Se ela quer Voar a porque tem Asas
O esotérico pretender criar uma realidade só porque consegue de um fato gerar uma interpretação poética e lógica. Ele dissolve sua verborragia de interpretação particular em forma de símbolos só para negar o fato. Isso pode ser feito inclusive com a vida de um rato, não se pode negar a vida dos ratos só porque se pode da vida do rato criar uma história rica de símbolos místicos. O místico gnóstico comete uma incoerência histórica levantando suspeita contra ela apenas porque pode dela fazer uma segunda passagem histórica que existe apenas na capacidade de fazer malabarismos com palavras.
Quantas vezes chorei porque amava alguém e quantas vezes chorei porque alguém me amava e eu não era recíproco!
Se às vezes você fala e eu não te ouço é porque eu não estou lá.
Se às vezes você me olha e eu ignoro é porque eu não estou lá.
Se às vezes você faz piadas e eu fico inerte é porque eu não estou lá.
Se às vezes você faz silêncio e eu não questiono é porque eu não estou lá.
Se às vezes nós estamos juntos e eu pareço não estar é porque eu não estou.
É assim que é, é assim que sou. Talvez um dia eu mude ou talvez mudar não seja preciso, afinal, às vezes é melhor não estar em lugar nenhum, é melhor estar em mim mesma, mesmo que eu seja distante e desconhecida. Sou eu em mim. Ninguém além de mim. É que eu me prefiro!
As vezes quando não recebemos algo muito grande que pedimos a Deus, é porque não estamos prontos. Assim como se pedirmos uma Ferrari para nossos pais e eles não nos dessem porque não saberíamos dirigi-la!
Se um dia você olhar para trás e não me ver, não é porque estou te esperando na sua frente não! é porque já VAZEI mesmo!
Se te encho de verdades é porque não me satisfaz as tuas mentiras...
Se te sou sincera é porque não me dou por ilusão...
Na verdade, eu sou tudo aquilo desejo de volta, então para de fingir!
Onde fazer o certo e correto é tido como uma vitória, não o óbvio, é porque o normal é fazer errado, é ser ruim.
Por que o amor machuca tanto.
Por que o amor machuca tanto.
Por que o amor nos faz sofre.
Por que o amor nos faz chorar.
Por que ele tira a nossa fome.
Tira a nossa sede.
Tira as nossas forças.
Tira o nosso foco e a nossa alegria.
Por que você não sai dos meus pensamentos.
Só de pensar em você, meu coração bate mais forte.
Oh meu Deus.
Oh meu Deus.
Eu preciso comer, beber, dormir,
Preciso de forças para ir trabalhar,
Preciso ter foco e alegria de novo.
Preciso para de pensar em você.
Oh meu Deus.
Oh meu Deus.
Na verdade eu apenas preciso de uma coisa para se feliz.
Do amor da minha amada.
Do amor da minha querida amada.
Por isso que sofro, pois ela nem sabe que eu existo.
Nem sabe quem eu sou...
Mas quem sabe um dia ela olhe para mim.
Por que o amor machuca tanto.
Poesia de "Sabino Tavares".
Escritor, Roteirista, Cineasta, Poeta, Diretor de cinema e ativista.
www.sabinartproductions.com.br
Porque tudo muda
Ei!
Está tudo bem com você?
Dúvidas sombrias
Estou com aquela força
que vem de dentro
Querendo um acordo
Precisamos conversar
Não precisamos dar uma volta
Precisamos dar um tempo
Precisamos nos perdoar
É preciso
É preciso dar pra receber
Aquela cachoeira está estagnada
Mas você não enxerga…
Esse caminho tá chato
Não tem outro recurso?
Esse falhou
Me sinto em uma roda
Estou no meio
Essa etapa é única
Tá difícil
Precisamos peneirar os sentimentos
Ventos vem do universo
Acariciam os meus cabelos
E os fios enrolam em seu pescoço
Sinto-me uma amante ferida
Sentimentos mudam
A brisa existe
O orvalho também
Precisamos colocar uma distância
Ainda maior
Virei uma santa
Agora sou a virgem de todas
Vou dar á benção
Mesmo sendo uma ninfo?
Afro que dizia
Tô rindo!
Riso gelado, riso nervoso!
Mesmo assim,
Esse caminho continua chato
Acho que nunca mais
Os ponteiros vão se acertar
Nem mesmo quando um estiver por cima do outro
Nunca mais…
Não vai haver calor!
Vejo a aurora boreal
Suas cores estão me cegando
De tanta beleza!
Só não consigo olhar nos teus olhos
É melhor deixar tudo para trás
Carregando esse fardo tá chato
Estamos amarrados pelo tempo
Não posso mudar o meu status
Não posso gritar liberdade!
O tempo insiste em correntes se tornar
Está tudo muito chato
Eu quero caminhar
Minhas pernas querem
Talvez
Correr
Aproveitem os momentos
Sinta o cheiro do amor
Aprecie a sua cor
Porque tudo muda!
Chato, muito chato!
Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.
As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.
Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.
E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.
Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.
Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.
Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.
Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.
Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.
As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.
Quantas lembranças, mãe querida!
Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.
Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.
Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.
Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: “tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!”
E de outras vezes: “cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.
A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.”
Lições e lições.
A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.
Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.
Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.
E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.
E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.
Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.
Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.
Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.
Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.
E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.
Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.
Ela não responde, aperta a minha mão com força e ternura - e é como se estivéssemos flutuando, levíssimos, no espaço sideral, parecemos fartos do leite intergalático, tendo o universo inteiro só pra nós.
Não muito diferente das outras meninas, ela era uma menina comum, porém ela não queria amadurecer e conservar sempre seu coração de criança...
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