Sangue

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justificativa vem do sangue de Jesus
O sangue de Jesus representa o preço pago.
Na cruz, Ele levou a culpa, a condenação e a sentença que eram nossas.
“Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.” (Rm 3:24)

Deus não se agrada de conquistas que deixam rastros de sangue emocional. O Reino não se edifica com esmagamento, mas com verdade, temor e amor. Quem cresce ferindo, cai sozinho. Quem sobe usando pessoas, desce sem socorro. miriamleal

A Bíblia diz que seu suor se tornou como gotas de sangue.
Isso mostra que obediência verdadeira custa sangue da alma.

miriamleal

Salvação é milagre.
É sangue derramado.
É redenção.


Em Efésios 2:8 declara:
Pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós.


miriamleal

Jesus não morreu de forma simbólica.
Não foi teatro espiritual.
Foi sangue. Foi dor. Foi substituição.


miriamleal

O sangue de Jesus não cobre só o que você fez,
o sangue de Jesus muda quem você é.


miriamleal

Quem entende o sangue
não vive mais tentando se justificar,
vive confiando no sacrifício.


miriamleal

A cruz não diminui a santidade de Deus; ela revela o preço do perdão. O sangue de Jesus foi derramado porque o pecado é grave, mas também porque a misericórdia de Deus é infinita para todo aquele que se arrepende e crê.

O pão lembra o corpo entregue; o cálice anuncia o sangue derramado; a mesa proclama: Cristo morreu por nós!

A grande mensagem da cruz é esta: o pecador que estava longe foi aproximado pelo sangue de Cristo, o perdido foi encontrado, o morto recebeu vida, o que caiu foi restaurado e o inimigo foi reconciliado com Deus tudo pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo.
Efésios 2:13; Lucas 15:24; Efésios 2:4-5; Gálatas 6:1;Romanos 5:10

O sangue de Cristo alcança o longe.
A graça alcança o perdido.
A misericórdia alcança o quebrantado.
E o poder da ressurreição alcança aquilo que parecia morto.

Écfora I - Rubro


A fiar o rubro sobre o rubro, qual sangue vertido em sacrifício...
Sangue ao chão... deitado em pó...
Vertido, retorna ao que antes fora: fútil?
Pueril ao vento?
Vento que sopra ao sul, ao norte e aquém, mas para tão além, fugaz...
Talvez sangue... ou apenas pó... Mas, para tão além, o que, na verdade, ele é?

Feridas abertas não são fraqueza, são a coragem brutal de cicatrizar, onde o sangue se ergue em semente de eternidade.

Persistir é a revolução mais feroz, não o confronto que derrama sangue, mas a guerra secreta que recria o próprio ser.

Superar é ato feroz de amor-próprio, pacto diário de sangue e coragem, aliança sagrada com o próprio ser.

Cada cicatriz é escritura da guerra, marcas talhadas na carne, poemas de sangue e vitória. Superar é escrever com lágrimas ardentes, um livro em que a dor e o riso se fundem, tinta eterna da vida.

Teu caminho até mim foi traçado com sangue na terra. Cada pedra feriu Teus pés, não porque eu merecesse, mas porque Tu escolheste me amar.

Aprendi a moldar a dor como quem esculpe uma palavra, a transformar o sangue em frases que cabem na boca. Não busco cura, procuro sentido, um fio que atravesse o vazio, um verso que substitua o soco, que torne a queda suportável.

Há uma tristeza que é hereditária, que vem no sangue como uma herança maldita de antepassados que também não souberam o que fazer com a própria vida. Eu tento quebrar essa corrente usando a poesia como um alicate, cortando os elos de amargura que tentam me prender ao passado.

Escrevo para que o sangue não estanque dentro do peito, transformando a dor em tinta para que ela pare de corroer os órgãos e passe a habitar o papel, onde o sofrimento se torna arte e o peso do mundo parece, por um breve segundo, um pouco mais fácil de suportar.