Saudades do Amigo de Infancia
“A leitura abre a mente e amplia os horizontes. Quando isso é feito na primeira infância, tudo acontece de uma forma muito mais natural e prazerosa. E é essa geração de leitores que poderá transformar o mundo através da Educação e do conhecimento. Tenho absoluta convicção disso”.
Depois de décadas de Auto Conhecimento, cheguei a conclusão do porque desde a minha infância ser tão criticado: INVEJA da pessoa que sou!!!
Ser correto, honesto, ter esmero em tudo que faço, autêntico, ter habilidade e criatividade, isso incomoda às pessoas, aí vamos CRITICAR!!!
As CRÍTICAS já me machucaram muito, hoje as vejo como APLAUSOS!!!
Está é a geração que teve uma infância de ouro e por consequência a que tem a pior juventude e será a pior geração de velhos!
A cultura da Barganha
Como é difícil desassociar padrões introjetados desde nossa infância.
Faça isso, para ganhar aquilo, ou se comporte de tal maneira, para não receber castigo.
Parece, que as recompensas geram nossas motivações, e que para quase que tudo que se faz, espera-se o retorno.
Ocorre na infância, adolescência e vida adulta, nos relacionamentos, vida profissional e sentimental.
Até que, descobrimos um amor não romântico, onde a reciprocidade, e espera por recompensas não prevalecem.
É o amor de pai ou mãe pelo filho, onde nada que ele faça, pode fazer a mãe amá-lo mais do que já ama, e não existe algo, que a faça deixar de amá-lo.
Cuida-se, sem esperar algo em troca, faz-se o bem, mesmo sem recompensas, tudo é feito porque se ama, um amor verdadeiro, não baseado na expectativa de troca, algo inédito para nós de forma ativa.
Ao mergulharmos no ambiente religioso, vem a tona o que aprendemos desde a infância, por isso, poucos compreendem o amor de Deus, e menos ainda são os que assim o amam.
Dessa forma, fica difícil compreender que a vida eterna não é recompensa, é uma consequência de quem crer.
Talhados na meritocracia, temos dificuldade em vivenciar o amor de Deus.
Qual é o resultado de ser amado, mas não se sentir amado? extrema Religiosidade.
Onde queremos impor, o que nos parece ser verdade.
Uma distorção de valores, que cria requisições divinas, provenientes de aspectos humanos, exigindo do próximo, aquilo que Deus não exigiu dos mesmos.
Um rigor excessivo, e ausência de misericórdia, permeiam a natureza desses religiosos.
A teologia do medo, e a cultura da Barganha, mantém pessoas sinceras aprisionadas, e longe de experimentar a plenitude do amor de Deus.
Um amor que constrange, não pede nada em troca, e nos aceita do jeito que somos.
Esse amor, transforma vidas e quem é por ele impactado, o transborda na vida do próximo.
Com Deus, não há barganhas, ele nos dá primeiro, sem esperar algo em troca.
E deseja que sejamos iguais a Ele.
Nos escombros da nossa infância, está o presente em que vivemos e o futuro que nos espera ainda que incerto.
"Interessante perceber que nossa infância era bem melhor, mesmo lembrando que ser adulto era o que mais queríamos naquela época. Uma coisa é certa: não devemos abandonar a criança que existe em nós!"
-Aline Lopes
A moralidade surge na infância, é acalentada na juventude para depois ter seu contrato rescindido na velhice
A entropia naturalmente nos conduz da infância à velhice. Todavia, a maturidade só é alcançada perante a ascensão da serenidade.
Conheci crianças maduras,
Conheci adultos imaturos,
A infância em vielas impuras,
A velhice em abrigos escuros.
INFÂNCIA
Quem sabe um dia eu voltarei
Para terra onde eu nasci
Reviver minhas lembranças
De quando eu era criança
Do bom tempo que eu vivi
Quem sabe um dia eu voltarei
A morar no lugar onde cresci
Matar aquela saudade
Das brincadeiras
De todas as tardes
Que me fazia feliz
Quem sabe um dia eu voltarei
A pisar nesse chão
E sentir na pele a infância
Daquela boa lembrança
Que ficaram no coração
Quem sabe um dia eu voltarei
Para minha terra amada
Um lugazinho hospitaleiro
De um povo humilde e verdadeiro
Uma nação apaixonada
Quem sabe um dia eu voltarei
Para aquela terra encantada
Meu mocambo do Arari
Tenho muito orgulho de ti
Minha cidade abençoada
Quem sabe um dia eu voltarei
Sentir a Terra molhada desse chão
De quando choveia na estrada
Que boa a sensação
De sentir no coração.
Quem sabe um dia eu voltarei
"Até sete anos, direcionei meus filhos para uma infância feliz.
Dos oito aos quatorze anos, direcionei meus filhos para uma adolescência saudável e plena.
Depois disso, nada mais pude fazer...
A vida me fez sentar diante dela, e assisti-la.
Direcionando-os"
☆Haredita Angel
-Ainda na infância, me deparei com a violência moral da vida.
-E pedi a Deus para tal fato não violar meu caráter.
-Deus é bom.
Deus é muito bom!
☆ Haredita Angel
Amar, é qualquer coisa assim como estar sempre no jardim da infância...
Haredita
05.08.14(Facebook)
A infância, não foi o que eu quis.
A adolescência, não coube em meu querer.
A maturidade, essa é toda por minha conta.
Ontem fui o que pude, hoje sou o que quero!
☆Haredita Angel
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