Saudades de Quem Mora longe

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⁠Enraízados a distância por um sentimento de puro amor. É incondicional o desejo de intuir, criar, materializar e libertar. O Propósito dessas almas é de enfim completar. Existe sim, uma voz que não usa palavras, Ouça-a!

Inserida por paula_ingrissy

E pensar que você nunca me mereceu
E que hoje meu amor não é mais teu
E que a saudade ficou pra trás
As lembranças de nós dois não existem mais

Inserida por Larissaloraschi

⁠Sigo com minhas dores e saudades. pelas trilhas a caminho da felicidade, hora assento à sombra de uma árvore e curto uma saudade enquanto alivio minhas dores.

Inserida por Magant

"Saudades dos tempos passados.
As ondas levaram as memórias bonitas,
mas trouxeram águas novas
prontas para serem coloridas."

Inserida por sgabissss

Se eu morrer, alguém ficará com saudades minhas?

Inserida por nanabby

⁠Sentimento discreto

Entre mundos distantes
Um sentimento nasce discreto
Sem razões que se explique
Surge feito um tímido milagre

O individuo que o porta
Em seu peito machucado
O chama de mera ilusão
Esse amor de Platão

Mas como uma miragem
Em um deserto interior
Que vive o perdido portador
Torna-se uma esperança

Sua alma machucada
Começa aos poucos se curar
Aquilo que chamou de ilusão
Traz luz para seu coração

Uma alma cura outra
Mesmo longe sem perceber
Só pelo fato de existir
Desperta na outra um novo sentir


Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração

Inserida por AlanAlvesBorges

Você está em alguém ou este alguém está em você, não medido pela distância ⁠que separa um do outro, mas, sim pela intensidade do pensamento de cada um, porque, o pensamento transporta sensações vivas pelo universo.

Inserida por Colicigno

⁠Timidez

Apesar do medo da proximidade
Que mantém a ligeira distância
Os corações excitam-se
Em um misto de medo e vontade

Mesmos distantes os corpos
As almas se tocam em abraços
E pelos olhares se esconde
Um silencioso e oculto beijo

Tem palavras que o amor não diz
Ainda assim elas doem
Naquele silêncio sufocante
Onde as vozes se calam

O arrependimento maior
É o questionamento do: por que não fiz?
E o amor escondido permanece
Com inocência timidez


Alan Alves Borges
Livro Confuso Coração

Inserida por AlanAlvesBorges

⁠Um planeta chamado Lulma.

Em um local distante havia um planeta chamado Lulma.
Era um planeta muito bonito, repleto de belas paisagens e recursos naturais abundantes. Uma variedade quase infinita de animais e plantas haviam neste planeta. No entanto destoando deste idílico cenário haviam os humanoides que usufruíam dos recursos naturais existentes, muitas vezes degradando o ambiente que viviam.
Estes humanoides eram comandados por um Rei que dominava quase tudo e, mesmo existindo órgãos para controlar as ações do Rei para que este não fosse uma autoridade suprema, e tivesse surtos de Deus, todos ao final, eram submissos aos mandos e desmandos do Rei que sempre conseguia impor suas vontades, através de favores pessoais, e altos cargos e salários dados aquelas pessoas de outros órgãos que o apoiavam. Muitos sabiam, mas nada faziam, e quando faziam, eram porque queriam também fazer parte da corte.
O povo deste reino vivia em castas flexíveis, onde uma pessoa com poucos recursos, mas, com esforço e dedicação poderia migrar para um patamar econômico melhor e ter uma vida mais confortável. Haviam pessoas e empresas que desenvolviam produtos, remédios, e toda sorte de bens que satisfaziam os interesses dos humanoides. Estes bens, principalmente os de luxo e de alto valor agregado, evidentemente tinham preços diversificados o que em muitos casos, os tornavam inviáveis a alguém com menos recursos para adquiri-los, o que fazia com que surgissem outras empresas com produtos similares para atender esta demanda paralela. E assim vivia o Lulmense (habitantes do planeta Lulma).
Esclareço aqui que uma característica natural dos humanoides deste planeta Lulma era a vontade de possuir coisas, de querer mais e de não se satisfazer facilmente. Mas, embora estas características a princípio pudessem parecer projetar as pessoas para um patamar mais elevado, muitos Lulmenses não tinham a tão sonhada ascensão por diversos motivos, indo da própria capacitação profissional e cultural, ou passando pelos meios sociais nos quais estavam inseridos e que dificultavam melhores acessos para prover algo mais substancial. E ao final, embora todos quisessem o melhor e vivessem sonhando com uma posição social privilegiada havia muita desigualdade entre os Lulmenses.
Ora, a desigualdade social vivida pelos Lulmenses, em algum momento faria nascer questionamentos, sobre aquela forma de reinado, e se esta era a mais justa, visto que todos os Lulmense perante a Lei do Reino eram iguais em direitos e deveres. Ora se eram iguais, então por que haviam diferenças e por que elas eram nutridas? Alguns Lulmenses começaram a questionar o sistema, e do questionamento surgiram algumas pessoas com ideias de repartição de bens, de igualdade social, igualdade material e salarial, de propriedade comum a todos e, tantas outras ideias surgiram.
Ora, não há nada mais poderoso do que uma ideia que toma forma e eco. E o Rei sabia disso e, sábio que era, aproveitou da ideia. Afinal não é salutar nadar contra as ondas, e melhor surfar nela e esperar ela morrer na praia.
Assim sendo chamou seu Ministro e Conselheiro Burrddad e criaram estratégias visando a permanência no poder. Primeiro contrataram um cidadão Lulmense que tinha todas estas novas ideias que eram aos olhos de muitos progressistas, e o fizeram escrever estas em um livro e lançaram este na boca miúda para todo o reino.
Lembrem-se que é uma boa estratégia criar uma ideia já criada controlando-a em seu resultado final.
Ora, o livro alcançou alguns pseudointelectuais, filósofos de esquina, e pessoas bonitinhas que vivendo de forma nababesca, sentiram-se culpadas pela desigualdade existente, criada e sustentada por seus pais. Embora não se desfizessem de sua vida de luxo, gritavam e entoavam cantos pela igualdade social.
O Rei sabendo deste movimento, começa a agir, primeiro estatiza o ensino, dando-lhe cartilhas do que deveria ser seguido e ensinado. Ora, em um reino de desigualdades a melhor forma de vender utopias é através dos bancos escolares, afinal é mais fácil alimentar a barriga da ilusão do que tirar a barriga da miséria.
O movimento foi crescendo, e os gritos já se faziam ecoar nos corredores do palácio, mas, o Rei já havia previsto isso.
Em uma jogada planejada, criou benefícios para serem distribuídos aos Lulmenses sem recursos, esta ação trouxe contentamento e alento aquelas pessoas que viviam na miséria, mas, evidentemente sem tirá-las de lá, afinal, ao Rei a miséria controlada era uma forma de permanência e de poder a ser negociado.
Como toda ideia revolucionaria tem que ser controlada às regras de quem domina, o Rei para ganhar tempo e corações, tinha que dominar o pensamento dos Lulmenses, e fez outro movimento. Enfraqueceu aos poucos a qualidade do ensino, a ponto de transformarem os cidadãos Lulmenses em analfabetos funcionais, mal liam, mal interpretavam e dificilmente pensavam. Seguiam apenas correntes que ora surgiam aqui e ali a mando e criação do Rei por debaixo do pano sem que ninguém soubesse que era dele que vinham estas ideias.
De forma sutil, colocou os Lulmenses um contra o outro, primeiro fazendo nascer o sentimento de diferenças entre si através da própria raça, depois começaram a culpar os Lulmenses mais ricos pela desigualdade econômica e social. A situação chegou ao ponto de discutirem as opções sexuais dos Lulmenses, querendo até implantarem uma nova linguagem para a todos nivelarem. Enfim a vida se transformou em um debate sem fim, separando ainda mais o povo, colocando estes dentro das bolhas de convivência nas quais se assemelhavam e defendidas aos berros por pessoas que defendiam a igualdade querendo leis que as tornavam desiguais. E o local do grande nascedouro destas novas ideias, vinham do braço de manobra do Rei, do ensino. Implante uma ideia, escravize ou liberte uma nação.
O Rei atento a tudo, aparecia defendendo todas as bandeiras com discursos que o colocavam de forma agradável no centro de todas as diferenças, mas, sabia também o Rei que embora ele fosse o dono do Reino, ele não era dono de toda sua produção. E seus ministros e funcionários, embora fieis, não eram capazes de assumir toda a produção e pesquisa necessários para o desenvolvimento das necessidades da população.
Sabendo que estas empresas eram de certa forma uma ameaça ao seu reinado, pois estas eram capazes de criar aquilo que mais fazia concorrência ao rei, que no caso era o dinheiro e a geração de riquezas, fez o Rei, uma outra jogada. Aliou-se por debaixo do pano a algumas empresas, dando-lhes empréstimos volumosos a juros módicos e na prática não pagáveis, para que elas monopolizassem determinadas cadeias de produção, fazendo com que elas mesmos exterminassem os pequenos focos de produção e geração de riquezas, tornando-as dependentes destes oligopólios.
Evidentemente era mais fácil dominar um gigante que a tudo controla, do que os anões que se reproduziam sem parar.
Mas o Rei tinha que dominar tudo, sua gana pelo poder não tinha limites, seu reinado tinha que ter controle de tudo, não poderia ele dividir o poder, isto lhe era inadmissível. Em sua forma de pensar o Rei tinha que ser onipotente e onipresente.
O Rei sabia que a desigualdade proporcionava estabilidade, pois são as diferenças que nutrem o sistema e que o faz girar e crescer. Este era o ponto em que ele deveria atacar. E ele já havia preparado o campo de batalha. O povo, fragmentado dentro de suas ideias rasas queriam uma vida de prazeres que o dinheiro era capaz de produzir, mas que não possuíam. As empresas gigantes iam adormecidas e aninhadas pelo Rei, era o momento. Vamos criar o caos e depois controla-lo.
Chamou mais uma vez seu ministro Burrddad e decretou. A partir de hoje, não haverá pobreza no Reino de Lulma. Pegue o maior salário hoje pago por uma profissão e nivele todas as profissões por ele. Antes de fazer o anúncio, foi a uma emissora de TV privada no papel, mas, estatal de coração e fez um longo discurso sobre a desigualdade e sua origem cruel e escravizante que o sistema capital criava e os mantinha. Disse que a partir daquele momento, todos os salários do povo seriam nivelados pelo maior salário pago. Naquele momento o país explodiu em alegria, visto que a maioria dos Lulmenses não eram tão abastados, a insatisfação foi dos poucos que com suor e empenho lutaram para ter um lugar ao sol. Todos eram finalmente iguais em condições salariais, logo, poderiam seguir para a realização de seus sonhos mundanos e materiais.
Mas, o Rei foi claro e taxativo, ninguém poderia ganhar menos que o maior salário, mas, ninguém poderia também acumular riquezas além de seu ganho, pois se assim o fizessem seriam passiveis de penas horríveis e perdas de seus bens. Exceto os companheiros escolhidos pelo Rei que o auxiliavam nas diversas questões. Afinal, eles trabalhariam mais pelo desenvolvimento do reino. A armadilha estava lançada.
Ora! Quem trabalhava fazendo serviço braçal ou em uma linha de produção, logo, não queria mais fazer aquele serviço, pois já que qualquer profissão lhe dava o mesmo ganho, por qual razão iria escolher uma profissão que lhe causasse tanto esforço? E o contrário também ocorreu, afinal para que me dedicar tanto se eu valerei o ganho de quem não dedicou?
O caos estava instalado, rapidamente as empresas começaram a perder funcionários, e a produção colapsou. Os bens de produção e consumo tiveram uma redução gigantesca pois não haviam mais pessoas para trabalharem naqueles postos de serviços, todos procuravam algo mais ameno para fazer ou na falta de algo se deleitar nos benefícios do estado que eram iguais aos benefícios pagos pelas empresas. Evidentemente uma situação assim só geraria ricos na miséria. Ora de que adiantava o dinheiro, se não servia para obter ou desfrutar de algo?
O Rei já sabia e esperava por isso, e foi novamente a sua emissora favorita e anunciou ao povo. Meu povo, dinheiro lhes dei, mas não saciei sua vontade de consumo que este dinheiro poderia lhe trazer, então vendo que as empresas não conseguem mais produzir a contento, fica a partir de hoje, todas elas de posse do Rei, para que o nosso grande reino, possa cuidar das necessidades de todos. Mas, entendam, será um momento de difícil adaptação e peço a compreensão de todos, já que é o preço que pagaremos por uma sociedade equilibrada e justa.
As grandes empresas refutaram a início, mas, como viviam de recursos oriundos do Rei para seu crescimento e expansão, rapidamente cederam. Mas, a produção estava ainda parada e já que as empresas agora eram do Rei, este agora podia impor sua vontade, e começou a colocar grilhões as pessoas para obrigarem a estas produzirem. Se de um lado o acorrentado gritava, no lado do Rei, defensores intelectuais selecionados e formadores de opinião, apoiavam a decisão dizendo que era necessário o acorrentamento para a satisfação de todos.
Ora, de nenhum trabalho escravo se tem boa produção, isso sem falar em desenvolvimento. O povo tinha recursos, mas, estes recursos não ser traduziam em qualidade de vida. A produção como esperada, escravizada se deteriorou, pesquisas e desenvolvimento, não surgiram a contento impactando a vida e a saúde de todos, já que não haviam mais cientistas dispostos a desenvolverem projetos e inovações visto que lhe faltavam incentivos. Mesmos aqueles mais apaixonados pelo sistema, ou obrigado por este, não conseguiam desenvolver algo além pois lhes faltavam a capacidade e a capacitação técnica necessária, visto que a educação não lhe era adequada.
Dinheiro só tem valor para quem o usa, e para tal é necessário algo que lhe seja traduzida em valor. O Rei sabia que a condição gerada ao igualar a tudo e a todos, centralizando o poder, teria efeitos maléficos a longo prazo, pois embora dominasse a produção e o consumo, não conseguia este dominar a vontade humanoide de ter algo a mais, e se diferenciar de seu semelhante. Afinal uma floresta de árvores iguais é também um tipo de deserto.
Sábio como sempre foi, começou mais uma vez sua jogada de poder. Agora, para resgatar aquilo que ele sepultou, um sistema capital, inicialmente de forma mais controlada, no qual tudo gire em torno dele, e as pessoas consigam se destacar das demais através dos benefícios prometidos pelo novo, mas, antigo sistema, até este se ressuscitar totalmente, para depois fazer novamente a roda girar mantendo o povo neste ciclo de obediência eterna aos seus joguetes e controles criados.
E, quando menos se esperava, veio o meteoro.
Esta é uma pequena ficção gerada em meus devaneios após o uso de substâncias lícitas, qualquer semelhança é mera especulação.
Paz e bem.
Aprendamos a pensar.
Massako 🐢🤪

Inserida por Massako

⁠" A vida é feita de saudades e memórias. São os bons momentos que enchem nossas caixas de sentido."

Inserida por NanaBernardes

⁠A felicidade é semelhante ao ar. Ninguém percebe, exceto em sua ausência.

Inserida por oseias_gulart

Eu sinto saudade de quem não sente de mim, sim, é um fato!

Inserida por tatyanenicklas

⁠A saudade é um dos sentimentos que expressa com muita intensidade a emoção de reviver, o que nos fez bem num tempo passado qualquer…

Inserida por RosiclerCeschin

⁠Lágrima - O silêncio da dor

Neste momento,
o que há entre nós,
é apenas uma breve distância,
que nos separa

E a minha alma insiste,
em ajustar a saudade
que você deixou

As lágrimas escorrem
pela face,
expressando a dor
da angustia oculta,
que ainda existe
dentro de mim

Inserida por RosiclerCeschin

⁠apenas um gole
de saudade
é tempestade
dentro do peito.

Inserida por warleiantunes

⁠ Existem duas saudades, aquela repleta de lembranças boas, de como foi maravilhoso viver e conviver com quem iremos carregar no coração eternamente e aquela cheia de remorsos por não ter dado o devido valor a quem sempre nos amou sozinho.

Inserida por RicardoLetchenbohmer

⁠À minha volta

Talvez eu tenha passado muito tempo olhando à distância, sonhando com o horizonte e tenha me esquecido de observar os milagres que ocorriam ao meu redor e as pequenas grandes maravilhas que me cercavam.
Quando voltei os olhos para meu redor, descobri que olhar para os pequenos não me apequena, não atrofia minha visão, nem anestesia minha sensibilidade.
Desde então, descobri o valor dos detalhes e que são eles que tornam o universo maravilhoso e que fazem a vida valer a pena.

Inserida por Wyrgho

⁠Lágrimas

Sempre que as lágrimas da saudade caem,
Um coração aflito se desmancha,
Sentimentos de uma dor que exalam e saem,
Em busca de alguém que simplesmente encanta.

Lágrimas de um romance desfeito,
Que gera uma dor quase mortal,
Uma dor que arrebenta com o peito,
E quase sempre sem mandar sinal.

Só o tempo pode curar,
Essa ausência que nos faz vazios,
E esse medo de amar,
Insiste em nos manter sozinhos.

Lágrimas de um coração solitário,
Que muito amou e acreditou,
De um ser bôbo e otário,
Que no falso amor,acreditou.

O amor é um mistério,
Necessário muito observar,
Como o silêncio de um cemitério,
Deve ser o processo de amar.

Caso contrário tudo se desfaz,
Como um efeito dominó,
E o passado não volta atrás,
Nem tampouco se desata os nós.

Nós de uma prisão,
Feita por nossa displicência ,
Que nos gerou decepção,
Devido não trabalharmos tal carência



Lourival Alves

Inserida por Diariodeumcravo

⁠A ausência de alguém é como um vazio na alma,
um eco silencioso que ecoa pela sala.
As lembranças nos assombram, como sombras do passado,
a falta que as pessoas fazem é um fardo pesado.
Nos momentos em que esperamos por sua presença,
sentimos o peso da solidão com toda a sua intensidade.
suas risadas, seus conselhos, sua doce companhia,
são lembranças que aquecem o coração em meio à melancolia.
A falta que as pessoas fazem é uma saudade constante,
um buraco que jamais se preenche, um sentimento arrebatante.
Mas no amor e na memória, encontramos consolo,
pois o afeto que compartilhamos é eterno, é um tesouro.
Mesmo distantes, no coração elas permanecem,
E nas lembranças e histórias, sua presença revive.
A falta que as pessoas fazem nos lembra do valor do amor,
E que, apesar da distância, ele perdura, intenso e a todo vapor.

Inserida por _Wess__

⁠Saber que apreciamos o mesmo céu estrelado, apesar da nossa distância, deixou-me alegre e aliviou a saudade.

Inserida por RosiclerCeschin