Saúde Natureza
A nossa herança,
Maldita,
Não alcança,
A dita, solidariedade.
Baleias morrem,
Em todas as idades,
Animais em todas as partes,
Para alimentar a vida ,
Da morte,
Vida que segue,
Que persegue,
Os inocentes,
Lamentável,
Sustento do EGO,
faminto.
JOÃO ALFREDO
Na vida do interior,
o dia começa cedo.
Tomar banho no riacho,
bem na sobra do arvoredo,
depois deitar no arbusto,
tudo isso sem ter custo,
logo ali em João Alfredo.
Para uma vida feliz, alegre e saudavel, ao amanhecer contemple o verde das plantas, o azul do céu, o cintilar das aves, a manifestação da vida e agradeça o criador. Alimente-se bem, movimente-se, preencha seu dia com atividades criativas e produtivas e ao anoitecer, contemple o firmamento, um céu estrelado, o manifestar da vida e agradeça o criador pela lei eterna e universal que mantém todo esse equilíbrio em perfeita harmonia e extraordinário.
(José Nilton de Faria)
A maquilhagem pode deixar as pessoas aparentemente lindas, o artificial pode deixar as coisas bonitas, mas só Deus pode fazer e dar o melhor da arte mostrando a beldade da natureza. By *RAJM*
A não ser que medo te impulsione a ter uma atitude admirável, ele é uma prisão.
Tenho tanto medo de um dia não lembrar da chuva, do seu cheiro, de como é suave ao tocar o solo, ou a molhar a vida, ou até mesmo quando dá continuidade aos seus filhos...
Fazendo assim, que esse medo, me permita viver e desfrutar cada dia mais das pequenas coisas. Ele me direciona ao exorbitante espetáculo da natureza, ao palco que está diante de mim!
Paciência é semente
Começando a germinar
Só o tempo pra fazer
Uma flor desabrochar
Nessa vida com certeza
Tal como a natureza
Nossa hora vai chegar
A CAPIVARA E A VARA
A capivara é um ser pensante
Sabe onde procurar abrigo
Come mato para sobreviver
Sem dúvidas, tem a felicidade consigo
No profundos da floresta onde cantam os sábias
Ao lado de um tronco de uma árvore está a vara
Que, por sua vez, não pensa, não come, não sente
Não vive como a capivara
Seu propósito não é condizente
O homem é um ser com alma
Assim como a capivara ele precisa sobreviver
Pega então a vara e sua coragem
E procura algo para comer
Entretanto falha em todas as tentativas
E a vara fica em vão
Abandonada pelo único que acreditara em sua capacidade de viver
Mesmo sem um coração
As profundezas da floresta já não estão em seu alcance
O canto dos pássaros não acalma a sua mente de fantasia
Agora só lhe resta o chão da estrada
E sua perpétua melancolia
Nos profundo dos lagos cristalinos
A capivara bebe das águas que a natureza lhe dera
Agradece à Buda, Jesus ou Espíritos da floresta
Pela maravilhosa vida que lhe propurzera
Em meio de suas preces sem sentido
A capivara abre seu olhos castanhos
E ao olhar para direita sua visão se transforma em pergunta:
O que aquela vara faz sem um dono, sozinha e sentindo culpa?
Rezar pro Sol e dançar pra Lua... abraçar as árvores e amar a chuva. Captar os sutis sinais da natureza, o perfume das flores, a brisa gelada que vem do sul, aquele quentinho gostoso do início da manhã. Trilhar o caminho de volta às origens e trazer de dentro da alma a esperança, abrir os olhos da mente e enxergar finalmente nossa verdadeira missão.
Viva cada estação que passa; respire o ar, beba a bebida, experimente as frutas e resigne-se à influência da terra. Adote o ritmo da natureza. O segredo dela é a paciência.
Tive vontade de deitar na beira da trilha e me lembrar de tudo.Os bosques fazem isso com você, eles sempre parecem familiares, perdidos há muito tempo, como o rosto de um parente morto há muito tempo, como um sonho antigo, como um pedaço de música esquecida flutuando pela água, acima de tudo como eternidades douradas da infância passada ou a masculinidade passada e todos os vivos e moribundos e a mágoa que ocorreu há um milhão de anos e as nuvens enquanto passam por cima parecem testemunhar (por sua própria familiaridade solitária) esse sentimento.
Não se pode alterar ou modificar a paisagem, o visual do firmamento, um ceu estrelado, mas nem é necessário pois a natureza é sabia.
Garimpo selvagem
Quanta tristeza e destruição
Em nossas matas e florestas
Vai secar, ainda a plantação
Um deserto que não presta
O garimpo é para joias criar
Pouca gente vai se enfeitar
Poucas pessoas vão lucrar
E a natureza vai se erosar
A erosão vai com tudo acabando
As crateras, as árvores vão matar
Muitas nascentes vão secando
Assim muitos rios vão secar
O desmatamento também seguindo
O homem só pensa em ganhar dinheiro
E vai assim tudo destruindo
Seja o garimpeiro ou madeireiro
É preciso prestar bem atenção
Pensar bem na sustentabilidade
Para o bem do planeta e nação
Ter a natureza em qualidade...
NORMA AP SILVEIRA DE MORAES
