Se for para Morrer que Seja

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Eu sinto vontade de morrer. Mas eu também sinto vontade de beijá-lo delicadamente, por todo o corpo.

Distrito 12, onde você pode morrer de fome em segurança

Aquele que não desejar morrer hoje comigo, não pode ser chamado de meu irmão.

Quando eu morrer, escrevam na minha lápide: Aqui jaz um estranho que viveu de um modo estranho ao lado de gente estranha num mundo muito estranho.

O ruim de morrer, é morrer sem saber porque viveu.

Quando a primeira coisa viva existiu, eu estava lá esperando. Quando a última coisa viva morrer, meu trabalho estará terminado. Então, eu colocarei as cadeiras sobre as mesas, apagarei as luzes e fecharei as portas do universo enquanto o deixo para trás.

Eu preciso deixar a menina morrer, e assumir de vez a mulher aqui. Ter controle, ter foco ... esquecer, deixar, viver. Mas que vida seria a minha sem você . Eu dou minha vida pra não saber.

Da vida o inevitável. Morrer.

Precisamos morrer não somente para o mundo, mas também para a aprovação ou reprovação das pessoas. Não devemos temer o julgamento diário das pessoas, e sim o julgamento Divino. Todas, em algum momento na vida, podem ser mal compreendidas; porém, o mais importante é ter paz com a própria consciência.

Tenho fome de amor e sede de carinho, estou a um passo de morrer desnutrido.

O medo e a emoção de viver acabam por passar. Depois, vem a vontade de morrer.

Pareço egoísta
Quando quero morrer
Mas não do meu ponto de vista
Pois eu queria poupa-los de sofrer

Sim, por que me sinto um fardo
Só causo preocupação
Eu queria ser melhor de fato
Mas não passo de uma decepção.

Pois morrer é uma destas duas coisas: ou é como um nada e o morto não tem nenhuma sensação de nada, ou (conforme se diz por aí) ocorre de ser uma transmigração e uma transferência da alma aqui deste lugar para um outro lugar.

Sócrates
PLATÃO. Apologia de Sócrates. Porto Alegre: L&PM, 2013.

⁠A morte se espalha tanto, ocupa tanto lugar, que não sei mais onde morrer.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

⁠Ainda bem
que não morri de todas as vezes que
quis morrer – que não saltei da ponte,
nem enchi os pulsos de sangue, nem
me deitei à linha, lá longe.

Ainda bem
que não atei a corda à viga do tecto, nem
comprei na farmácia, com receita fingida,
uma dose de sono eterno.

Ainda bem
que tive medo: das facas, das alturas, mas
sobretudo de não morrer completamente
e ficar para aí – ainda mais perdida do que
antes – a olhar sem ver.

Ainda bem
que o tecto foi sempre demasiado alto e
eu ridiculamente pequena para a morte.
Se tivesse morrido de uma dessas vezes,
não ouviria agora a tua voz a chamar-me,
enquanto escrevo este poema, que pode
não parecer – mas é – um poema de amor.

Viver é morrer! Morrer de saudade, de vontade, de carência. Viver é morrer de felicidade, de dor. Viver é morrer de amor.

Onde há vida, a morte é inevitável. Morrer é fácil; viver é que é difícil. Quando mais difícil fica, mais forte é a nossa vontade de viver. E quanto mais se teme a morte, maior é a luta para continuar vivendo.

Destino dos brasileiros é morrer ouvindo Exaltasamba e tomando cervejinha no bar da esquina.

Quando o sol nasce, já sabe que deverá morrer no fim do dia. E, acaso, por isso brilha menos intensamente?

Se eu morrer um dia que eu morra vivo, enquanto dormindo. Só assim não vou lembrar que morri. Nem que estava vivo!