Saudade de Filho que Estuda Fora
Quanto mais acreditamos em colocações improváveis, mais nos distanciamos da realidade dos fatos, não se torna uma mentira em verdade de tanto repeti-la ou expressa-la nos meios mais públicos possíveis, igual a um vulcão em erupção é uma inverdade contemplada por uma massa, destrói princípios da verdade existente desda fundação do mundo...
De seu ventre se faz vida, em teu colo proteção.
Sua presença traz certeza. Na distância, solidão.
Na mulher se tem a cura, de quem cruza seu caminho,
Será sempre inspiração.
Distância
Disperso da inconstância
solúvel tempo consumidor
tenho instante
amplitude de navegar
ânsia em conduzir
idas além o escasso mundo.
Missão
Cumpriu fielmente a Missão.
Nasceu, cresceu, se multiplicou?
Útil aos filhos do Pai?
Promoveu e promove o Paraíso
Aonde quer que estejas?
Logo, Missão cumprida!
Distância
Tu foste para bem longe
Aonde o vento sopra gelado
Mas em teu peito tu me esconde
Levaste contigo o meu riso
O qual dava-te exclusivamente
Fazia eu de ti o meu abrigo
Às sombras dos eucaliptos
Refresco-me com devaneios
Imaginado-me feliz contigo
Teus olhos anoitecidos
Ilustravam a futura cor do meu ser
E Hoje meu peito está partido
Uma nuvem escura baixou sobre mim
Meu coração logo escureceu
Quando sem ti eu me vi
Outrora trouxesse-me vigor
Em tempos não esquecidos
Mas hoje traz-me dor
Aqueceste-me com teus aconchegos
Mas o amor é fogo
E tu queimaste-me com teu desprezo
Anda logo filho, tenha paciência!
Pois a paciência é uma virtude que não tenho e quero que você me supere.
“As palavras não tem distância, elas tem peso. Independente se você falar na cara ou distante o que contará é o quão pesadas elas são.”
Quando morre uma mãe.
Quando morre uma mãe, junto com ela morrem também os filhos, morre a felicidade, a alegria e o companheirismo, o sol nunca mais volta a brilhar, as plantas embora sejam regadas nunca mais voltam a ter vitalidade, a comida não passa a ter o mesmo sabor, e as tardes de domingo nunca mais são as mesmas.
Quando morre uma mãe, todos os nossos medos morrem juntos, porque o nosso medo maior já virou realidade, as coisas que antes pareciam grandes se tornam pequenas comparado a dor que sentimos, e aquelas coisas que antes por nós eram consideradas pequenas, são as que mais nos fazem falta.
Quando morre uma mãe, morre junto uma parte de nós, e somos obrigados a conviver com a dor da saudade todos os dias, a saudade de ter um colo pra deitar depois de um dia difícil, a saudade de ligar pra contar alguma novidade ou fofoca na correria do dia a dia, a saudade de tomar café da tarde, a saudade dos almoços de feriados e dias especiais, a saudade do tempero e do sabor da comida que só ela sabia fazer, a saudade de chegar tarde da faculdade ou do trabalho e ter alguém te esperando no sofá, a saudade de ir ao médico e esperar para que ela falasse o que estava se passando, a saudade de ter alguém que se preocupa e nos ama incondicionalmente, a saudade de ter alguém pra fazer todas as receitas das quais estamos com vontade de comer, a saudade de ter com quem contar quando o coração aperta e quando a vida parece sem cor, ah são tantas as saudades, saudades essas que só quem não tem mais a sua sabe, o quanto esse amor faz falta, e o quanto essa perda nos faz mudar.
Amigos de verdade não terminam, podem no máximo se distanciar, porque quando bem cuidado, o sentimento de uma amizade verdadeira tem a duração de uma vida inteira. Não importa o tempo ou a distância, sempre que preciso, um com o outro vocês podem contar.
Um dia me disseram: Quem tem apenas um(a) filho(a) não tem nenhum.
Eu disse: quem tem um(a) tem um(a).
E a cada dia tenho mais certeza que a quantidade não significa mais amor.
Uma mãe ou um pai consegue suportar os erros dos filhos, mas os filhos muitas vezes não toleram a velhice dos mesmos e nem suas “chatices”.
Muitos conhecem por contos passados de pais para filhos, filmes e/ou livros como as enfermidades foram cruéis com aqueles que em seus tempos viveram. Mas, hoje, apensar de tantos avanços, ainda não estamos seguros e, muito menos, onipotentes. A vida continua a ser como uma folha(leve e levada pelo tempo) e não temos como mudar isso. No entanto, podemos tratá-la como é e, ao aceitar seu valor, fazer o possível, em um momento de dificuldades, para que continue verde e vívida, além de impedir que se vá antes que o relógio possa parar. Dei-vos esperança e prudência que o tempo de caos passará.
Somos filhos por adoção, o custo, o sangue precioso de Jesus, que fez de cada um de nós, irmãos em Cristo, e transformou o mundo inteiro em nossos próximos.
Haviam homens de verniz em suas fortalezas, e
homens nus nas ruas
A miséria, o vírus, a distância.
Era inumano.
Existiam abismos no fim de tudo
Então qual seria o mais fundo?
Os dias que nos pertencem
Aqueles que estamos vivos
O que será dos não nascidos
Nas ruas o medo do vírus
Na rua debaixo da tua
Sua máscara descartável,
Aos restos com a tua comida
Que alguém no lixo procura
Não deixeis morrer os vossos VELHINHOS…
Não deixeis morrer os nossos VELHINHOS;
Tão pelos filhos já abandonados;
Por neles terem feito, uns tão coitados;
Que esqueceram até: dos tais, carinhos!
Esqueceram das MÃES: toda a ternura;
Tão tida, na delas forma de dar;
Tal como do dos PAIS: tanto lutar;
Pra cá tornar; vida deles, segura!
Coitadinho de quem, abandonado;
Pelos filhos, por deixado num lar;
Volta a ver esse abandono, a se dar;
Mesmo sendo abandonar, pelo estado;
Pra quem toda a vida com descontar;
Tão deu, o que a tais; tão podia tratar.
Com uma indescritível mágoa;
Se o seu filho e/ou sua filha se apaixonassem e constituíssem uma família ao lado de alguém, exatamente, como você isso te daria paz ou medo do que eles poderiam vivenciar e se atormentar, no aconchego do travesseiro?
Considere o seu comportamento na vida real, bem como o oculto, nas redes sociais. Também leve em conta as suas ações, na intimidade dos seus movimentos mais secretos, em vários segmentos que demandam as relações humanas, fora do ambiente familiar.
E aí, o seu genro e/ou a sua nora fariam os seus filhos felizes, teriam o seu apoio incondicional, ou eles estariam numa furada, tendo que viver de aparência para atender a demanda social, em nome da família e sob uma conveniência religiosa?
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