Se ele Nao te Ligar no dia Seguinte
“Sim, é aquele rapaz que quando
ama de verdade ele chora, te
enlouquece de brigas na
madrugada mas depois o teu
amor, o teu perdão ele implora. É
aquele que faz questão de lhe
apresentar para a família inteira,
faz questão de te levar para as
reuniões familiares, festas dos
amigos. Se ele gostar de você, ele
vai implicar com teu decote até
você trocar de roupa, mas quando
estiverem a sós, ele vai preferir
que fique sem pano no corpo. É
aquele que vai cuidar de você
quando estiver doente e
precisando apenas de uma coisa:
dengo. É aquele que vai te
apelidar das coisas que você mais
achava ridículo de chamar a
namorada, mas ele vai te chamar
olhando em teus olhos e
acariciando seu rosto, acredite,
você vai amar e fazer o mesmo.
No fim do dia, ele dará um beijo
em tua testa e vai dizer que irá
cuidar de você. Vai sentir ciúmes
até do aperto de mão que você
dará ao amigo dele. É aquele que
vai precisar de seu carinho
quando tudo começar a dar
errado, ele terá vergonha no
início, mas depois, quando já
estiver entrelaçado em teus
braços, ele vai chorar e vai pedir
para que tudo fique bem. E você,
terá que fazer isso. Ah se não
fizer… É aquele que vale a pena
largar o mundo, a vida lá fora e
viver intensamente para ele. Vale,
vale a pena sim. Mas eu sei que
amor só acontece apenas uma vez,
então não sei por qual motivo
estou escrevendo isso pra você, a
nova namorada dele. Porque sei
que nem a metade ele faz, mas
ele vai tentar e vai demonstrar
total carinho por você, e até pelo
carinho dele, vale a pena.”
O homem sábio é comedido no falar e ele tem espírito sereno. Até o tolo se passará por sábio se ficar em silêncio e se mantiver os seus lábios celados parecerá aos outros que ele possui discernimento
O Amor...
Ele chega assim, sem avisar, sem pedir licença, sem consentimento... chega devagar, ou surpreendendo, chega com força, com emoção. Chega confuso e complicado e ao mesmo tempo simples e sincero.
É seguro e inseguro, é espontâneo, é inédito, é novo.
Trás com ele alegria, vontade, prazer... acompanhado de medo e insegurança. Te faz suspirar, te faz ficar horas pensando, te faz ver a vida diferente e mais colorida, te faz sonhar, imaginar tudo mais bonito.
Pose ser correspondido, escondido, omitido... pode ser declarado, expressado, vivido.
Pode ser de amigo, fraternal, amante, familiar, ou simplemente alguém ao qual você pouco conhece.Pode ser egoísta ou solidário. Ele pode ser tudo...
Mas não se escolhe, não se pede, não se tem quando quer, não se compra, não se engana... simplesmente ele chega e acontece, sem hora nem lugar... ele apenas te encontra...
Enfim juntos
E lá estava ele (um anjo), caminhando em minha direção.
A sensação foi incrível, uma soma de querer (ser feliz) com precisar (ser amado).
E lá estava ele, lindo, do outro lado da avenida.
O sol iluminava sua chegada (era uma tarde) e o vento transmitia seu aroma (Attractive), um sorriso tornou-se palavras e um abraço selou nossos corações.
E lá estávamos nós (no parque), contando nossas histórias, caminhando sem rumo, rindo sem motivos. De um modo singular estávamos juntos.
Mas, agora é melhor, ele, não está mais lá… Está aqui (comigo).
E aqui está ele, faz-me sorrir por motivos que outrora não motivavam meu ego.
Hoje, vale a pena dizer que vale a pena amar.
Vale a pena estar aqui, pois ele não está mais lá…
Estamos juntos!!!
Nunca desista dos seus ideais; sonhe com um mundo melhor e tenha coragem de lutar por ele. Pessoas perseverantes nunca desistem, lutam de cabeça erguida, mesmo que para chegar ao topo tenham que retirar pedras do caminho.
Hoje eu ja to bem mais calma, mais conformada, como sempre, eu queria tanto ter ele mais esse papel a mim não cabe mais queria tanto esta com ele agora e que meu mundo parace nos pes dele como uma musica, como um abraço, uma um cansaço, como uma dor o sofrimento em que vivo eu ja nem sei mais o que penso o que faço eu sei que a cada dia ele me poe mais dependente mais fraca tenho medo disso porque eu não sei quem sera eu sem meu amor por inteiro, qual coisas eu posso fazer quando me ver nessa situação decadente, de desejo pleno.
Nem eu sei mais que amor é esse que eu sinto por você, Ele é tão grande que eu mesma me perco nele.. Queria apenas 1 minuto da sua atenção, Será que você pensa em mim pelo menos 1 segundo? Todo mundo fala que você é enjuado e sempre me perguntam como eu consigo gostar de uma pessoa assim, Nem eu mesmo sei, Só sei que eu consigo amar até mesmo seus defeitos. Menina nenhuma algum dia amou seus defeitos, Eu fui a única! Sempre vem alguém que fala que você é feio, Mais para mim você ta perfeito. Até mesmo se você virasse mendigo eu te queria, Mesmo você morando na rua eu te queria, Porque o amor é mais forte que tudo, supera tudo. E sim, se você estivesse na rua, eu segurava na tua mãe dizia "Calma, eu to aqui meu amor, isso vai passar, vamos superar isso juntos." Eu te dava abrigo, Te dava tudo do bom e do melhor, Só para não te ver sofrer. Eu sofro sim e você não liga, Você não liga se eu choro por você, Mais se algum dia você sofrer e chorar, eu vou te ajudar, Por que eu não gosto de te ver triste, sofrendo, Mesmo você fazendo isso comigo, Ás vezes eu mesma me pego olhando pra você, e me apaixonando cada vez mais, É amor você me iludiu bastante, Vamos deixar isso com o tempo agora, esse "tempo" Pode me afastar muito de você, Mais não a nada oque fazer. Se algum dia eu estiver com outro, Acredite eu lutei muito para conseguir dar uma chance para outra pessoa, E mesmo assim com outro, Eu nunca irei esquecer de você, Sempre irei lembrar das nossas conversas, Dos nossos olhares trocados, Do seu sorriso, De tudo
Ele é o meu tipo.Sinto-me próxima dele,entendo sua linguagem de seu rosto,de seu gestos.Embora estejamos separados pela classe e pela riqueza,trago em mim,no coração e na mente, no sangue e nos nervos,algo que me associa a ele.
Jane Eyre - Charlotte Bronte
“O vilão feroz de todos os pensadores é o tempo. Para uns ele orienta, constrói e regula. Para outros envelhece, deixa marcas difíceis, controla, trás tristezas, rouba as mais preciosas pedras dos jardins, apaga a luz do mundo, e deixa a incerteza de quando será o fim.” Latumia (W.J.F.)
É o julgamento solitário que cria a verdadeira intimidade do homem consigo mesmo e é também ele que cria a distância, o espaço interior no qual as experiências vividas e os conhecimentos adquiridos são assimilados, aprofundados e personalizados.
"É você acha que superou, que ele nunca te amou daí você reencontra a pessoa e vê que nunca deixaram de se amar"
Digamos que eu tenha aprendido e, hoje, pode ser que ele fique por mais tempo ao meu lado, sendo meu apoio e abrigo, mas se eu o perder cedo demais, como perdi tantas outras pessoas, eu fiz a minha parte. Dei o melhor de mim e não posso dizer que não valeu à pena. O melhor é saber que depois de cada momento, a gente sabe que sempre estaremos nos buscando, mesmo que um dia a gente se perca. Eu tentei várias vezes encontrar resposta pros motivos que não deixam a gente se afastar como me afastei de tantas pessoas, mas desisti. Você mesmo me disse que não sabe explicar. Tudo bem. Eu também não sei. A gente não sabe o que sente, e se sente, o porquê do sentir. Também não temos noção do tamanho do sentimento, seja ele qual for. E se um dia nos perdermos, se vai doer muito, ou não. E se algum dia os caminhos se cruzam de novo e o mundo dê voltas, ou não.
É seguro demais a maneira como afirmamos que temos as rédeas de tudo. Que tudo está sob controle e que nada vai sair do planejado. Eu sinceramente espero que nada saia do planejado, do afirmado, do conformado. E... O importante é que teremos coisas bonitas pra contar. Você está bem e eu me orgulho de te ver assim. E eu torço muito para que você fique bem para sempre, como você merece e sempre mereceu.
Um dia me perguntaram se eu confiava em quem amava. E eu disse que sim. E a pessoa me perguntou: A que ponto?
E eu respondi: Ao ponto de me jogar de um prédio de vinte andares na certeza de que ele me pegaria em seus braços lá embaixo.
No seu caso, o prédio podia ser de quarenta andares que eu continuaria confiando. ;)
Foi Charles G. Finney que contou esta história. Ele estava realizando um avivamento em Detroit. Uma noite quando ele ia a entrar na igreja, um homem veio ter com ele e lhe perguntou: ‘É o Doutor Finney?’
‘Sim’
‘Não sei se me poderá fazer um favor. Esta noite quando terminar, quer vir comigo a minha casa e falar-me da minha alma?’
‘Com todo o gosto. Aguarde-me’.
Finney foi para dentro, e alguns dos homens o detiveram: ‘Irmão Finney, o que queria aquele homem?’
‘Ele queria que eu fosse a casa com ele’
‘Não vá’
‘Tenho muita pena, mas eu lho prometi, e tenho de ir com ele’.
Quando a reunião acabou, Finney saiu pela porta. O homem estava aguardando, pegou no seu braço e disse: ‘Venha comigo’. Andaram três ou quatro quarteirões, viraram numa rua lateral, desceram uma viela, e na segunda casa o homem se deteve: ‘Fique aqui um minuto, Irmão Finney’. Ele pôs a mão no seu bolso, tirou uma chave, e abriu a porta, virou-se para o pregador e disse: ‘Entre’.
Finney entrou no aposento. Havia um tapete no chão, uma lareira, uma escrevaninha, uma cadeira giratória, dois sofás e nada mais.
Havia uma espécie de subtil parede divisória ao redor de todo o aposento excepto onde havia a lareira.
Finney voltou-se para trás. O homem estava fechando a porta, tinha posto a mão no seu bolso posterior e tinha tirado um revólver que segurava na sua mão. ‘Eu não pretendo fazer-lhe algum mal’, ele disse: ‘Eu só quero fazer-lhe algumas perguntas. Quis realmente dizer o que disse no seu sermão ontem à noite, isto é, que o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado?’
‘Sim, Deus diz isso’.
‘Irmão Finney, vê este revólver? Matou quatro pessoas. É meu. Duas delas foram mortas por mim, duas pelo barman numa rixa no meu saloon. Há esperança para um homem como eu?’
Finney respondeu: ‘O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado’.
‘Irmão Finney, uma outra pergunta. Por detrás desta parede há um saloon. É de minha propriedade tanto o saloon como tudo o que está lá dentro. Nós vendemos todo o tipo de licor a quem quer que entre. Muitas vezes tirei o último centavo do bolso de um homem, fazendo padecer de fome a sua mulher e os seus filhos. Muitas vezes mulheres trouxeram aqui os seus bebés e suplicaram que não vendesse mais nenhuma bebida alcoólica aos seus maridos, mas eu as expulsei e continuei com a venda do Whisky. Há esperança para um homem como eu?’
Finney disse: ‘Deus diz: ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Uma outra pergunta, Irmão Finney. Por detrás desta outra parede há uma casa de jogo de azar, e é desonesta como Satanás. Não há uma roda decente em todo o estabelecimento. É tudo viciado e desonesto. Um homem deixa o saloon com um resto de dinheiro no bolso, e nós aí lho tiramos. Houve homens que saíram desse lugar de jogo de azar para cometer suicídio quando o seu dinheiro, e talvez dinheiro lhes dado por empréstimo, tinha acabado todo. Há alguma esperança para um homem como eu?’
‘Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Mais uma outra pergunta e depois o deixarei ir. Quando sair desta viela, vire à direita na direção da rua, olhe para o outro lado da rua, e ali verá uma casa de pedras castanhas de dois andares – é a minha casa. É de minha propriedade. Lá estão a minha mulher e a minha filha de onze anos de nome Margaret. Há treze anos fui a New York para tratar de negócios. Encontrei uma bela rapariga. Menti-lhe. Disse-lhe que era um agente de bolsa, e ela casou comigo. A trouxe para aqui, e quando ela descobriu os meus negócios isto lhe partiu o coração. Eu tornei a sua vida um inferno sobre a terra. Eu voltei para casa bêbedo, bati-lhe, abusei dela, fechei-a fora de casa, tornei a sua vida mais miserável do que a de qualquer animal selvagem. Há cerca de um mês, eu fui numa noite para casa bêbedo. Minha mulher de alguma maneira me estorvou e eu comecei a bater-lhe. Minha filha se lançou entre nós. Esbofeteei aquela rapariga, a empurrei contra um aquecedor em brasa. O seu braço ficou queimado desde o ombro até ao pulso. Irmão Finney, há esperança para um homem como eu?’
Finney segurou os ombros daquele homem, o abanou e disse: ‘Ó filho, que triste história que tens para contar! Mas Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
O homem disse: ‘Obrigado. Muito obrigado. Ore por mim. Eu amanhã à noite irei à igreja’.
Finney foi para casa e tratar dos seus assuntos. Na manhã seguinte, cerca das sete, o homem do saloon saiu do seu escritório e começou a atravessar a rua. A sua gravata estava torta, a sua face estava coberta de pó, coberta de suor e manchada pelas lágrimas. Ele estava cambaleando como se estivesse bêbedo.
Mas voltemos àquele aposento. Ele tinha pegado na cadeira giratória e tinha partido o espelho, a lareira, a escrivaninha e as outras cadeiras. Ele tinha desfeito a parede divisória por todo o lado. Cada garrafa, cada barril, cada banco e cada espelho naquele saloon foi despedaçado e quebrado. No chão o serrim boiava até ao tornozelo numa terrível mistura de cerveja, gim, whisky e vinho. No estabelecimento de jogo de azar as mesas foram despedaçadas, os dados e as cartas de jogo estavam na lareira a arder.
Ele foi até ao outro lado da rua titubeando, subiu as escadas de sua casa, e sentou-se pesadamente na cadeira do seu quarto. Sua mulher chamou a pequena rapariga: ‘Maggie, corre ao andar de cima para dizer ao papá que o pequeno-almoço está pronto’. A rapariga subiu lentamente as escadas. Meia atemorizada, ela ficou em pé à porta e disse: ‘Papá, a mamã disse que o pequeno-almoço está pronto; disse para desceres’.
‘Maggie, tesouro, papá não quer nenhum pequeno-almoço’.
Aquela pequena rapariga não andou, ela voou pelas escadas abaixo: ‘Mamã, papá disse: ‘Maggie, tesouro’ e ele não …’
‘Maggie, tu não percebeste. Vai sobe de novo para dizer ao papá para vir para baixo’. Maggie subiu de novo ao andar de cima seguida por sua mãe. O homem levantou os olhos mal ouviu os passos da menina, abriu os seus joelhos e disse: ‘Maggie, vem cá’.
Timidamente aterrorizada, e tremendo, ela foi a ele. Ele a levantou, a pôs sobre os seus joelhos, encostou o seu rosto ao peito da pequena e chorou.
A mulher que estava em pé à porta, não sabia o que tinha sucedido. Após um pouco de tempo, ele a notou e disse: ‘Mulher, vem cá’. Ele a fez sentar sobre o outro seu joelho, lançou os seus grossos braços em torno daquelas duas almas que ele amava mas de quem tinha tão horrivelmente abusado, abaixou a sua cabeça entre elas e chorou soluçando até que o quarto quase tremeu pelo impacto da sua emoção.
Após alguns minutos, ele se controlou a si mesmo, olhou para a face da sua mulher e para a sua menina e disse: ‘Mulher, filha, vós não precisais mais ter medo de mim. Deus, hoje, vos trouxe para casa um homem novo, um novo papá’.
Na mesma noite aquele homem, sua mulher e a menina caminharam ao longo do corredor da igreja, deram o seu coração a Cristo e se uniram à igreja.
Status: meu amor-próprio está gritando. E eu estou preferindo ficar com ele ultimamente. O nosso relacionamento vai muito bem, obrigada.
Sempre que cometo algum erro, peço a Deus que seja Ele a me castigar, pois Ele é justo já o homem é cruel.
“O perdão é a resposta positiva de algo ruim que fizemos, embora ele seja um instrumento para a convivência, sempre deixará sua cicatriz incurável, seja na lembrança, no sentimento ou na alma”. Latumia (W.J.F)
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