Saudades de quem está longe

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De tanto amor se fez saudade
De tanta ausência, solidão
De tanto querer, ansiedade
De tanto desejo se fez paixão

Inserida por tadeumemoria

o amor é o deus da ansiedade,
amigo da insônia e saudade...

Inserida por tadeumemoria

Seeu morrer de saudade
o amor vive em mim,
se eu viver
de lembranças do amor é o fim...

Inserida por tadeumemoria

Saldade é essa coisa salgada que me diz nunca mais...
Saudade é esta coisa doce que se avoluma
e te traz pra bem perto de mim...

Inserida por tadeumemoria

AQUI MORA A SAUDADE
o teu olhar perdido na esquina,
o teu sorriso escondido atrás da cortina,
a vida pouca vai se apagando
como uma vela a cada olhar,
esses silencio, essas cruzes, esses avestruzes
que passeiam em nossos cemitérios
segura a mão da lembrança,
e se apóia, não submerge,
somos túmulos de nós mesmos
no nosso funeral diário,
mas sobreviva na fé do amor e da paixão
não se entregue, se entregue...
e se não der certo, deu certo,
esse tropeço também é viver,
essa capela, esses sinos esses sinos
assassinos esses túmulos ...
essas cruzes, esses avestruzes que passeiam...

Inserida por tadeumemoria

desligueseuscelulares
AQUI MORA A SAUDADE
o teu olhar perdido na esquina,
o teu sorriso escondido atrás da cortina,
a vida pouca vai se apagando
como uma vela a cada olhar,
esse silencio, essas cruzes, esses avestruzes
que passeiam em nossos cemitérios
segura a mão da lembrança,
e se apóia, não submerge,
somos túmulos de nós mesmos
no nosso funeral diário,
mas sobreviva na fé do amor e da paixão
não se entregue, se entregue...
e se não der certo, deu certo,
esse tropeço também é viver,
essa capela, esses sinos esses sinos
assassinos, esses túmulos ...
essas cruzes, esses avestruzes que passeiam...
aqui mora a saudade!

Inserida por tadeumemoria

O MONSTRO
Sei do que se passa,
Não sei como mas sei...
E morro de saudade
Nem sei de que
E é por isso que às vezes escrevo
E nem descrevo
Porque nem sei o que é isso
Ás vezes um monstro emerge do lago
E eu tenho medo
Mas me fascina e eu escrevo...

Inserida por tadeumemoria

Passa a manhã
passa a tarde
passa a noite
passa a morena
passam lembranças
passam saudades
passa a banda...
jumentos cabras cavalos num pasto...
cafezal, laranjal e canavial
passa o lago,
o gado,
a pipa a voar
passa a ponte,
passa o rio,
passa o pai e o filho
o campo, bola na rede
e comemoração
casa de taipa,
vereda, carroça, mula teimosa
casa de varanda,
Vila, quitanda
Igrejinha azul e amarela
mulher batendo roupa na beira da lagoa
crianças brincando à toa,
varal embandeirado delimitando a pobreza...
favela subindo o morro,
antenas e ”gatos” acessos indevidos,
passa o trem,
passamos nós
porque o comboio da vida segue seu destino...

Inserida por tadeumemoria

Yan sente saudades

Inserida por tadeumemoria

A coisa mais bonita do mundo dá uma ansiedade,

Quando não acontece dá uma saudade

Então eu penso que o mundo dá tantas voltas...

E eu não mudo... já ficou tarde e eu ainda penso em você

Uma canção de longe quando amar não era brega

Me devolve momentos bonitos,

Agora eu fico aflito e tenho que obedecer regras

Mas nada impede que eu sonhe e acredite no verso

O amor é sem dúvida todo esse universo

Inserida por tadeumemoria

Em outra circunstância eu diria que sinto saudades; outrora a casa vivia repleta de crianças; filhos, netos, sobrinhos... éramos uma família unida e feliz. Foi um tempo de abundância quando o algodão era um sinal de luz, as árvores frutíferas atraiam os pássaros, as flores ornamentavam a casa grande, como promessa de muita felicidade e tudo isso começou na igrejinha de santa Rita de Cássia pequena e acanhada de piso morto. Frei Jerônimo celebrou nosso casamento depois de seis anos de namoro, discussões ríspidas entre nossas famílias que tinham suas rixas e eram contra a nossa união; mas o amor se sobrepôs ao ódio e derrubou a cerca de arame farpado que ia da estrada até as proximidades do rio, o que compreendia nossas propriedades e não deixava de ser um bom pedaço de terra, algumas cabeças de gado, porcos e outras criações, além do algodão e do milho. A partir de então houve entre nossas famílias uma total harmonia, eu diria que nos tornamos uma, porque os problemas que surgiam eram nossos e resolvíamos em conjunto e nossas alegrias eram compartilhadas; então veio, em homenagem a avó paterna Ana Luzia, nossa primeira filha: Analu. Juaquim meu marido queria que ela se chamasse Elenice o meu nome mas eu tinha uma grande admiração por dona Ana, minha sogra, que mesmo nas nossas rixas durante o nosso namoro nos apoiou. foram anos de uma felicidade completa; vieram outros filhos e isso só consolidou o nosso amor. ninguém teve tanto a certeza de ser amada como eu; mas mesmo nos melhores momentos, as vicissitudes da vida acontecem e ninguém está imune às paixões.
Analu corre ainda entre a varanda, o pomar e as roseiras que adornam a frente branca e azul de nossa casa, nas brincadeiras ingênuas de sua adolescência com os irmãos, primos e vizinhos, Juaquim cuida dos bichos ou das plantações e provavelmente cantarola uma canção romântica; assim as coisas ficaram na minha lembrança. Numa parte ou outra, dunas ameaçavam bairros e as chuvas tornavam-se mais escassas. ouvia-se histórias de famílias que migravam por essas dificuldades; resistimos a todas as adversidades.
Era uma tarde nublada de agosto, Juaquim tinha ido pescar no rio quando o carro entrou pelo nosso portão e chegou bem próximo aos degraus que conduziam a nossa porta; era Eriberto, o advogado, que trazia uma pasta; ele cuidava do inventário do sr Benedito, meu sogro, falecido há poucos meses, vitimado por falência múltipla dos orgãos. Ninguém diagnostica o tempo como causa mortis; meu sogro já contava 99 anos. "Quem é esse anjo?" Questionou Analu, que já contava 18 anos. Heriberto era assim, dava sempre essa impressão, e se sorrisse e nos olhasse nos olhos passava-nos a sensação de uma fragilidade que também nos contagiava. Eu já conhecera aquele sentimento e vivia numa dúvida cruel, convivendo com aquele remorso, imaginando se Samuel, meu filho mais novo, não seria filho de Eriberto. desde então Analu parecia mais calada, vez ou outra estava sempre no telefone sussurrando; Samuel certa vez ao chegar da escola mencionou ter visto Analu na pracinha conversando animadamente com Heriberto parecia uma tragédia anunciada, meses depois notava-se a barriga de Analu crescida; Juaquim chegou a ir atrás de Heriberto, mas ficou sabendo que ele era casado e havia se transferido pra outra capital; meses depois nascera Cecília, mas Analu perdera todo o brilho do olhar, juaquim também ficara meio rançoso; certa noite me questionou por que eu não lhe falara sobre a origem de Samuel. Juaquim era um anjo, de um amor puro e imaculado. Quantas vezes olhamos o por do sol sobre as dunas que guardavam a nossa história; e dali vimos o brilho de um nascente renascer nos olhos de Analu, que na igrejinha de santa Rita de Cássia, agora com piso de mármore e torres iluminadas, casara-se com um dos filhos de um primo distante de Juaquim.
De vez em quando penso que todo esse tempo não passou, quando contemplo Gustavo, marido de Analu, tirando leite das vacas, colhendo o milho, obsevando a plantação de algodão; ele também cantarola algumas canções que mencionam amor e paixão, de vez em quando caminhamos à beira do rio; de vez em quando são subdivisões de uma eternidade que se divide em partículas para serem bem guardadas ou esquecidas pelo tempo e o perdão.

Inserida por tadeumemoria

VOZ DA POESIA
Às vezes o meu olhar sobe o morro
Quando morro de saudade
E a razão pede socorro...
Eu já fui tão feliz um dia
Que a raiz que me sustenta,
E a luz que me ilumina
Se inclina pra colina
E colore a tarde de salmão, rosa e dourado...
Eu ponho de lado o meu orgulho
Às vezes e sem querer fazer barulho
Eu canto um samba;
Algo que batuca no meu peito
Eu não tenho jeito,
Eu sou escravo desse amor...
E de outros amores que eu não soube,
Mas li em algum poema
Ou assisti em algum cinema
Eu sou a voz da poesia
Mas tenho medo do seu cântico,
Eu que já fui feliz um dia
Prefiro ser sozinho do que ser romântico...

Inserida por tadeumemoria

⁠As lembranças são lindas,
As saudades são belas;
As lembranças não envelhecem,
As saudades não decepcionam

Inserida por tadeumemoria

⁠as vezes penso que sou triste,
as vezes não penso em nada,
as vezes tenho saudade do que nunca tive,
mas era tudo o que eu tinha
quando eu não tinha nada...
agora nem tenho essa ilusão...

Inserida por tadeumemoria

Autoquiria

⁠Tenho saudade de tudo, das ilusões criadas
Dos passos que tracei naquela estrada longa e desconhecida

Era o ar e aquele vento que me envolviam com suavidade.
Aquela leveza, era a força que agia sobre o meu peito

Ora com calma
Ora com furor
O soprar do meu desejo.

O meu sangue coloria nos meus olhos, a vida que gostaria de ter!
Agora o fugaz poder
O controle, o deleite!

Tracei meu caminho marcando os meus braços.

E na bela noite , senti a vida no escoar daquele carmesim, num intenso vermelho a transbordar sob minha permissão.

Abriu-se no escuro, a minha ânsia
Ali, ali onde os meus passos cintilam e tomo rédeas do destino.

Iludo-me, incerta e decidida.
Lacero - me...

Para a menina Alice✨❤️‍🩹

Inserida por LenAzevedo

Felicidade.../ Sinto cada dia/ Ao escrever uma poesia/ Acredito nas asas da saudade/ Ela voa até meu bem/ Pois em cada paisagem/ Vejo o meu amor.../👉💗🌹

Inserida por ostra

Nosso coração
Cria cenários e canção
Pra viver de saudades...💖😍

Inserida por ostra

A visão na velocidade
Comendo o asfalto,
Uma lembrança de saudade,
Pulsando no peito
E dizendo: ainda te amo!
#*✨🌹🤩

Inserida por ostra

Antes uma casa cheia,
hoje tão vazia.
Ficou apenas uma poltrona,
onde senta a saudade, que diz ser dona
de um SILÊNCIO mortal,
que conta uma história
que anseia
por um raio de SOL...🌾🌞🌻

Inserida por ostra

A saudade as vezes é assim,
Um vôo constante, num bater de asas,
No pensamento frases e palavras,
Sempre dizendo um doce sim,
Para alguém que está longe...

Inserida por ostra