Saudade de Filho que Estuda Fora
O melhor mirante do mundo pode ser os ombros de um paí.
Um bom Pai, independente da sua estatura, eleva seus filhos a lugares mais altos do bem.
Acredito que a ideia de colocar os filhos nos ombros surgiu dos pais, não para lhes dá descanso, mas para fazê-los enxergar mais longe.
Um casal que tem tudo para dar certo é aquele que cultiva o diálogo sobre tudo e os dois se abrem com amor a realidade do outro.
Ao nascer estamos conectados a nossa mãe pelo subconsciente que foi em grande parte construído por sua influência nos primeiros sete anos de nossa vida.
A Luta Nao Pode Esperar
Crônica baseada na morte do estudante de Matemática da UFG, Guilherme Silva Neto de 20 anos.
Por Josielly Rarunny
Imagine um jovem alternativo e revolucionário, desses que defende suas crenças, capaz de lutar até a morte. Literalmente.
Guilherme saiu numa manhã de quarta feira após uma briga com o pai, motivada pelo estilo do rapaz, causas sociais e políticas que Guilherme defendia.
O pai, engenheiro de 60 anos, conservador e depressivo não aceitava as atitudes do filho. Proibiu Guilherme de participar da tal reintegração de posse que ocupava universidades e lutava contra as propostas da PEC 241.
Discutiram. Discutiram feio por sinal. Dessas discussões onde se ouve gritos, xingamentos e ameaças. Saíram cada um para um lado.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
A mãe na sala ao lado ouvia a discussão.
Em oração repreendia e preferiu não interferir.
Vai saber o que se passa no coração de uma mãe.
Aquela dor recolhida, aquele choro engolido, uma aflição que parece não ter fim. Um anseio de ver a paz reinando no almoço em família do dia seguinte.
Um almoço que não acontecerá mais.
O pai tinha o tempo de esfriar a cabeça ou sacar uma arma.
Advinha o que ele fez.
Voltou para casa.
Encontrou apenas aflição e oração em forma de mãe.
O filho não estava mais. Encontrou Guilherme numa praça perto de casa e disparou contra o filho quatro vezes. Houve tumulto e gritaria.
Guilherme conseguiu correr, mas o pai alcançou o filho e com mais disparos o matou.
E com o mesmo tempo que ele levou para sacar a arma, debruçou sobre o corpo do filho, talvez arrependido da besteira feita. Não quis ficar e lutar contra a justiça social e brasileira.
Que por sua vez nem é tão severa assim.
Preferiu antecipar o julgamento e a justiça divina.
Guilherme deu as costas e foi a luta.
Que a luta não pode esperar.
Quem sabe ele foi cantando a canção de protesto de Vandré.
Pra não dizer que não falei das flores.
Ninguém sabe, ninguém ouviu falar.
O que todos sabem é que ele foi.
Infelizmente, pra nunca mais voltar.
Percebo uma analogia entre como as pessoas veem seu relacionamento com Deus e a dinâmica entre um patrão e seu empregado. Algumas pessoas encaram Deus como uma ajuda necessária para auxiliar, organizar e resolver problemas, mas mantêm uma distância que implica certas limitações, tais como não interferir na vida pessoal, não expressar opiniões ou impor ideias, evitando a intimidade e um convívio social e informal, a menos que seja realmente necessário. A relação parece como algo estritamente profissional, sem um vínculo ou participação mais efetiva na vida diária.
O sistema do mundo, governado pelo diabo através de influências da mídia, vários setores e pessoas influentes na sociedade, tem um enorme interesse em ensinar os pais como educar seus filhos. Isso visa tornar as novas gerações cada vez mais vulneráveis e afastadas do Criador, permitindo que o Inimigo estabeleça um império consistente e execute seus planos para a humanidade.
As paredes nos separam, o corpo nos separa, mas o que deixam em nós fica guardado como sentimentos dentro.
Se a CPI é dar segurança aos cidadãos do país, a Bíblia é para dar vida abundante e Vida eterna aos filhos de Deus.
Curta os melhores momentos de seus familiares, pois haverá tempo em que as próximas gerações sentirão saudades desta sublime essência em seus corações, cultivadas outrora pelos seus pais, com amor, respeito e dignidade em prol de seus filhos.
Pais educadores devem sempre procurar conhecer todas as reações, dificuldades, medos, desejos e sonhos de seus filhos, no sentido de diverti-los, desafiá-los à criatividade, à comunicação e à diversidade de bons relacionamentos e, despertar neles as suas percepções, o senso de informações, o valor da educação, da gratidão em servir e cooperar, sem recompensas e da busca de conhecimentos acerca dos propósitos da vida para que façam as melhores escolhas e cooperem uns com o outros dentro da mesma família, igreja, sociedade e nação.
Aprenda a ouvir e respeitar os seus pais, mesmo que eles falem de um modo quadrado do que ver qualquer um dos seus filhos andando em círculos do mundo sem nenhuma transformação educacional ou espiritual.
Mães sabem conjugar a razão e o sentimento com seus atos de docilidade, resignação, força, zelo, esmero, fidelidade, perdão, empregando suas atitudes e seus benefícios em prol do crescimento e da felicidade dos seus filhos, devendo ser tratadas como rainhas do seu lar, pois elas são merecedoras do Prêmio Nobel do Amor pelos seus contínuos propósitos em lapidar a existência humana com as mais altas responsabilidades sociais e qualidades educacionais e divinas, para formarem, na missão de mãe de muitos filhos, filhos da igreja, filhos de uma sociedade digna, filhos abençoados e felizes e por que não, membros fiéis e filhos legítimos da família de Deus.
Nas entrelinhas da literatura infantil, encontram-se as mais puras práticas educacionais de desenvolvimento cognitivo para crianças. Nelas, há valiosa oferta de estímulos favorecedores do amadurecimento psicólogo perene.
A herança, o objeto e o legado artístico e intelectual é da família, mas, na grande maioria das vezes, erra o artista que permite a nociva mistura do emocional e amoroso familiar funcional dentro do seu processo criativo profissional.
A falta das politicas publicas educacionais e culturais efetivas geradoras de bons sonhos existenciais a médio prazo e a crescente escassez de oportunidades profissionais, incentiva de forma injusta e equivocada a falsa felicidade e realização pessoal de vida, para as meninas pela maternidade precoce. São elas esquecidas órfãs sociais em um papel despreparado de irmãs-mães, cada vez mais cedo que dificilmente conseguem dar prosseguimento de vida. O agravamento desta situação, não para por aqui pois em poucos anos e muito mais desesperador, pela invisibilidade de uma crescente população geração abandonada de meninas mães e filhos sem pai, via o fomento culposo institucional de ausência politicas preventivas e de programas educacionais da maquina publica, contraporá uma mão de obra cada vez mais barata, farta e fácil, desqualificando a virtude da vida para toda uma sedenta marginalidade crescente e cada vez mais dominante, aliciadora e impositora de uma falsa felicidade efêmera e imediatista de consumo fácil, tão presente nos grandes bolsões de miséria urbana nas periferias sombrias das grandes cidades deste nosso tempo.
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