Se for para Morrer que Seja

Cerca de 54701 frases e pensamentos: Se for para Morrer que Seja

⁠Morrer é não viver a Realidade.

Inserida por youlubs_company

⁠Para uma pessoa morrer bem, é preciso livremente com sua vida ir morrendo, se doando, morrer antes de morrer!

Inserida por edsonkpalacio

Meu Deus, eu quero fazer de tudo para ser o melhor de mim antes de morrer.

Inserida por Kebay1

⁠Eu não quero morrer por esses sentimentos.

Inserida por pensador

⁠Abandonar o meu filho é quase como morrer.

Inserida por pensador

⁠Morrer não é ir embora dessa vida, morrer é não ficar no coração dos que amamos depois que a nossa vida física termina nessa Terra.

Inserida por ednafrigato

Tenho pena de morrer
Pois o mundo me fascina
Portanto devo viver
E cumprir a minha sina.

⁠Santo Antônio do Salto da Onça RN
24/04/2024

Inserida por gelsonpessoa

⁠o que é o inferno?

É morrer de amores por alguém que pertence a outro céu.

Inserida por eraldocosta13

⁠O corpo começa a morrer no dia em que alma começa a perder a esperança

Inserida por hanna_beatriz_matos

⁠Do livro ainda não escrito: As sete vidas do amor

Um desejo ardente
De encontrar novamente
Um olhar que seja presente

Determinado inconsciente

Pra preencher o vazio na alma
Que só um amor de verdade acalma

O beijo que reanima a vida
Que faz ela de fato ser divina

Se entregar anestesiada
Sem lembrar que o último só trouxe dor

E assim mais uma vez tentar não morrerdeamor.

Inserida por GizelliMoulin

⁠Quando eu era criança, tinha cinco ou seis anos, perguntei a minha mãe se ela ia morrer, não conseguia me imaginar sem mãe..
Ela olhou pra mim , me abraçou e disse:
Fique tranquilo, eu vou viver enquanto estiver dentro do seu coração "

Inserida por MiltonCavalcanti26

⁠Insensato coração.
O que me resta então,
Senão...
Morrer.

Inserida por EdduLara

⁠É impressionante como o amor do nada nasce, se mantém vivo mesmo sem ser alimentado, às vezes, por anos e do nada também, um belo dia morre.

Inserida por ednafrigato

⁠A vida é um mistério: a gente nasce sem saber de onde veio e morre sem saber pra onde vai.

Inserida por ednafrigato

⁠Esteja concentrado aqui e agora, e, nesse momento único, será capaz de conhecer a vida em suaeternidade.


"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"

Inserida por RuiMiguel

Uma das piores coisas
Não é a gente morrer
A pior de todas elas
É a gente não Viver.

⁠Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
01/12/2024

Inserida por gelsonpessoa

⁠A Jornada da Existência: Um Círculo de Coragem e Renovação.

Por: Alexandre Aniz!

A existência é, desde seu princípio, um mistério intrincado e um desafio constante. Antes de sermos plenamente, já enfrentamos nossa primeira prova: a disputa silenciosa, mas feroz, pela oportunidade de existir. Nesse instante primordial, não éramos mais do que potencial. Contudo, é justamente nesse potencial que reside a centelha do que nos tornamos — uma essência que, ao vencer o caos inicial, comprova sua vocação para o desafio.

No ventre, somos uma ideia em formação. Isolados e vulneráveis, somos protegidos por um ambiente que nos prepara para o mundo, mesmo sem jamais nos dar garantias. Esse período de gestação não é apenas biológico, mas simbólico: uma metáfora para todas as vezes na vida em que precisamos nos recolher, nos fortalecer e nos moldar, antes de encarar o desconhecido.

O nascimento marca o primeiro grande rompimento. Saímos de um espaço seguro para um mundo que desconhecemos, e a dor do primeiro respiro nos ensina uma verdade irrevogável: a vida exige esforço e, muitas vezes, dor para que possamos realmente vivê-la. É curioso como a própria existência celebra esse momento com uma ambiguidade única — o alívio do choro que confirma a vida e o desconforto do novo que nos acolhe.

Crescemos, e cada etapa da infância é uma lição disfarçada de instinto. Aprender a sustentar o próprio corpo, a engatinhar, a andar, a cair e a levantar — são atos que parecem simples, mas carregam um simbolismo profundo: a resiliência natural que nos impele a tentar, sem questionar o porquê, apenas movidos pela necessidade de continuar.

Mas, ao longo da jornada, o peso do conhecimento começa a nos moldar. Aquilo que nos impulsionava sem hesitação, a inocência do desconhecido, dá lugar à dúvida. Compreendemos a dimensão da queda, a dor do fracasso, e a consciência da opinião alheia começa a projetar sombras sobre nossas decisões. Tornamo-nos, aos poucos, reféns de nossos próprios medos, de nossas incertezas, e da ideia de que somos definidos por aquilo que os outros veem.

A grande lição da maturidade, então, é resgatar a pureza da coragem que nos fazia seguir adiante na infância. É aceitar que o mundo nunca será plenamente compreendido, que o desconhecido sempre estará presente, mas que a vida não acontece na certeza. Ela floresce, sim, na tensão entre o medo e a coragem.

Enfrentar a solidão da existência é um ato inevitável, mas não um fardo. É, na verdade, uma celebração da liberdade que nos é concedida: nascemos sozinhos, partiremos sozinhos, mas, entre esses dois extremos, temos a chance de construir conexões, legados e significados que transcendem nossa individualidade.

Se as palavras do mundo externo nos ferem, cabe a nós decidir como reagir. O julgamento pode ser uma lâmina ou uma ferramenta — e o poder de escolha está em nossas mãos. No entanto, mais do que isso, está em nossas mãos a decisão de viver plenamente, não como uma concessão ao que é esperado de nós, mas como um ato de afirmação do que realmente somos.

Ao final de tudo, a vida não é uma linha reta, mas um círculo. Retornamos à fragilidade do início, mas agora com o peso da experiência. E é nessa fragilidade que reconhecemos a essência do viver: não é o acúmulo de conquistas que nos define, mas a coragem de existir, de enfrentar o ciclo contínuo de desafios e renascimentos.

A vida, portanto, é um convite irrecusável à transformação. É o ato contínuo de nos tornarmos, não algo perfeito, mas algo pleno. E, no final, o que permanece não é o que conquistamos, mas a intensidade com que ousamos viver, amar, criar e transformar.

Inserida por Aniz

Saudade: a medida secreta do amor


Teus olhos, agora estrelas,
não brilham menos por estarem distantes.
São vigias do meu sono,
um farol que ilumina a noite longa.
Tua voz é sussurro no vento,
um segredo guardado nas folhas secas,
canta memórias nos cantos esquecidos do dia,
um eco que não se apaga,
uma melodia que insiste em ficar.

A saudade não pede licença,
entra sem bater na porta.
Sons, cheiros, risos:
tudo rompe o silêncio da sala.
É o amor que ficou,
pedaços teus que não souberam partir,
estilhaços da tua presença,
que agora moram na ausência.

Sentir saudade é um pacto,
uma entrega,
o ensaio da presença que já não volta.
Dizer "sinto saudades de você"
é confessar: "eu te amo ainda".
A ausência é cheia demais,
carrega teu cheiro, tua risada,
o peso do que não foi embora.

Saudade é régua,
a medida secreta do amor,
o peso e a prova de tudo o que fomos.
Tesouro que o tempo não apaga,
que a ausência não rouba.
Saudade é o amor que persiste,
um grito surdo que ecoa,
buscando-te em cada esquina do tempo.

Se o amor é âncora,
a saudade é barco à deriva.
Navega sempre em busca do que perdeu.
Nem tanto ao mar,
nem tanto à rocha:
foi no equilíbrio das ondas
que minha saudade ancorou
no porto invisível do meu coração.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠somos todos adubos da terra para um novo jardim
mas não é bom morrer jovem

Inserida por FranciscoPensador

⁠O realista nada mais é do que um materialista desiludido, aprisionado pela frustração de seus próprios limites. Um sonhador que se deixou morrer.

Inserida por evermondo