Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao

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Nós não estamos sozinhos! As pessoas boas lutarão se nós as liderarmos.

Tem dia que não quero falar com ninguém, nem comigo mesma!

⁠Sorte não é encontrar um trevo de quatro folhas é esbarrar em olhares risonhos, desses que tem a leveza da luz e a suavidade de uma asa de borboleta quando pousa no cantinho do nosso sorriso e faz soerguer uma flor.

Não importa se sou diferente dos outros, mas sim se faço alguma diferença para os mesmos

Tenho saudade de quando “decepção” pra mim era colocar uma fita no vídeo game e não pegar.

Elementar meu querido Sherlock Holmes,
Elementar que não mataram o sistema,
que não mataram a Helena, não mataram a Inês,
Elementar que a marca não condiz,
que a lupa está suja, que a morte aconteceu,
Elementar que PC é o suspeito, e
o peru foi devorado, elementar que que o fraco sempre sofre, o covarde se escondeu, o bandido sempre nega,
Elementar que Sherlock não existe, tudo isso é uma tolice, invenção de Sir Arthur Conan,
Elementar que a fama superou, que o filme foi gravado, que o mistério acabou,
Elementar que o mordomo é inocente. Quem matou aquela moça, foi algum psicopata,
Elementar que a suspense compensou.
autor - Diógenes Oliveira

Não pense que tenho uma vida cor-de-rosa, eu só insisto em ser feliz.

TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.

⁠A maioria das pessoas não têm capacidade de compreender a verdadeira escuridão, mas tentam consertá-la de qualquer maneira.

(Re)acostumar

Estou me acostumando a não sentir tua ausência, a não derramar uma lágrima em sua presença e a não receber tua atenção. Estou me acostumando a ser largada, jogada e pisoteada, como se nunca houvesse sido alguém - seu alguém. Minhas promessas se tornam banais conforme o tempo passa e não as cumpro, porém continuo repetindo por vezes seguidas. Me prendi e perdi num replay em camêra lenta onde a cena que passa está longe de ser agradável. Contudo, permaneço estática como uma pedra. É, estou me reacostumando.

Se queres amar a vida, eu preferiria dizer, se queres apreciá-la lucidamente, não te esqueças que morrer faz parte dela. Aceitar a morte -a sua, a dos próximos- é a única maneira de ser fiel à vida até o fim.
Mortais e amantes de mortais: é o que somos e o que nos dilacera. Mas essa dilaceração que nos faz homens ou mulheres, também é o que dá a vida o seu preço mais elevado.
Se não morrêssemos, se nossa existência não se destacasse assim contra o fundo tão escuro da morte, seria a vida tão preciosa, rara, perturbadora? “Um pensamento insuficientemente constante sobre a morte, escrevia Gide, “nunca deu valor suficiente ao mais ínfimo instante de vida.”
Portanto é preciso pensar a morte para amar melhor a vida -em todo caso, para amá-la como ela é: frágil e passageira- para apreciá-la melhor, para vivê-la melhor, o que é uma justificação suficiente para este capítulo.

Aquele arrepio na espinha eu não queria sentir com você, por medo de me apaixonar, depois do seu beijo arrebatador senti e foi enlouquecedor. Venha beijar-me novamente desmanchando meu sorriso fazendo-me perder o juízo.

Amar não é difícil. Difícil é relacionar-se. Já nascemos com o dom de amar, temos é que nos dedicarmos a arte de se relacionar.

⁠Não é o poeta que cria a poesia. E sim, a poesia que condiciona o poeta.

Cora Coralina
Vintém de cobre: meias confissões de Aninha. São Paulo: Global, 2012.

Nota: Trecho do poema O poeta e a poesia.

...Mais

Quando temos intimidade com Deus, não é só nós que procuramos Ele para conversar.
Deus também nos chama para contar segredos.

Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar

Vou pedir pra você voltar
Vou pedir pra você ficar
Eu te amo
Eu te quero bem
Vou pedir pra você gostar
Vou pedir pra você me amar
Eu te amo
Eu te adoro, meu amor
A semana inteira fiquei esperando
Pra te ver sorrindo
Pra te ver cantando
Quando a gente ama não pensa em dinheiro
Só se quer amar
Se quer amar
Se quer amar
De jeito maneira
Não quero dinheiro
Eu quero amor sincero
Isto é que eu espero
Grito ao mundo inteiro
Não quero dinheiro
Eu só quero amar

Espero para ver se você vem
Não te troco nessa vida por ninguém
Porque eu te amo
Eu te quero bem
Acontece que na vida a gente tem
Que ser feliz por ser amado por alguém
Porque eu te amo
Eu te adoro, meu amor

Tim Maia
Álbum "A Arte de Tim Maia"

A bondade é estimada também pelos homens maus, ainda que não as pratiquem.

Tributo aos guardiões do planeta!
O mar, palácio de Iemanjá, não é tão somente um receptor das águas de vários rios. Ele capta por esses rios, moradia de Oxum, os fluidos que vem carregados das energias das matas onde reina Oxossi, dos gêiseres que trazem vibrações das salamandras que vivem no fogo central do planeta, capta as energias das rochas que transforma em falésias, das águas que escorrem dos maciços. que são a base para os pés sagrados de Xangô! E enquanto em suas profundezas,com o trabalho das Ondinas sob o comando da Mãe D'água, as impurezas que para ele são levadas pelos caminhos fluviais são aniquiladas, Inhasã com seus raios de altíssimos megatons, queima os resíduos que evaporam! E quem olhar em noites de tempestades para a praia, verá entre as brumas o vulto de Ogum beira mar, fazendo com seu exército um cinturão de segurança, para que as forças infernais, tremam de pavor, mantendo-se longe da
reciclagem divina, que a nós voltará em forma de abençoadas chuvas!

Perfeita não é a mulher que não tem estrias, celulite ou uns quilinhos a mais. É a que sabe conviver sem dramas com as pequenas imperfeições.

Quem não sabe controlar os seus desejos sexuais encontra um inimigo para cumpri-lo.