Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte
A paz que Jesus nos dá não depende das circunstâncias, mas da certeza de que Ele caminha conosco em cada passo da vida.
Já fiz muitos pedidos a Deus. Alguns Ele atendeu, outros Ele me ensinou que não eram para mim e, mesmo sem entender na hora, finalmente vejo o quanto isso também foi cuidado. Houve momentos em que eu queria tudo no meu tempo, na minha urgência, mas fui aprendendo que o tempo de Deus é muito melhor. O processo, ainda que difícil, me ensinou. A renúncia me fortaleceu. Hoje, olhando para trás, agradeço. Deus sempre soube o que estava fazendo, mesmo quando eu não entendia absolutamente nada. E é justamente nesse lugar de incerteza, onde as respostas se calam e o coração se agita, que a fé se torna conforto. Quantas vezes perguntei "por quê?". E hoje compreendo que a pergunta mais sábia seria "para quê?". Para que eu amadurecesse, me curasse, rompesse o que me limitava e descobrisse um propósito ainda maior diante do que passei. Deus já sabia dos pesos ocultos, dos caminhos tortos, das dores disfarçadas de oportunidades. E quando me fez esperar, não foi para me negar algo, mas para me fortalecer por dentro. Ele sabia que, antes de chegar onde eu sonhava, precisava me tornar quem eu ainda não era. Hoje entendo: não se tratava apenas do que eu pedia, mas do que eu precisava aprender antes de receber. Não era sobre pressa, era sobre preparo. Não era o meu tempo, era o tempo de Deus, e isso fez toda a diferença.
Jesus era dono do seu tempo, tinha tempo livre, ele recusou ser o Rei dos Judeus por não abdicar do tempo livre e ser um escravo do tempo e do seu cargo maçante.
Nos instantes de provação, o homem não enxerga o mundo como ele é, mas como sua alma enfraquecida anseia que seja.
Mesmo quando não compreendemos os caminhos de Deus, podemos descansar na certeza de que Ele reina soberanamente sobre cada passo da nossa jornada.
Talvez não se trate apenas de falar sobre amor, até porque, quando ele não vem acompanhado de respeito, torna-se algo vazio, dito da boca para fora. Sem atitudes que falem mais alto do que uma palavra de quatro letras, o amor não se sustenta.
Amor sem respeito não subsiste.
Agradeça a Deus sempre, não somente quando você recebe uma bênção, porque, diariamente, Ele te livra de perigos e maldades que podem fazer a sua vida desmoronar. O amor e a graça Dele te sustentam o tempo todo. A mão Dele cura em você onde remédio nenhum consegue tirar as dores. Ele afasta, todos os dias, de você os venenos daqueles que não acrescentam, só diminuem. Deus nunca dorme nem cochila. Ele está sempre ao seu lado, cuidando de você. (Código 2805)
Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu
Havia um menino na janela.
Ele não brincava.
Mas assistia os outros brincando.
Ele não corria.
Mas assistia os outros correndo.
Ele não tinha amigos.
Mas assistia a amizade de outros.
Ele não vivia.
Mas assistia como era a vida lá fora.
O menino crescia.
Sempre ao olhar da janela.
Ele não estudava.
Tudo que queria perguntava na janela.
Suas aulas também eram pela janela.
Sua vida era reduzida ao observar a janela.
O menino cresceu.
Seu trabalho era na janela.
Sua diversão estava na janela.
Seus amigos todos estavam na janela.
Tudo o que ele tinha era aquela janela.
Nunca correu.
Nunca pulou.
Nunca viveu.
Toda sua vida estava na janela.
Sua namorada o conheceu na janela.
Seu filho nasceu sob o olhar da janela.
Seu divórcio foi causado pela janela.
O primeiro presente do filho foi uma janela.
Até que chegou um dia em que o mundo se reduziu aquela janela.
Ninguém fazia nada fora dela.
O normal se tornou a janela.
As doenças eram causadas pela janela.
A depressão geralmente surgia na janela.
A ansiedade era causada pela janela.
O mundo se destruiu por uma janela.
Talvez você querido leitor esteja apenas a olhar por uma janela.
Sem se dar conta que a vida se passa e você não larga essa maldita janela.
Por que Deus não perdoa? Porque Ele Jamais se ofende. Deus é amor em sua expressão maior, Ele é perfeição absoluta portanto, não é suscetível de ser atingido por ofensa.
O fim de semana está chegando.
E com ele vem você.
E eu não sei se estou pronta pra te ver de novo.
Não sei se vou conseguir te olhar nos olhos, na verdade, vou até tentar não te olhar nos olhos,
mas sei que meu corpo vai saber que você tá ali.
Ele nunca conseguiu disfarçar.
Tenho medo de congelar quando te vir.
De não saber o que fazer com as mãos.
De não saber o que dizer, ou pior ainda, dizer a coisa errada.
De não saber como fingir que tá tudo bem ter você ali tão perto de mim por horas.
Toda vez que nos encontrávamos nesse tipo de ocasião, o final era sempre o mesmo: indo embora com você.
Finais de noite que nunca eram exatamente “finais”.
Era estranho, né?
A gente nem se pertencia de verdade.
Mas, no fim da noite, quando todo mundo já estava indo pra qualquer canto,
nós dois já sabíamos onde queríamos estar.
Sim, como eu disse no final daquela primeira carta pra você: naquele mesmo carro, naquela mesma rua, naquela mesma hora.
Você dirigia com uma mão e a outra sempre achava um jeito de me acariciar.
A gente falava sobre tudo (e sobre todos) e, entre uma risada e outra,
os segundos de silêncio após a conversa davam início a algo que durava até o sol raiar. As madrugadas e manhãs eram nossas, e o banco do carro virava cama, refúgio, bagunça.
A temperatura elevada no interior daquele carro destoava do frio que provavelmente fazia do lado de fora.
E agora eu vou te ver…
Mas não vai ter mais você me esperando no fim da noite.
Não vai ter aquela troca de olhares que dizia: "vamos?"
Não vai ter a despedida lenta antes de abrir a porta,
nem o silêncio confortável no abraço um do outro que dizia tudo que a gente nunca teve coragem de dizer.
Meus brincos não vão mais ficar no chão do seu carro.
O sol neste dia vai nascer sem nós dois pra admirar.
As lanchonetes não nos verão procurando por elas, famintos, de madrugada.
E nem o seu perfume vai ficar na minha roupa.
Enfim, te ver agora, com talvez os mesmos olhares, mas sem o nosso depois, me dá algo que nem sei explicar.
Então, quando a festa acabar, uma que estaremos no mesmo lugar, pela primeira vez vou embora sozinha.
Ou com alguém que definitivamente não vai ser você.
Quem sabe eu consiga até ir embora de você.
o amor da minha vida
como eu o amo de todo coração acredito que sem ele não consigo viver, quanto tempo eu o esperei... ele demorou mas apareceu e tem feito eu a mulher mais feliz desse mundo, eu o amo muito muito muito.
Brinquedo na Prateleira
Ele não puxou minha corda
quando me devolveu à prateleira.
me devolveu depois de uma sucessão de pequenos naufrágios.
Ah, você precisava ver
quando ele me escolheu pela primeira vez.
O brilho febril nos olhos,
o desejo tonto,
a vergonha em pedir,
o orgulho pueril de quem compra
o brinquedo mais caro
com o pouco dinheiro que lhe resta.
Ele não puxou minha corda ao me devolver.
Mas puxou ao me tirar da caixa,
ao me apresentar o seu mundo torto,
ao me levar para casa
e me usar como alívio
para os seus dias cinzentos.
Quando ele puxava minha corda,
lá estava eu:
risonha, leve, palhaça,
encantava, distraía, seduzia, amava.
As palavras que escapavam de mim
já não eram gravações de fábrica,
eram preces, eram carne,
eram pedaços do meu peito.
E assim, entre uma brincadeira e outra,
fui deixando de ser boneca,
fui virando companhia.
Mas logo depois da segunda vez,
em que eu brinquei com ele,
veio a troca.
Outro modelo. Outro encanto.
Novidade de prateleira.
Quando eu precisei que ele fosse meu Ken,
não havia mais palavras doces.
Fui esquecida num canto empoeirado
do seu quarto,
da sua mente,
da sua vontade.
Eu, que um dia
iluminei seus olhos e embriaguei seus sentidos,
fui reduzida a objeto obsoleto.
Não mais capaz de entreter,
não mais digna de afeto.
Aliás — digna sim.
Digna da atenção burocrática,
daquela que se dá no fim do dia,
por obrigação,
quando não há mais coração,
quando já se esqueceu o motivo,
quando só resta o hábito.
Ele me devolveu à prateleira
porque eu não era mais útil.
E qual a serventia de um brinquedo quebrado?
Brinquedos não esperam amor de volta.
Servem.
São usados.
E descartados
quando já não entregam resultado.
Havia outra.
Mais próxima, mais promissora, mais acessível.
E o brinquedo que um dia lhe valeu cada centavo,
foi devolvido à estante.
No instante em que eu mais precisei
que ele puxasse minha corda,
brincasse comigo,
me amasse — como um dia fingiu,
ele me largou.
Suja.
Queimada.
Esmagada.
A mercadoria esquecida
na última fileira
da loja de suas memórias.
Quando estiver conversando, siga o olhar do outro. Ele precisa sentir que você o escuta e não apenas ouve.
“Quando você procura o amor, está apenas se afastando dele. Porque o amor não se encontra ele se revela. E quando enfim o amor aparece, ele não quer que você esteja armado, nem bem vestido. Para o amor, não existem máscaras só verdades nuas”
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