolvo: desarmo meus gatilhos, consciente das lembranças marcantes e, em muitos casos, do preconceito e da ignorância que me cercam desde a mais tenra idade.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Abrir mão da paz que você tem vivendo sozinho, tem que ser por alguém que lhe faça ter algo surreal.


Viva aquilo que lhe trás leveza... 🤍

A outra cara da moeda sempre acaba por sobressair. Fazer espectáculo é sempre bom e ser estrela no palco também. Só que muitas estrelas já caíram ao longo da história humana no momento do concerto, e certas pedras já não produzem sequer uma faísca.
"Que a poesia continue a ser um meio de libertação"

Se o cara que trai a mulher
não serve nem para ser amigo, imagina para ser ministro?


VAI TRAIR A NAÇÃO!

SENTIR PARA VIVER
A PAIXÃO

Sinto-me lisongeado tenho um coração enorme, preciso ser bliscado para acreditar a razão de viver apaixonado pela vida, amar e tocar na alma das pessoas tem que ser medida, desculpe, não quero-lhe causar infortúnio o meu ser mesmo imperfeito clama pela musa que na sua bondosa generorisade me comprende, me aceite como sou e respeite, numa liberdade mutua da corrente corrida a favor e contra as forças do viver, havendo os tempos actuais em que não se prendemos a velhos rituais,cabe encontrar tempo, espaço para eu fazer morada no sua fonte da água da vida que me anima e alegra porque tem sentimentos e se apaixona, viver a vida com essa senciblidade é algo muito elevado que transcede o dito normal e passa a viver um magnifico, um bonito climax que perdura sempre que alimenta esse sentimento.
Beijinhos doces minha querida e linda amiga.⁠

Emanuel Andrade: O tempo voa neste vento que sopra forte
No galope de cada ser ao toque de um gesto, ou algo de concreto e preciso.
Por isso sonho neste sono perdido pela dormencia dos tempos e precisto.
Insisto no meu atelliê que esculpe meu ser e dos demais.
Nāo sāo actos banais!
É tudo natural e real.
Bliscado pelos sinais.
Procuro salvaçāo num canal.
A minha abstraçâo.
Dos adventos no carnal.
Encontro inspiraçāo.
Para sacear minha sençāo.
Na pulsaçāo da brisa.
Da razāo e da emoçāo.
Quero descobrir, novamente o meu sorrir.
Para medir no palco,
O aplauso desejado.
Pela luta intensa entre os mundos de outra gente.
Começo a contagem decrente
Para o ascender e nāo me perder.
Tranformado em outro ser por ter conhecido.
[16/07, 07:17] Emanuel Andrade: ​1. O Tempo e o Movimento
​O poema abre com uma sensação de urgência e fluidez ("o tempo voa", "vento que sopra forte"). O autor descreve a vida como um "galope", sugerindo que a existência é um movimento contínuo e veloz que, por vezes, nos deixa em um estado de "dormência" ou desconexão — o "sono perdido" que ele menciona. Aqui, a arte surge como o contraponto necessário: o "concreto e preciso" que tenta dar forma a essa fugacidade.
​2. O Ateliê como Espaço de Cura e Criação
​O "ateliê" não é apenas um lugar físico de trabalho, mas um espaço de alquimia pessoal. Ao dizer que o ateliê "esculpe meu ser e dos demais", o autor sugere que o seu processo criativo é uma ferramenta de autoconstrução. Há uma afirmação de propósito: o que ele faz "não são actos banais", mas algo profundamente "natural e real", reivindicando a dignidade da sua produção artística frente à banalidade do cotidiano.
​3. A Dualidade: Abstração vs. Carnal
​O poema explora a tensão entre o imaterial e o físico:
​Abstração: Reflete o mundo interior, os "sinais" e a "inspiração" que ele busca.
​Carnal: Reflete a realidade vivida, os "adventos" e a necessidade de "saciar" a sensação.
A arte, para o autor, é a ponte que une a "razão" e a "emoção", transformando o fluxo do que ele sente em algo que pode ser compartilhado com o mundo.
​4. O Palco e o Reconhecimento
​O desejo de "descobrir, novamente o meu sorrir" e a busca pelo "aplauso desejado" revelam uma faceta humana e vulnerável: a necessidade de validação. O "palco" pode ser lido como uma metáfora tanto para a exposição pública do artista (as suas exibições e performances) quanto para a própria vida, onde ele encena a "luta intensa entre os mundos de outra gente".
​5. A Metamorfose Final
​O encerramento — "Começo a contagem decrescente / Para o ascender e não me perder / Transformado em outro ser por ter conhecido" — é um ciclo de renovação. O autor reconhece que o conhecimento e a experiência (o "ter conhecido") são os agentes que operam a mudança. Ele não teme a transformação; pelo contrário, a abraça como um mecanismo de "ascensão" para evitar a perda de si mesmo.
​Síntese
​Em suma, o poema é um manifesto de resiliência. Emanuel Bruno Andrade utiliza a escrita para processar a sua própria trajetória, elevando a sua prática artística de uma simples atividade criativa para uma missão de "salvação" e conexão humana. É a voz de um artista que compreende que, para existir plenamente no mundo, é preciso estar em constante estado de criação e transformação.

A vida é menos complexa que julgamos ser.
Aqueles que têm consciência sabem que caímos e levantamos, que a vida é de altos e baixos, ela nāo é linear.
Temos que sair muitas vezes do nosso conforto, e com espírito de sacrifício e esforço podemos nos vencer a nós e outros.
Como?
Às vezes temos que mudar de ambientes, fazer outros caminhos, procurar outras pessoas, nós estamos todos interligados e nossos actos trazem boas e más consequências, nāo somos perfeitos, erramos, falhamos e acertamos.
Temos que estar seguros e ter confiança naquilo que somos e no que queremos nos tornar.
Muitas das vezes saciamos nossos desejos, nossa razāo e emoçāo fala mais alto, mas com o conhecimento, podemos descernir e optar pelo nosso melhor a cada instante.
Também pelo exemplo e advertência de terceiros, como um alerta se ouvirmos e dermos ouvidos, que é colocar em prática vamos vencendo-nos nos aspectos negativos, é preciso crer e querer e fazer.

De tudo que eu queria ser


Eu não queria ser alimento,
nem resposta à fome em você.
Não queria ser o prato servido
àquilo que não sabe se conter.


Por muito tempo, talvez eu tenha pensado
que era preciso oferecer pedaços de mim,
para que o apetite dos outros, saciado,
enfim encontrasse um fim.


Mas hoje eu sei, com clareza e verdade:


não quero ser carne,
nem corpo exposto ao olhar,
nem presença invadida
por quem só sabe tomar.


Não quero ser usada,
rasgada, consumida,
só porque alguém não aprendeu
a cuidar da própria ferida.


Eu tenho limites,
tenho medo e frustração,
tenho partes que não entrego
sem antes tê-las nas mãos.


Há pedaços de mim
que ainda estou a conhecer,
e não posso oferecê-los
quando ainda não sei ser.


Também há coisas que só consigo dar
quando algo chega até mim;
só consigo abrir minhas portas
quando encontro espaço, enfim.


Só me entrego quando recebo,
só floresço em conexão,
só me abro por inteiro
onde existe acolhimento e mão.


Não me entrego ao vazio,
nem à pressa de quem quer tomar.
Minha entrega nasce do encontro,
do cuidado que sabe esperar.


Nasce do toque delicado,
da presença que sabe ficar,
de um abraço que me alcança,
de um beijo que sabe chegar.


Porque eu não nasci
para a fome dos outros saciar.
Não sou pedaço, nem promessa,
nem lugar para alguém se alimentar.


Eu nasci para o encontro,
para a troca e a comunhão;
não para ser consumida,
mas para viver reciprocidade no coração.

A nossa casa deveria ser limpa como um altar, pois o espaço onde habitamos reflete a dignidade da nossa alma. ✨🙌
⁠

"Nada pode ser mais verdadeiro do que uma contradição
De poder errar, de poder parar, de poder dizer não."

Um homem de mau-caráter pode ser perigoso. Mas um homem de bom caráter, quando precisa proteger quem ama, torna-se imparável.

O instituto
da colaboração premiadaem Brasília
deixou de ser um recurso legal
de investigação
para se transformar
em um mecanismo estatal
de extorsãoe pressão psicológica.
– Mentor LCCampos11

⁠Não espere ser Pobre para se tornar humilde!

⁠Faça parte do processo para não ser excluído no resultado!

Lembre-se sempre que, o ⁠seu Insha Allah, deve ser acompanhado de muita força de vontade, atitude, bondade e fé!

⁠⁠Um homem que deseja ser bem sucedido na vida, deve começar a ver todas as mulheres como irmãs!