Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Sou poeta mas não por vocação, sim por amor as palavras, as palavras que me confortam, quando tenho medo, amo, odeio ou sinto grande esperança, e estes versos eu dedico a mim mesmo, porque? Por que minguem vai lê-los, ninguém vai sentir os sentimentos que eu sentiam no exato momento que o escrevia, pois não vale a pena o tempo perdido para lê-lo, todas estas besteiras, os sentimentos que são apenas meus, que apenas eu sou dono e que não quero que ninguém a mais saiba deles, pois são meus e apenas meus serão eternamente.
Se for para sofrer sofrerei sozinho, se for para sorrir, me alegrarei sozinho, como minhas piadas que apenas eu entendo, se for para amar amarei a mim mesmo, porque só um louco pode amar um louco eu.
POEMA – PRECORDIALGIA NUMA QUARENTENA
Hoje, eu só queria falar da dor, da dor que enlaça o meu peito nesse momento de confinamento. Sei que está sendo difícil, já senti vontade de chorar, até. Talvez esse seja um momento de encontro comigo mesmo. Quanto tempo que não tive mais esse contato, esse encontro, talvez a dor surge em meio a essa dificuldade de me encontrar e de conectar-me a mim mesmo no dia-a-dia. Nesse momento, talvez um acalento singelo pudesse apaziguar essa dor tão devastadora que urge em meu peito. A precordialgia me invade! Nesse nome, percebo o quanto o preço da dor dói em mim, o quanto eu permito ela doer em mim. Qual o preço da dor? Qual o preço da cor? Não sei! Mas, sei que estou pagando o preço por guardar tudo em mim, esses sentimentos guardados se transformaram em dor no meu peito, essa dor que me sufoca, que me tira o fôlego, parece que estou morrendo, que tem algo me corroendo por dentro. Fico pensando e imagino que o preço da cor está naquilo que eu não faço ou gostaria de fazer. Até colorir isso tudo, essa dor que está aqui dentro, levarei uma quarentena. Talvez esse momento seja para isso: para transformar a dor em cor, para refletir se vale a pena cultivar essa dor, para transformar a escuridão em luz, para colorir em aquarela a algia que surgiu quando eu entrei em contato comigo mesmo. A dor tem preço, e desse preço eu quero levar o valor da cor. Ao fim da tão dolorosa quarentena, virei um pintor de mim mesmo: a dor virou cor!
Eu nunca perdir VC
Eu nunca perdir VC, pois vc nunca me amou de verdade. Vc não fazia questão de estar do meu lado, vc não se importava com nosso relacionamento, vc não ligava para a felicidade que deve haver num lar.
Boba fui eu que acreditei que passaria a vida inteira com alguém...
Mas Você me perdeu e fez questao que isso acontecesse.
ERMA
Amor, substantivo abstrato.
Dois, numeral.
Pessoas, plural.
Planos, sujeito indeterminado.
Sentimentos, singular.
Nós, sujeito oculto.
Eu, metáfora.
[...]
“(...) o que é pouco para uns pode ser muito para outros...Para mim é muito, para você é pouco, para ela é tudo, para ele é mais, para nós menos ... Brasil? ou... ? ! ; , ... . )”
O controle social é mantido pela criminalização de atos e pensamentos não conformistas, Foucault em Vigiar e Punir já abordava tudo isso que me faz ser um eterno inconformado.
Eu tenho Deus !
Tem gente que se preocupa,
do quer alguém pode falar.
Enquanto falam de mim,
eu tenho Deus, pra mim guardar.
Por mais que eu sofra Senhor,
por mais que eu venha sofrer,
eu não pagaria Senhor, o que te
fiz padecer.
Na Dura Cruz, no Calvário,
por mim tu padeceu, e depois de sepultado,
a morte, por mim tu venceu.
Pode alguém falar de mim, ou até me apederejar, mas uma coisa, eles não sabem:
Que tu morreu, pra mim salvar.
DE(EUS) PARA DEUS
O encontro se dá a partir da fagulha ora evocada. Muitas chamas acesas em prol da emissão de luzes que brilhará cada vez mais à medida que forem se conectando à outras chamas. As sombras são os reflexos dessas luzes. Há intensas rajadas de labaredas ateando fogo no interior ainda não habitado. De mansinho, sussurrando como o soprar do vento, consigo vislumbrar o brilho de uma dessas chamas. Não a conhecia ainda, ela se mostrou a mim assim como o nascer do sol: pouco ao pouco foi surgindo e me enlaçando com o seu brilho encantador. Muitas labaredas bailavam no ar, cada uma com o seu jeito de ser, com uma história para contar, com uma situação fortuita, com desejos e vontades, com muitos sonhos de brilhar cada vez mais em cada escuridão que se fizer presente. Cada sombra dizia algo, que carecia de luz. Cada sombra era um eu inexplorado, um eu não habitado, um eu não vivido, um eu que ainda não brilhou, que não foi luz. A sombra vai tomando forma à medida que ela se expõe a luz das chamas. Junta-se os eu(s) e, por conseguinte, a luz maior contempla tudo de longe e em silêncio. O silêncio permite que as chamas aumentem cada vez mais e, com isso, a luz torna-se cada vez mais reluzente. A luz maior é Deus me mostrando cada eu que está ali na penumbra do fogo, da luz. Como fagulha, eu nasci; cresci e fogo me tornei. Como fogo, consigo iluminar outras sombras, consigo produzir o reflexo que brilhará nos escuros que pairam em outros eu(s), nos outros eu(s). Deus não precisa falar nada quando Ele está em silêncio me dando o poder para ser luz, para brilhar. O meu brilho, é o brilho de Deus, é a chama que me foi dada para ser luz por onde eu passar. Pelo escuro, eu trilho e, por fim, eu brilho como nunca!
Talvez eu precisasse escrever, talvez não. A difícil façanha de descrever o nada, o tudo, o eu. Navegando neste emaranhado de palavras advindas de um lugar que não se pode ver, mas se pode sentir. Tornar o abstrato em algo concreto é uma tarefa que requer muita habilidade, diria que um pouco de maestria. A difícil arte do viver, do que é viver, de dar vida àquilo que apenas habita em seus pensamentos, em seus sentimentos. Outrora, tenho pensado sobre o que seria esse abstrato que tanto almejo tornar concreto. Não sei! Talvez não tenho uma resposta concreta para dizer. Não consigo nomear. E o fato de não conseguir nomear tal grandeza de sensações, de sentimentos, de vazios, de vácuos, de confusões... me faz uma pessoa capaz de ver a vida com os olhos que abarcam a utopia do que é viver. Mas, ainda não compreendo muito bem sobre a arte da vida, sou muito jovem ainda para ter essa tal de maturidade a ponto de compreendê-la! Talvez a maturidade nunca chegue. E se chegar, um sábio me tornarei, talvez já sou, mas não ouso arriscar em falar sobre essa sabedoria que jaz, creio que é uma responsabilidade a mais para se carregar e, eu não quero. Andei pensando, corri pensando, nadei pensando, viajei pensando, naveguei pensando... mergulhei! Mergulhei de cabeça! Fui à procura do tão utópico e sonhado abstrato; nessa parte, leia-se com expressão de estupefação, um neologismo, até! Será se viver não seria um neologismo a cada instante? A façanha caminhada à deriva no mundo do abstrato, à procura das tão temidas sensações que compõem os vácuos da vida, as lacunas impreenchíveis e, que, possivelmente, nunca serão! É preciso que o vácuo exista e se faça presente, para, só assim, você se reinventar e preenchê-lo sempre que desejar e da forma que achar plausível para sua breve existência de vivências e experiências. Nesta parte, é difícil falar do abstrato, pois o mesmo soa como algo indizível, e ressoa em você como algo intocável, pois as vivências são únicas e abstratas, ao seu modo. Aqui, cabe a mim dizer que o abstrato tem forma, tem vida, tem nome e sobrenome e, apesar de ter nome, não consigo nomeá-lo, por mais que eu queira. Será se esse nome não seria a junção de tudo aquilo que compõe o vazio? Aqui, você pode ler em tom de espanto com um misto de dúvida. Te dou a autorização para navegar no abstrato que paira em você. Continuo te autorizando a refletir sobre o quão imenso e vazio são os abstratos que te compõem. Ledo engano! Cá entre nós, da minha parte, você não precisa de autorização nenhuma. A única pessoa que, realmente, precisa te autorizar, é você mesma. Comecei escrevendo dizendo que precisava escrever. Escrevi, escrevi, escrevi... no final, ainda não consegui nomear o abstrato que habita em mim e que reflete em você. Talvez eu nunca conseguirei fazer tal descrição. Acho que a maior façanha é essa: tentar viver aquilo que não se pode prever.
O "eu" é uma construção, uma suposição, uma ficção funcional — mas isso não elimina a existência do sujeito.
eu não quero amar ninguém, mais também não quero odiar ninguém, não amo as pessoas mais não quero odia-las, não odeio mais não amo.
Na sociedade pós-moderna predomina uma sensibilidade centrada exclusivamente no "eu".
E totalmente desconectada do sentido coletividade e humanidade.
Hoje eu despertei !
Hoje eu despertei
alegre e sorridente.
Porque Deus me permitiu,
olhar o mundo de frente.
Enquanto os Ucranianos,
estão em lamentos, porque os líderes da Rússia, perderam os sentimentos.
Muitas vidas foram ceifadas,
sem nenhuma reação.
Por causa de homens malignos,
sem Deus no coração.
Vivemos um tempo do fim,
quando menos esperar,
os povos irão ver :
Cristo nas nuvens chegar.
Pra levar os escolhidos,
para terra prometida.
Foi por isso que morreu,
para nos dar, uma nova vida.
Quando eu faço aniversário,
meus amigos se esquecem.
Quando chega o dia deles,
logo se aborrecem.
Se eu os dou presentes, também espero receber.
Mas, eles fazem questão do meu dia se esquecer.
"Quem planta colhe, se a terra cultivar."
Se eles de mim se esquecem, deles não vou lembrar.
Eu sei que tu és fogo !
Eu sei que tu és fogo !
És brasa no altar !
Quem brinca contigo,
pode se queimar !
Mas, tem crente,
que não leva fé !
Brinca contigo,
a hora que ele quer !
Usa o teu nome,
na congregação !
Profetiza coisas,
do seu coração !
Prega tua palavra,
da maneira que bem quer !
Faz tudo, em nome de Jesus de Nazaré !
- Relacionados
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Charles Chaplin sobre a Vida
