Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao

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Gostar, cuidar de si e ser grato.
Espreguiçar pela manhã e colocar os pés no chão, não importa se o esquerdo ou o direito, o que importa mesmo é lembrar de agradecer por colocar os pés no chão, ser grato a Deus por isso, quantas pessoas desejam ardentemente por isso? Enquanto fazemos isso tão naturalmente.
Sorrir para o espelho ao acordar e falar "bom dia", você merece o seu sorriso mais do que qualquer outra pessoa.
Sentir a água fria bater no rosto e simplesmente ficar feliz por isso, porque para algumas pessoas isso é algo quase que impossível.
Cuidar e agradecer o corpo que Deus generosamente lhe deu.
E depois começar o dia assim, simplesmente sendo feliz!

– Não conte com isso. Não cultive grandes esperanças. Eu quero andar com os pés no chão. Numa areia que não me queime os pés. Cansei dessa vida movediça. Chega de romance de prosa e verso.
(Cactos)

Eu tenho os pés no chão, mas isso não quer dizer que minha cabeça não pode alcançar o teto.

Ter os pés no chão e a cabeça na lua, não deixa de ser um bom começo para as boas idéias.

⁠A fé não encurta o caminho ,
ela sustenta os pés quando o chão desaparece.
E, quando Deus respira sobre o impossível,
até o oceano aprende a se abrir.

Nem sempre demonstro meus verdadeiros sentimentos.

E guiar-te-ei com meus próprios olhos.

Também é ser, deixar de ser assim. (...)
Eu deixo aroma até nos meus espinhos,
ao longe, o vento vai falando de mim.
E por perder-me é que me vão lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim.

Cecília Meireles

Nota: Versão adaptada do poema ""4º Motivo da Rosa": Link

Deus, me desculpe por estar quase sempre reclamando da minha vida, e de meus pais. Me desculpe por muitas vezes ter perdido a minha fé. Me desculpe por só pedir e esquecer de agradecer. Mas obrigada por me proteger, por acreditar em mim e por estar sempre ao meu lado, e que sempre esteja.

Se meus amigos são felizes serei menos miserável.

Quem crerá nos meus versos no futuro,
Plenos que estão todos de teus altos merecimentos?
Apesar de bem o saberem os céus, serem só um túmulo
Que oculta mais tua vida, e não revela sequer a metade do que vales.
Se transmitir pudesse eu a beleza dos teus olhos,
E em números nunca dantes vistos, chegar a enumerar todas as tuas graças,
As épocas vindouras diriam por certo, como mente este poeta,
Tais coisas celestiais jamais foram propriedades de rostos terrenos
Assim os meus papéis, amarelados com o tempo,
Seriam muito zombados, como belhos mais cheios de lábia que verdade;
E tudo que te é devido, chamado de loucura de poeta,
E o metro forçado de algum delírio antigo
Mas se algum filho teu viesse então
Viverias duas vezes; - tanto nele, quanto nos meus versos.

(...) Comecei a ficar mais atenta às verdadeiras razões dos meus choros, que, aliás, costumam ser raros. Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta. Qualquer coisa pode servir de motivo. Chorar porque fomos multados, porque a empregada não veio, porque o zíper arrebentou bem na hora de sairmos pra festa. Que festa, cara-pálida? Por dentro, estamos em pleno velório de nós mesmos, chorando nossa miséria existencial, isso sim. Não pretendo soar melodramática, mas é que tem dias em que a gente inventa de se investigar, de lembrar dos sonhos da adolescência, de questionar nossas escolhas, e descobre que muita coisa deu certo, e outras não. Resolve pesar na balança o que foi privilegiado e o que foi descartado, e sente saudades do que descartou. Normal, normalíssimo. São aqueles momentos em que estamos nublados, um pouco mais sensíveis do que gostaríamos, constatando a passagem do tempo. Então a gente se pergunta: o que é que estou fazendo da minha vida? Vá que tudo isso passe pela sua cabeça enquanto você está trabalhando no computador. De repente, a conexão cai, e em vez de desabafar com um simples palavrão, você faz o quê? Cai no berreiro. Evidente. Eu sorrio muito mais do que choro, razões não me faltam para ser alegre, mas chorar faz bem, dizem. Eu não gosto. Meu rosto fica inchado e o alívio prometido não vem. Em público, então, sinto a maior vergonha, é como se estivesse sendo pega em flagrante delito. O delito de estar emocionada. Mas emocionar-se não é uma felicidade? Neste admirável mundo de contradições em que a gente vive, podemos até não gostar de chorar, mas trata-se apenas da nossa humanidade se manifestando: a conexão do computador, às vezes, cai; por outro lado, a conexão conosco mesmo, às vezes, se dá. Sendo assim, sou obrigada a reconhecer: chorar faz bem, não importa o álibi. É sempre a dor do crescimento.

Curei meus medos de avião, barata e lugar lotado. Mas continuo com pavor de gente boazinha.

Na maioria das vezes, sinto-me decepcionado com meus filmes

Meus amores terminam mesmo antes de comecar

Por muito tempo tem sido um dos meus axiomas que as pequenas coisas são infinitamente mais importantes

Sim, eu vou chegar lá. Nada vai segurar minha determinação, nada vai eliminar meus objetivos, nada e ninguém vai tirar de mim essa vontade de tornar real tudo o que eu desejo nessa vida. Vou fazer cada esforço valer muito a pena!

Quando ele sorri, doce, imagino meus filhos.

O Bosque existe: é um dos meus lugares mágicos, onde minha imaginação anda de mãos dadas com a realidade.

Entrou na minha vida sem pedir licença, bagunçou meus sentimentos e depois foi embora sem nem me avisar. Por que?