Saudades de nós dois
Tudo tem seu tempo.
O tempo de nós, passou !
Sinto, restou o vazio.
Saudade já não doe, lembranças não machucam
Música, não me toca
Te olhar, tanto faz,
Te ouvir, já nem lembro.
De certo hoje te fiz feliz.
Mas pera ai...tua felicidade vai durar pouco
Você continua no meu tempo
No tempo de nós,
Foi só um sonho, acordei !
Um lugar existiu para nós...um momento, um sorriso...
e ficou !
Ficou na saudade, nas lembranças...
Algum dia nos pertencemos !
O que é o amor se não a dor
Dor de amar quem está longe
Causando em nós eterna saudade
E isso é algo que nos queima
Nos consome desde a tenra idade
Mas quando se está com ela
Há só o calor
E o sentimento de paz
Onde me esqueço da dor
Ai eu penso
O que é o amor
Se não a ausência da dor
Mamãe
Mamãe você foi embora
Desse mundo pro além
E apesar dá saudades
Nós aqui estamos bem
Mamãe eu ainda canto
Sua canção preferida
Mãezinha como faz falta
Seu amor na minha vida
Eu sei que você cumpriu
Na terra sua missão
A morte é inevitável
Mas dói a separação
Vou levando minha vida
Até meu dia chegar
E quem sabe novamente
Eu possa te abraçar
Esse poema esta no meu livro Poemas Variados
Nesta data você nos deixou,
Oramos para que descanses em paz...
Nós sentimos tantas saudades,
E muita falta que você nos faz...
Não vamos falar de saudade, vamos aproveitar este tempo que nós temos.
Aceite mais este café, senta aqui comigo, fale mais do seu dia.
" Temos que viver a vida de tal forma, para que as pessoas sintam saudades de nós, e não para que apenas lembrem ".
"Todos nós sentimos saudades dos tempos que passamos, mas passo aqui para dizer que o mais importante é deixarmos as coisas acontecerem naturalmente e isso que motiva uma imensa e linda amizade que podemos ter, e que o momento nos influencia cada vez mais, nos deixando prósperos do futuro!"
Será que quando a saudade dói significa que uma parte de nós está ausente? Mas como poderemos viver incompletos?
Será então que muitos de nós estamos vivendo pela metade?
Sinto saudade de cada suspiro dado ao meu ouvindo nos momentos de puro prazer entre nós,entre um alguém chamado EU, e outro chamado você.
Eu jamais faria planos,
se não acreditasse em nós!
Se não fosse amor não haveria saudade,
Não sentiria tua falta,
Não sentiria vontade!
Muito menos esse maldito ciúme.
Se não fosse esse bendito amor que me faz
caminhar sem medo..
sozinha o esperando todos os dias..
Nem me sentiria magoada com tua ausência!
Ah, meu amor,
Se não fosse amor,
Seria o que..então?
E essa vontade que eu sinto de me
envolver em teus braços?
Bem, meu bem, eu sei...
Se não fosse amor,
então,
por quem eu viveria?
Porque se não fosse amor,
Eu já teria desistido de nós!
..
VERBO NÓS
Tenho saudades de quando te via
Que ficava deslumbrada
Por onde andaste meu amor
Depois de fugires
Que voltaste pela metade
Pergunto-me se algo morreu dentro de ti
Já não sabes ler o meu olhar?
Tens medo de olhar-me nos olhos
Despe-te, entra no meu corpo
Descobre de novo esta casa que nunca deixou de ser tua
Não te peço que fiques cá para sempre
Se tu não quiseres, mas, talvez descubras
E tenhas saudades da minha essência
Talvez não consigas queimar
Esse amor que sentes
Esquecendo os passos do tempo que te atormentava...
Possas sentir a genuinidade nos meus atos
Feitos de afetos e carinhos
Na liberdade pendurada em mim
Entre promessas feitas refeitas de amor...
Onde somos parte de mesmo mundo.
Neste amor que não padece
Mas que floresce como um jardim
Onde o jardineiro cuida e ama as suas flores.
Em que conjugo o verbo nós
No ardente desejo de paixão, no verbo amar!
A saudade no primeiro momento tira-nos o chão, depois, transforma em perfume que faz da ausência uma presença constante.
Pense em nós
Quando sentires saudades minha
Pense em algum tempo...
tempo que passou,
um tempo onde não precisávamos
nos esconder.
Tempo,
em que nossos sentimentos eram plenos
que nossas mãos se procuravam
sem se importar com mais nada.
Que nossos lábios
uniam-se
e através de um beijo,
nos transformava em amantes totais.
Um tempo,
um abraço,
um olhar,
um amor...
Tudo foi perfeito...
tudo foi intenso.
Quando sentires saudades,
não fique triste,
não poderia entristecer
por sentir saudades desse tempo...
Porque esta saudade tem que ser linda,
mágica,
ter uma força tão grande
e ser capaz de nos levar de volta
a este tempo,
que passou,
que se foi,
mas em nossos corações,
ficaram os vestígios,
do amor,
da compreensão que tínhamos
um com o outro.
Vestígios de carinhos,
que ainda podemos sentir,
e nos lembrar de como era bom
sentir nossos toques.
Se por acaso,
sentires saudades de mim,
não se assuste,
não se culpe,
não se entristeça,
pois estarei também sentindo
e também pensando nesse tempo,
naqueles nossos momentos,
momentos que foram lindos,
que se foram...
que hoje me faz ter saudades também...
Eu, você – O mar e nós.
Saudade das pequenas coisas, saudade dos pequenos gestos. Sobre saudade, sei lá, eu não sei se tu vais me entender. Saudade pra mim é algo indefinível. É a ausência do presente. É andar em grupo e não se sentir parte dele, porque o pensamento está voltado para trás. Para aquela rosa vermelha que alguém colheu. Para as ondas de um mar no verão passado. É olhar o jardim e ver nele um outro. Talvez mais feio ou mais florido. Mas é aquele outro..
O nome ele era sinônimo de saudade. Os braços dele envoltos em minha cintura, sua risada baixa, sua pele quente. Sua forma de passar a mão direita sobre o cabelo escuro quando estava nervoso. Saudade é o modo como ele passava os dedos por meu corpo, contornando minha estrutura e desregulando meus princípios mais supremos. Quando ele beijava minha clavícula e acariciava minha têmpora com as costas das mãos, afirmando que nada possuía mais efeito do que meus olhos brilhando por nós e gritando o seu nome. Ainda não consigo definir. Saudade é acordar na cama dele e ter a honra de vê-lo dormir. Ar tão sublime parecia inofensivo, parecia ser meu por alguns instantes. Saudade é o choque que nossas peles ecoavam quando entravam em sintonia, o modo como nossas pernas se encaixavam, a forma como nossas almas se embalavam. Ainda não sei se me compreendes. Saudade era quando os motivos para ficar superavam os que queriam que eu fosse embora. É sentir o coração martelar e mesmo assim permanecer dormente e gostar da dor. É fazer da tua dor a minha dor. Da tua cama a minha cama. Da tua vida a minha. Saudade era aquela cabana pequena onde o telhado de palha nos permitia contar as estrelas, saudade se dava devido ao fato da tua voz rouca falando besteiras no contorno dos meus ouvidos, me abraçando mais forte a cada poema declamado à luz da lua. Ainda não consigo compreender. Saudade era quando teus olhos sorriam ao encontrar os meus. Trágico fim. Tu fugiste com a beleza da noite. Enfim, chorei. Senti frio, tua ausência. Meus pés pesados, minha mão gélida. E uma lágrima sempre rolava, dos olhos que antes sorriam. Saudade. Senti a carícia da areia fina que não machuca, do silêncio gritante a cada pequena onda. Mas eu ansiava por dias melhores. Queria que em todos os dias a primavera ditasse paz e harmonia. Queria que o revés fosse esquecido. Que o passado não pesasse. Que o futuro atraísse. Mas é impossível quando tua alma multicolorida invade a cidade, encobre o céu e me enlouquece. Isso é saudade? Ficarias tu orgulhoso por ser o protagonista de todas as minhas desgraças? Aquelas as quais espalhei entre mil estrofes... Mas fique tranquilo, jamais contarei sobre o nosso segredo a alguém, ninguém nunca saberá daquela mania tosca tua de dizer que se importava comigo a cada maldito final de semana. E acabou. Eu estava a quinze mil pés do chão e mesmo assim ainda conseguia canalizar os pensamentos nele. Avistando tudo lá de cima, inconscientemente eu não me surpreendia, pois encontrava um azul mais anil e mais bonito quando olhava no fundo daqueles olhos. Os mesmos que refletiam o céu e traziam o ar infinito para si. Doce, fresco e perigoso. Meu veneno agridoce favorito que agora parecia não possuir resto nenhum em minha saliva. Saudade é incompreensível mesmo. Ilusória. Comparei-o com aquela nuvem ao longe tão sólida, entretanto que o ilusório vício me impedia de perceber que era só fumaça o tempo todo. Estas nuvens, as mesmas que em algum momento do passado já desbravei. Sim, eu toquei as nuvens. Vi um infinito errante através da pequena janela. A chuva caía e com ela minhas lágrimas acompanhavam a gravidade. Saudade é aquilo que captura as melhores demonstrações de afeto e as arremessa de uma forma intensa num presente considerável, é aquilo que te algema e aprisiona nos porões da loucura que não te deixam ir. Indo. Rindo. Remando. Re-amando. Não importa se sou um bom marinheiro, a tempestade dele me inunda e eu naufrago. Outra vez.
Eu vivi porque amei e amei até demais.
E nós morremos jovens.”
SAUDADE
Então, você se foi, sem dizer nada,
e pôs um mar sem fim em meio a nós.
E no vai-vem das ondas fui levada
ao porto das plangentes almas sós.
Então, você se foi, sem dizer nada,
e confinou-me à solidão atroz,
à uma saudade onde estou presa, ilhada...
Onde naufraga o que sonhei pra nós.
Como é sua vida, em mundo tão distante,
quem lhe acarinha num tristonho instante...
De qual olhar você recebe paz?
Hoje acordou-me o canto da tristeza,
a repetir-me a mais cruel certeza:
Você partiu... E já não volta mais!
-Patricia Neme _
